Estatísticas Totais das Opiniões
5 estrelas
17
4 estrelas
115
3 estrelas
29
2 estrelas
3
1 estrela
0
Sobre mim
Membro desde:
Site:
Empresa:
Cargo:
Escola:
Graduação:
Twitter:
http://twitter.com/#!/brauncafe
http://twitter.com/#!/brauncafe
Facebook:
http://pt-br.facebook.com/people/...
http://pt-br.facebook.com/people/...
linkedin:
http://www.linkedin.com/pub/danie...
http://www.linkedin.com/pub/danie...
Quer ver o perfil completo do(a) Dani?
Entre já para nossa comunidade e tenha acesso à todo o conteúdo!
|   Filtros
O barato do Nama Baru
Na falta de um, a região de Perdizes tem dois ótimos tailandeses. O Nama Baru chegou na área do Namga, no ano passado, oferecendo um excelente cartão de visitas no almoço executivo. Entre terças e sextas é possível provar as especialidades preparadas pelo casal de chefs Ique e Talita – entrada, prato principal e sobremesa – por R$ 25.
Como o ambiente é relativamente pequeno é recomendável reservar. Quando chegamos, o garçom simpático já nos deu uma piscadinha indicando nossa mesa, na varanda.
A refeição começou com uma entrada da casa, que está fora do almoço executivo: porção com seis trouxinhas de frango crocantes com molho cítrico de soja, limão, manjericão tailandês e pimenta dedo de moça e o chá gelado do dia de jasmin e hibisco com pedacinhos de lichia (R$ 3,50). O cardápio inclui cervejas especiais como Bauhaus (R$ 11,90 a garrafa de 600 ml) e Santa Fé (R$ 7, a long neck) para celebrar seu almoço tailandês.
Como entrada foi servida uma saladinha de repolho roxo, acelga, cenoura e pimentão em fininhas com castanha de caju e cebolinha.
O prato principal – curry verde de peixe ‘florido’ com arroz branco – impressionou a todos. A apresentação e o sabor estavam igualmente incríveis. Achei interessante um sabor de flor misturado ao curry. Por um segundo pensei ter engolido a decoração – o pessoal da mesa não comeu a florzinha – mas depois soube que fazia parte do prato mesmo.
Para fechar a refeição, um copinho de creme de coco suave com calda cítrica e doce de maracujá. Uma delícia de almoço. Depois da última colherada bateu até uma certa tristeza.
Já havia indicado o Nama Baru, de passagem, no post do Namga. Em fevereiro, o amigo Edgard foi conferir o menu e provou uma versão reduzida das trouxinhas de frango (com duas trouxinhas), pescada branca com molho de curry picante (principal) e, de sobremesa, sorvete de manga com maracujá. Com a ótima primeira impressão dele não demoramos muito a voltar, no fim de março.
Por enquanto o pequeno salão do Nama Baru está localizado na agitada Avenida Pompéia, quase na esquina com a Av. Alfonso Bovero, e só abre para o almoço. Em breve, a casa terá novo endereço na região, onde também abrirá para o jantar. Oba…
Detalhe: as porções estavam na medida certa – nada de reduzir o prato promocional como fazem alguns restaurantes na São Paulo Restaurant Week. Aliás, o Nama Baru oferece ótimas opções por menos do que a promoção de almoço da SPRW (R$ 32) e não tem data para encerrar a oferta.
(Post publicado originalmente no blog Braun Café em 8 de abril de 2012)
Na falta de um, a região de Perdizes tem dois ótimos tailandeses. O Nama Baru chegou na área do Namga, no ano passado, oferecendo um excelente cartão de visitas no almoço executivo. Entre terças e sextas é possível provar as especialidades preparadas pelo casal de chefs Ique e Talita – entrada, prato principal e sobremesa – por R$ 25.
Como o ambiente é relativamente pequeno é recomendável reservar. Quando chegamos, o garçom simpático já nos deu uma piscadinha indicando nossa mesa, na varanda.
A refeição começou com uma entrada da casa, que está fora do almoço executivo: porção com seis trouxinhas de frango crocantes com molho cítrico de soja, limão, manjericão tailandês e pimenta dedo de moça e o chá gelado do dia de jasmin e hibisco com pedacinhos de lichia (R$ 3,50). O cardápio inclui cervejas especiais como Bauhaus (R$ 11,90 a garrafa de 600 ml) e Santa Fé (R$ 7, a long neck) para celebrar seu almoço tailandês.
Como entrada foi servida uma saladinha de repolho roxo, acelga, cenoura e pimentão em fininhas com castanha de caju e cebolinha.
O prato principal – curry verde de peixe ‘florido’ com arroz branco – impressionou a todos. A apresentação e o sabor estavam igualmente incríveis. Achei interessante um sabor de flor misturado ao curry. Por um segundo pensei ter engolido a decoração – o pessoal da mesa não comeu a florzinha – mas depois soube que fazia parte do prato mesmo.
Para fechar a refeição, um copinho de creme de coco suave com calda cítrica e doce de maracujá. Uma delícia de almoço. Depois da última colherada bateu até uma certa tristeza.
Já havia indicado o Nama Baru, de passagem, no post do Namga. Em fevereiro, o amigo Edgard foi conferir o menu e provou uma versão reduzida das trouxinhas de frango (com duas trouxinhas), pescada branca com molho de curry picante (principal) e, de sobremesa, sorvete de manga com maracujá. Com a ótima primeira impressão dele não demoramos muito a voltar, no fim de março.
Por enquanto o pequeno salão do Nama Baru está localizado na agitada Avenida Pompéia, quase na esquina com a Av. Alfonso Bovero, e só abre para o almoço. Em breve, a casa terá novo endereço na região, onde também abrirá para o jantar. Oba…
Detalhe: as porções estavam na medida certa – nada de reduzir o prato promocional como fazem alguns restaurantes na São Paulo Restaurant Week. Aliás, o Nama Baru oferece ótimas opções por menos do que a promoção de almoço da SPRW (R$ 32) e não tem data para encerrar a oferta.
(Post publicado originalmente no blog Braun Café em 8 de abril de 2012)
Bom para: Ir com amigos, Almoçar, Gastar pouco
Dica: Por enquanto o pequeno salão do Nama Baru está localizado na agitada Avenida Pompéia, quase na esquina com a Av. Alfonso Bovero, e só abre para o almoço. Em breve, a casa terá novo endereço na região, onde também abrirá para o jantar.
Viagem ao centro da nossa terra
Prepare-se para ser transportado à uma mesa do interior mineiro, paulista ou capixaba, sem sair de São Paulo. Esta é a sensação que tive ao entrar no restaurante Garimpos do Interior, localizado em uma tranquila região residencial da Vila Romana.
A encantadora casa, com acolhedoras mesas internas e espaços no quintal coberto, rodeado de ervas, foi aberta há cerca de dois meses por Angelita . A chef, natural do Espírito Santo, já era conhecida de amigos meus que visitavam sua residência, nas redondezas, aos sábados ou domingos. O convite e o cardápio chegavam por e-mail oferecendo especialidades da culinária brasileira como rabada com polenta e agrião, vaca atolada ou feijoada, direto do fogão da Angelita, a preços fixos.
Quando bati o olho no cardápio e li “Ora-pro-nobis“, arregalei os olhos e saí da mesa para ver um exemplar, in natura, no quintal. Diz a lenda que esta planta muito saborosa – servida refogada como acompanhamento clássico da comida mineira – não cresce fora das terras de Minas de jeito nenhum. É preciso ter mais do que ‘um dedo verde’ para cultivar a iguaria por aqui.
Comece a garimpar o cardápio pelas porções. Recomendo os pasteis de angu com recheios de carne e/ou queijo (R$ 24 a porção com dez unidades) e Original bem gelada para acompanhar. As caipirinhas e a carta de cachaças também são convidativas. Na sequencia pedimos bolinhos de vaca atolada, bem saborosos, mas ainda fico com o pastel de angu. Agora em março, o cardápio ganha bolinhos de aipim recheados de queijo da Canastra.
Conversa vai e vem, o quarteto de amigos resolveu apostar em um prato “Um pouco diferente”. Assim foi batizado o corte especial de carne de porco, lentamente assado, que está entre as especialidades da casa (R$ 60). O resultado é uma carne macia, que desfia no garfo, coberta por uma deliciosa crosta ‘pururuca’, acompanhada de arroz, feijão preto e couve – além da porção extra de Ora-pro-nobis, que eu não podia deixar de pedir. Tudo estava perfeito e bem servido. Levei até uma quentinha pra casa.
Desta vez não sobrou espaço para os doces, mas encerramos o almoço, horas depois, com um licor caseiro de jabuticaba como cortesia. O café que a Cecília pediu foi literalmente coado na hora: o kit traz um mini coador com pó de café, um bule de água fervente e a ‘xicrinha’ de ágata.
O cardápio sempre traz novidades. A mais recente é o ‘macarrão de vara’, um tipo de fuzili vendido em uma colorida embalagem de papel – clássico no interior. O Garimpos oferece a massa acompanhada de frango caipira (R$ 35 por pessoa).
(Post publicado originalmente no blog Braun Café em 24 de março de 2012)
Prepare-se para ser transportado à uma mesa do interior mineiro, paulista ou capixaba, sem sair de São Paulo. Esta é a sensação que tive ao entrar no restaurante Garimpos do Interior, localizado em uma tranquila região residencial da Vila Romana.
A encantadora casa, com acolhedoras mesas internas e espaços no quintal coberto, rodeado de ervas, foi aberta há cerca de dois meses por Angelita . A chef, natural do Espírito Santo, já era conhecida de amigos meus que visitavam sua residência, nas redondezas, aos sábados ou domingos. O convite e o cardápio chegavam por e-mail oferecendo especialidades da culinária brasileira como rabada com polenta e agrião, vaca atolada ou feijoada, direto do fogão da Angelita, a preços fixos.
Quando bati o olho no cardápio e li “Ora-pro-nobis“, arregalei os olhos e saí da mesa para ver um exemplar, in natura, no quintal. Diz a lenda que esta planta muito saborosa – servida refogada como acompanhamento clássico da comida mineira – não cresce fora das terras de Minas de jeito nenhum. É preciso ter mais do que ‘um dedo verde’ para cultivar a iguaria por aqui.
Comece a garimpar o cardápio pelas porções. Recomendo os pasteis de angu com recheios de carne e/ou queijo (R$ 24 a porção com dez unidades) e Original bem gelada para acompanhar. As caipirinhas e a carta de cachaças também são convidativas. Na sequencia pedimos bolinhos de vaca atolada, bem saborosos, mas ainda fico com o pastel de angu. Agora em março, o cardápio ganha bolinhos de aipim recheados de queijo da Canastra.
Conversa vai e vem, o quarteto de amigos resolveu apostar em um prato “Um pouco diferente”. Assim foi batizado o corte especial de carne de porco, lentamente assado, que está entre as especialidades da casa (R$ 60). O resultado é uma carne macia, que desfia no garfo, coberta por uma deliciosa crosta ‘pururuca’, acompanhada de arroz, feijão preto e couve – além da porção extra de Ora-pro-nobis, que eu não podia deixar de pedir. Tudo estava perfeito e bem servido. Levei até uma quentinha pra casa.
Desta vez não sobrou espaço para os doces, mas encerramos o almoço, horas depois, com um licor caseiro de jabuticaba como cortesia. O café que a Cecília pediu foi literalmente coado na hora: o kit traz um mini coador com pó de café, um bule de água fervente e a ‘xicrinha’ de ágata.
O cardápio sempre traz novidades. A mais recente é o ‘macarrão de vara’, um tipo de fuzili vendido em uma colorida embalagem de papel – clássico no interior. O Garimpos oferece a massa acompanhada de frango caipira (R$ 35 por pessoa).
(Post publicado originalmente no blog Braun Café em 24 de março de 2012)
Bom para: Ir com amigos, Ir com crianças, Almoçar, Comer muito, Famílias, Gastar pouco
Dica: Em um lugar especial como este, proponho um almoço sem pressa, para ficar de prosa e curtir o clima. Não que o atendimento seja demorado – pelo contrário, a equipe é muito atenciosa. Também recomendo um papo com a Angelita, que é uma simpatia.
Preço
$$$
$$$
Ambiente
Comida
Atendimento
Bebida
(1)
.
•
Comentar
rafael assad luz:
Nossa q restaurante bacana, fiquei com água na boca, quero provar essa tal erva mineira e a massa com galinha caipirinha, muito bom msmo e pertinho de casa não sei como ainda não havia topado com ele antes, kkkkk
Enviado em 26/3/12
Mauro Renzi Ferreira:
Também conheço bem a Lapa e os seus bares/restaurantes, e tenho até parentes na Rua Marco Aurélio, mas não conheço esse restaurante não. Ótima dica!
Enviado em 17/4/12
Wolf’s Garten: um brinde à boa mesa
O austríaco Wolf’s Garten é um daqueles lugares especiais que fazem a São Paulo Restaurant Week (SPRW) valer a pena. O evento acaba hoje, mas já recomendo a visita na próxima temporada deste ano. E quem não quiser esperar pode investir, sem medo, no cardápio da charmosa casa europeia, em Pinheiros. Veja todas as fotos no Flickr do Braun Café.
Este foi um dos meus melhores jantares das últimas temporadas de SPRW tanto pela qualidade da comida como pela simpatia e hospitalidade do chef Markus – já conhecido do Braun Café como personal chef de um inesquecível almoço, em 2010.
Quando vi a deliciosa bochecha de vitelo no menu do jantar (R$ 41,90 por pessoa) agitei minha reserva acompanhada dos queridos companheiros de SPRW, Ciça e Paulo.
O couvert opcional (R$ 9 por pessoa) é um ótimo começo: queijo cremoso caseiro, dois tipos de chutney (manga com especiarias e o surpreendente chutney de tomates), manteiga e pães caseiros. Para beber escolhemos um suave Chianti Gentilesco da Cantine Bonacchi (R$ 55), importado pela Mistral (R$ 47,70).
Entre as entradas do menu da Restaurant Week, a campeã foi a cremosa panna cotta de couve-flor com toque de ovas de peixe (‘tipo caviar’) e tartare de salmão marinado. A outra opção, mais light, era salada de carpaccio de tomates, folhas de rúcula e queijo minas à milanesa. A couve-flor brilhou mais.
A saborosa carne de bochecha de vitelo, bem macia e coberta com finos anéis de cebola fritos veio servida sobre risoto de parmesão no ponto certo. Estava tão bom que ficamos tristes porque acabou rápido. Eu repetiria o prato se pudesse.
A segunda opção de almoço foi a grande surpresa da noite. Aparentemente, um filé de Saint Peter com legumes mediterrâneos e pesto de manjericão seria bacana. Na prática, entretanto, o sabor de limão siciliano e ervas na crosta daquele filé deixou ‘a turma da bochecha’ de olho grande no prato da Ciça. Os legumes também estavam muito bem temperados e cozidos na medida certa. Perfeito.
Entre as sobremesas venceu a prata da casa: um delicioso strudel acompanhado de sorvete de canela. Já a mousse de chocolate com calda de cachaça Boazinha e frutas vermelhas estava um tanto doce. Acho que faltou um pouquinho mais de chocolate amargo. Para quem é fã de strudel, o Wolf´s Garten também vende o doce austríaco por encomenda.
Depois de nos oferecer um excelente jantar, o chef Markus ainda brindou conosco. Trouxe uma dose de ‘schnaps’ (cachaça, em alemão) sabor cereja para celebrarmos o amor à gastronomia.
(Post publicado originalmente no blog Braun Café em 18 de março de 2012)
O austríaco Wolf’s Garten é um daqueles lugares especiais que fazem a São Paulo Restaurant Week (SPRW) valer a pena. O evento acaba hoje, mas já recomendo a visita na próxima temporada deste ano. E quem não quiser esperar pode investir, sem medo, no cardápio da charmosa casa europeia, em Pinheiros. Veja todas as fotos no Flickr do Braun Café.
Este foi um dos meus melhores jantares das últimas temporadas de SPRW tanto pela qualidade da comida como pela simpatia e hospitalidade do chef Markus – já conhecido do Braun Café como personal chef de um inesquecível almoço, em 2010.
Quando vi a deliciosa bochecha de vitelo no menu do jantar (R$ 41,90 por pessoa) agitei minha reserva acompanhada dos queridos companheiros de SPRW, Ciça e Paulo.
O couvert opcional (R$ 9 por pessoa) é um ótimo começo: queijo cremoso caseiro, dois tipos de chutney (manga com especiarias e o surpreendente chutney de tomates), manteiga e pães caseiros. Para beber escolhemos um suave Chianti Gentilesco da Cantine Bonacchi (R$ 55), importado pela Mistral (R$ 47,70).
Entre as entradas do menu da Restaurant Week, a campeã foi a cremosa panna cotta de couve-flor com toque de ovas de peixe (‘tipo caviar’) e tartare de salmão marinado. A outra opção, mais light, era salada de carpaccio de tomates, folhas de rúcula e queijo minas à milanesa. A couve-flor brilhou mais.
A saborosa carne de bochecha de vitelo, bem macia e coberta com finos anéis de cebola fritos veio servida sobre risoto de parmesão no ponto certo. Estava tão bom que ficamos tristes porque acabou rápido. Eu repetiria o prato se pudesse.
A segunda opção de almoço foi a grande surpresa da noite. Aparentemente, um filé de Saint Peter com legumes mediterrâneos e pesto de manjericão seria bacana. Na prática, entretanto, o sabor de limão siciliano e ervas na crosta daquele filé deixou ‘a turma da bochecha’ de olho grande no prato da Ciça. Os legumes também estavam muito bem temperados e cozidos na medida certa. Perfeito.
Entre as sobremesas venceu a prata da casa: um delicioso strudel acompanhado de sorvete de canela. Já a mousse de chocolate com calda de cachaça Boazinha e frutas vermelhas estava um tanto doce. Acho que faltou um pouquinho mais de chocolate amargo. Para quem é fã de strudel, o Wolf´s Garten também vende o doce austríaco por encomenda.
Depois de nos oferecer um excelente jantar, o chef Markus ainda brindou conosco. Trouxe uma dose de ‘schnaps’ (cachaça, em alemão) sabor cereja para celebrarmos o amor à gastronomia.
(Post publicado originalmente no blog Braun Café em 18 de março de 2012)
Bom para: Ir com amigos, Casais, Jantar, Almoçar, Vinho, Famílias
Dica: O restaurante oferece quatro opções de pratos principais no almoço executivo, durante a semana. Às sextas-feiras, o cardápio é de comidas típicas austríacas.
Preço
$$$
$$$
Ambiente
Comida
Atendimento
Bebida
Vila Madalena marroquina
A culinária marroquina é bem representada no prato principal do Tanger para o almoço da São Paulo Restaurant Week 2012. O evento que reúne mais de 200 restaurantes com cardápios em promoção, na capital e no interior de São Paulo, vai até o próximo domingo dia 18 de março. Veja também o post do Blú Bistrô na Restaurant Week 2012.
O tagine de frango com amêndoas e ameixas (Coxa e sobrecoxa de frango cozidas com canela, gengibre, ameixas e amêndoas) servido com couscous marroquino estava especial e valeu por todo o cardápio promocional de almoço, que custa R$ 31,90 (além da doação de R$ 1 para a Associação Comunitária Monte Azul).
A outra opção de prato principal, não tão marroquina, parecia interessante. Para quem não é chegado a canela, o “Desarrumadinho do Tanger” (cordeiro desfiado, purê de abóbora, couve fresca, alho frito, batata palha caseira e azeite extra virgem) é uma boa pedida. A casa oferece ainda uma terceira opção vegetariana: lentilhas cozidas com arroz branco e cominho (acompanha iogurte natural com pepinos).
As opções de entrada e sobremesa pareciam mais gostosas na descrição do que na prática. O recheio da “pastilla de frango” (pastel marroquino de massa Brick recheada com frango desfiado, amêndoas torradas, mel, canela e especiarias) estava saboroso, mas não me agradou o açúcar polvilhado com canela por fora do rolinho – me veio à mente um churro com recheio de carne. Já o restante da mesa aprovou a combinação.
Os pequeninos rolinhos de pão folha recheados com coalhada artesanal e zatar em cama de pepinos frescos e azeite extra virgem estavam ‘ok’, mas tinham coalhada em excesso, segundo a amiga Natasha.
Entre os doces, o pavê marroquino agradou mais do que a Corne de Gazelle (massa caseira assada recheada com Marzipan e essência de flor de laranjeira). O pavê com laranjas confitadas, cream cheese e biscoito doce moído podia ser menos doce. Este caso um pouco mais de cream cheese deixaria o pavê na medida certa.
Fora da Restaurant Week, o Tanger oferece opções acessíveis para o almoço executivo. Durante a semana é possível escolher salada e prato principal por R$ . Para um jantar marroquino, um dos pratos mais em conta é o Coscous da Medina (peito de boi cozido com especiarias, coscous com legumes cozidos e cebola dourada) por R$ 27.
Antes escondido no final da Rua Fradique Coutinho, o restaurante ganhou mais visibilidade na casa nova, aberta em janeiro de 2011, que eu ainda não conhecia. Na mesma Fradique continua instalado, desde 1997, outro fiel representante da culinária marroquina: o Agadir.
Os diferentes espaços do novo Tanger são bem ambientados. Para os dias de sol há três mesas no terraço. No último sábado deu chuva, mas nada atrapalhou o bate-papo com as amigas Ciça e Natasha e minha irmã Fabi. Foi uma tarde marroquina muito agradável.
(Post publicado originalmente no blog Braun Café em 11 de março de 2012)
A culinária marroquina é bem representada no prato principal do Tanger para o almoço da São Paulo Restaurant Week 2012. O evento que reúne mais de 200 restaurantes com cardápios em promoção, na capital e no interior de São Paulo, vai até o próximo domingo dia 18 de março. Veja também o post do Blú Bistrô na Restaurant Week 2012.
O tagine de frango com amêndoas e ameixas (Coxa e sobrecoxa de frango cozidas com canela, gengibre, ameixas e amêndoas) servido com couscous marroquino estava especial e valeu por todo o cardápio promocional de almoço, que custa R$ 31,90 (além da doação de R$ 1 para a Associação Comunitária Monte Azul).
A outra opção de prato principal, não tão marroquina, parecia interessante. Para quem não é chegado a canela, o “Desarrumadinho do Tanger” (cordeiro desfiado, purê de abóbora, couve fresca, alho frito, batata palha caseira e azeite extra virgem) é uma boa pedida. A casa oferece ainda uma terceira opção vegetariana: lentilhas cozidas com arroz branco e cominho (acompanha iogurte natural com pepinos).
As opções de entrada e sobremesa pareciam mais gostosas na descrição do que na prática. O recheio da “pastilla de frango” (pastel marroquino de massa Brick recheada com frango desfiado, amêndoas torradas, mel, canela e especiarias) estava saboroso, mas não me agradou o açúcar polvilhado com canela por fora do rolinho – me veio à mente um churro com recheio de carne. Já o restante da mesa aprovou a combinação.
Os pequeninos rolinhos de pão folha recheados com coalhada artesanal e zatar em cama de pepinos frescos e azeite extra virgem estavam ‘ok’, mas tinham coalhada em excesso, segundo a amiga Natasha.
Entre os doces, o pavê marroquino agradou mais do que a Corne de Gazelle (massa caseira assada recheada com Marzipan e essência de flor de laranjeira). O pavê com laranjas confitadas, cream cheese e biscoito doce moído podia ser menos doce. Este caso um pouco mais de cream cheese deixaria o pavê na medida certa.
Fora da Restaurant Week, o Tanger oferece opções acessíveis para o almoço executivo. Durante a semana é possível escolher salada e prato principal por R$ . Para um jantar marroquino, um dos pratos mais em conta é o Coscous da Medina (peito de boi cozido com especiarias, coscous com legumes cozidos e cebola dourada) por R$ 27.
Antes escondido no final da Rua Fradique Coutinho, o restaurante ganhou mais visibilidade na casa nova, aberta em janeiro de 2011, que eu ainda não conhecia. Na mesma Fradique continua instalado, desde 1997, outro fiel representante da culinária marroquina: o Agadir.
Os diferentes espaços do novo Tanger são bem ambientados. Para os dias de sol há três mesas no terraço. No último sábado deu chuva, mas nada atrapalhou o bate-papo com as amigas Ciça e Natasha e minha irmã Fabi. Foi uma tarde marroquina muito agradável.
(Post publicado originalmente no blog Braun Café em 11 de março de 2012)
Bom para: Ir com amigos, Casais, Jantar, Almoçar, Vegetarianos
Preço
$$$
$$$
Ambiente
Comida
Atendimento
Bebida
Blú Bistrô: o lado bom da Restaurant Week
O charmoso Blú Bistrô, em Perdizes, é uma ótima opção para almoçar durante a São Paulo Restaurant Week 2012, que começa oficialmente nesta segunda-feira, dia 5, e vai até o dia 18 de março.
A décima temporada paulista da quinzena de cardápios promocionais reúne 200 restaurantes na capital e no interior, que oferecem entrada, prato principal e sobremesa por R$ 31,90 no almoço e R$ 43,90 no jantar, além de R$ 1 de doação opcional para a Associação Comunitária Monte Azul.
Aproveitei a semana de pré-lançamento para conhecer o cardápio do Blú Bistrô e colocar o papo em dia com a amiga Cris Sato, que também é fã da SPRW.
Nota dez para o clássico coq au vin servido com tagliarini caseiro. A outra opção é nhoque de batata com ragú de rabada e agrião, mas o coq au vin, que também está no cardápio do jantar, parecia mais apetitoso.
As opções de sobremesa também agradaram. O sorvete de doce-de-leite com raspas de coco queimado e biscoito caseiro deixou gostinho de “quero mais” e a pêra ao rum com creme de baunilha e espuma de chocolate quente também estava deliciosa.
A entrada que pedimos não ficou bem à altura do cardápio. Neste calor descartamos o creme de couve-flor com azeite trufado, que parecia ótimo, e optamos pela salada verde com queijo de cabra, tomate pêra, pupunha e vinagrete de limão siciliano, mas achei que a porção meio mirradinha.
O Blú Bistrô foi mais uma agradável descoberta da Restaurant Week. Entre os cardápios que observei nesta temporada, outras opções que parecem bem interessantes são AK Vila, Dolce Villa, La Marie, Obá, Tanger e Wolf’s Garten.
(Post publicado originalmente no blog Braun Café em 4 de março de 2012)
O charmoso Blú Bistrô, em Perdizes, é uma ótima opção para almoçar durante a São Paulo Restaurant Week 2012, que começa oficialmente nesta segunda-feira, dia 5, e vai até o dia 18 de março.
A décima temporada paulista da quinzena de cardápios promocionais reúne 200 restaurantes na capital e no interior, que oferecem entrada, prato principal e sobremesa por R$ 31,90 no almoço e R$ 43,90 no jantar, além de R$ 1 de doação opcional para a Associação Comunitária Monte Azul.
Aproveitei a semana de pré-lançamento para conhecer o cardápio do Blú Bistrô e colocar o papo em dia com a amiga Cris Sato, que também é fã da SPRW.
Nota dez para o clássico coq au vin servido com tagliarini caseiro. A outra opção é nhoque de batata com ragú de rabada e agrião, mas o coq au vin, que também está no cardápio do jantar, parecia mais apetitoso.
As opções de sobremesa também agradaram. O sorvete de doce-de-leite com raspas de coco queimado e biscoito caseiro deixou gostinho de “quero mais” e a pêra ao rum com creme de baunilha e espuma de chocolate quente também estava deliciosa.
A entrada que pedimos não ficou bem à altura do cardápio. Neste calor descartamos o creme de couve-flor com azeite trufado, que parecia ótimo, e optamos pela salada verde com queijo de cabra, tomate pêra, pupunha e vinagrete de limão siciliano, mas achei que a porção meio mirradinha.
O Blú Bistrô foi mais uma agradável descoberta da Restaurant Week. Entre os cardápios que observei nesta temporada, outras opções que parecem bem interessantes são AK Vila, Dolce Villa, La Marie, Obá, Tanger e Wolf’s Garten.
(Post publicado originalmente no blog Braun Café em 4 de março de 2012)
Bom para: Ir com amigos, Casais, Jantar, Almoçar
Preço
$$$
$$$
Ambiente
Comida
Atendimento
Bebida
(1)
.
•
Comentar
Rubens Burgel:
Que legal, pelas fotos e pela descrição deu vontade de conhecer. Mas como serão os preços num dia normal??
Enviado em 5/3/12
Vânia M.G.:
Tô na minha seleção aqui de quais rest ir nessa edição.. gostei!
Enviado em 6/3/12
Dani Braun:
Tudo bom Rubens? Dei uma olhada no cardápio da casa e os preços são mais salgados. As entradas estão na faixa de R$ 20 e os pratos ficam em torno de R$ 40 a R$ 50. É possível receber o cardápio semanal da casa por e-mail. basta se inscrever no site http://www.blubistro.com.br/ . Abs, Dani
Enviado em 6/3/12
Um boteco pra chamar de seu
Cerveja de garrafa bem gelada, servida no copo americano previamente resfriado, e uma porção de bolinhos de feijão tropeiro. Essa é a combinação perfeita para começar sua botecagem no Seu Boteco.
No estilo ‘velho-boteco-novo’, o bar aberto no ano passado, na Vila Madalena (ao lado do Jacaré Grill) homenageia clássicos das cozinhas de boteco.
Conheci o bar no mês passado com a turma blogueira-botequeira, a convite do Botecagem e da agência Cartaz. Foi um festival de tira-gostos do cardápio recentemente reformulado pelo chef Alberto Landgraf (ex-Astor, Pirajá e Original).
O atendimento, muito simpático, não deixou a mesa vazia. Provamos ‘de um tudo’: frango à passarinho, picanha com farofa e vinagrete, bolinho de arroz, coxa-creme... mas o favorito foi o bolinho de feijão tropeiro (crocante por fora, cremoso por dentro, com tenros pedaços de bacon). Pedimos até a receita.
Para acompanhar as comidinhas, além das geladas ‘brazucas’, como diz o site (incluindo Caracu), há cervejas ‘gringas’ (da Norteña à Leffe), carta de cachaças e boas caipirinhas (dei uma bicadinha nos sabores lima-limão e melancia).
Destaque para a Meladadinha (cachaça, mel, canela e suco de laranja). Esta doce e deliciosa dose de saúde não impede que um botequeiro, mesmo gripado, falte ao compromisso com os amigos.
O Seu Boteco é daqueles lugares gostosos para passar a tarde, a noite e bater papo sem hora pra acabar. Ótima pedida.
(Post publicado originalmente no blog Braun Café em 15 de janeiro de 2011)
Cerveja de garrafa bem gelada, servida no copo americano previamente resfriado, e uma porção de bolinhos de feijão tropeiro. Essa é a combinação perfeita para começar sua botecagem no Seu Boteco.
No estilo ‘velho-boteco-novo’, o bar aberto no ano passado, na Vila Madalena (ao lado do Jacaré Grill) homenageia clássicos das cozinhas de boteco.
Conheci o bar no mês passado com a turma blogueira-botequeira, a convite do Botecagem e da agência Cartaz. Foi um festival de tira-gostos do cardápio recentemente reformulado pelo chef Alberto Landgraf (ex-Astor, Pirajá e Original).
O atendimento, muito simpático, não deixou a mesa vazia. Provamos ‘de um tudo’: frango à passarinho, picanha com farofa e vinagrete, bolinho de arroz, coxa-creme... mas o favorito foi o bolinho de feijão tropeiro (crocante por fora, cremoso por dentro, com tenros pedaços de bacon). Pedimos até a receita.
Para acompanhar as comidinhas, além das geladas ‘brazucas’, como diz o site (incluindo Caracu), há cervejas ‘gringas’ (da Norteña à Leffe), carta de cachaças e boas caipirinhas (dei uma bicadinha nos sabores lima-limão e melancia).
Destaque para a Meladadinha (cachaça, mel, canela e suco de laranja). Esta doce e deliciosa dose de saúde não impede que um botequeiro, mesmo gripado, falte ao compromisso com os amigos.
O Seu Boteco é daqueles lugares gostosos para passar a tarde, a noite e bater papo sem hora pra acabar. Ótima pedida.
(Post publicado originalmente no blog Braun Café em 15 de janeiro de 2011)
Bom para: Ir com amigos, Casais, Happy hour, Cerveja
Dica: Funcionamento: Terça a sexta das 17h até o último cliente; Sábado e Domingo: das 12h até o último. Aceita cartões. Valet: R$ 14. (Se for beber, vá de táxi)
Preço
$$
$$
Ambiente
Comida
Público
Atendimento
Bebida
O beco de dar água na boca
Escondido em uma ruela, no bairro do Paraíso, o Beco do Barthô é um lugar que vale a pena descobrir. O cantinho charmoso e tranquilo começou, há cinco anos, como um bistrô francês e há um ano passou para as mãos do simpático Luis Lara, que manteve a turma da cozinha e expandiu o cardápio para as culinárias italiana e brasileira.
Faz tempo que eu queria conhecer meu vizinho Barthô e encontrei uma ótima oportunidade levando minha prima, Ana Lara, para almoçar e celebrar seu aniversário atrasado. No fim da refeição ainda descobrimos que os Lara do dono do beco eram parentes do pai dela.
O Barthô oferece feijoada às quartas e sábados, além da sugestão do dia, que muda diariamente. No último sábado optamos pelo salmão grelhado com purê de batatas e salada verde com vinagrete de morangos (R$ 37). A escolha, aparentemente simples, foi uma surpresa. O salmão, perfeitamente grelhado, com um toque de azeite temperado, estava tenro e muito saboroso. A saladinha ficou cheia de graça com a dupla de tomates e morangos, que têm um certo parentesco, e o purê bem cremoso me deixou intrigada com o sabor diferente de algum queijo no final.
O Sr. Luis ainda não me contou o segredo do purê, mas disse que as atrações da casa são a costela laqueada com polenta cremosa e agrião (R$ 39,80) e o bife ancho ao molho de estragão e batatas lyonnaise - cozidas e douradas na manteiga com cebola - (R$ 37,40). Para a sobremesa ele recomenda o pudim de tapioca com coco queimado e calda de caramelo.
O beco oferece almoço e jantar à luz de velas. O clima do local também convida a uma tarde de petiscos acompanhados de cerveja ou vinho branco bem gelado. Entre as opções para beliscar estão porções de coxinha especial com pimenta caseira do Barthô (R$ 19,50) e brusqueta de tomate fresco com queijo chancliche (R$ 18,80).
(Post publicado originalmente no blog Braun Café em 18 de fevereiro de 2012)
Escondido em uma ruela, no bairro do Paraíso, o Beco do Barthô é um lugar que vale a pena descobrir. O cantinho charmoso e tranquilo começou, há cinco anos, como um bistrô francês e há um ano passou para as mãos do simpático Luis Lara, que manteve a turma da cozinha e expandiu o cardápio para as culinárias italiana e brasileira.
Faz tempo que eu queria conhecer meu vizinho Barthô e encontrei uma ótima oportunidade levando minha prima, Ana Lara, para almoçar e celebrar seu aniversário atrasado. No fim da refeição ainda descobrimos que os Lara do dono do beco eram parentes do pai dela.
O Barthô oferece feijoada às quartas e sábados, além da sugestão do dia, que muda diariamente. No último sábado optamos pelo salmão grelhado com purê de batatas e salada verde com vinagrete de morangos (R$ 37). A escolha, aparentemente simples, foi uma surpresa. O salmão, perfeitamente grelhado, com um toque de azeite temperado, estava tenro e muito saboroso. A saladinha ficou cheia de graça com a dupla de tomates e morangos, que têm um certo parentesco, e o purê bem cremoso me deixou intrigada com o sabor diferente de algum queijo no final.
O Sr. Luis ainda não me contou o segredo do purê, mas disse que as atrações da casa são a costela laqueada com polenta cremosa e agrião (R$ 39,80) e o bife ancho ao molho de estragão e batatas lyonnaise - cozidas e douradas na manteiga com cebola - (R$ 37,40). Para a sobremesa ele recomenda o pudim de tapioca com coco queimado e calda de caramelo.
O beco oferece almoço e jantar à luz de velas. O clima do local também convida a uma tarde de petiscos acompanhados de cerveja ou vinho branco bem gelado. Entre as opções para beliscar estão porções de coxinha especial com pimenta caseira do Barthô (R$ 19,50) e brusqueta de tomate fresco com queijo chancliche (R$ 18,80).
(Post publicado originalmente no blog Braun Café em 18 de fevereiro de 2012)
Bom para: Ir com amigos, Casais, Jantar, Almoçar, Famílias
Dica: Horários: Segunda a Sexta das 11:30h às 15h. Sábado das 12h às 16h. Quinta a Sábado das 19h às 23h
Preço
$$$
$$$
Ambiente
Comida
Atendimento
Bebida
Em uma tranquila região de Perdizes, o restaurante japonês Mori Sushi, aberto em 1992, atrai o pessoal que trabalha ou mora na vizinhança com a oferta de um rodízio honesto e acessível.
Nas mesas, que ficam nos andares superiores do sobrado, o rodízio com sushi sai pelo preço amigo de R$ 32, por pessoa, no almoço, durante a semana. Neste esquema de almoço executivo, o festival (sushi + sashimi) custa R$ 35. Nos outros dias e horários o rodízio à mesa custa R$ 40 e o festival sai por R$ 43. As duas opções incluem sunomono (saladinha de pepino agridoce), shimeji na manteiga, tempurá de legumes, guioza, temaki à escolha do freguês e yakisakana (peixe grelhado). No festival, além dos sushis, geralmente de atum e salmão, os sashimis têm variações como peixe prego e finas fatias de polvo.
Mas a atração do local é o rodízio completo no balcão, instalado no que seria a garagem da casa. Por R$ 45 no almoço e R$ 55 no jantar, o sushiman prepara e serve as iguarias sob demanda, em um balcão inclinado de fórmica preta. O serviço dura até você largar o hashi, incluindo porções de pequenos camarões empanados, sashimi de salmão e anéis de lula com shoyu e limão, sushis fritos com molho tarê e versões com frutas, para quem aprecia essas combinações tropicais.
Na primeira visita provei o festival à mesa, mas o legal do balcão é que o sushiman já vai sacando suas preferências. Na última sexta-feira, por exemplo, o rapaz que nos atendia preparou um saboroso enrolado de salmão com fatias de polvo. Os pontos desfavoráveis foram cream cheese em excesso e o tempero exagerado do salmão com lulas, nadando no shoyu – o salmão temperado (Kaisen Salada) do Sushi Hiroshi, em Santana, é imbatível.
Embora eu ainda prefira comida japonesa à la carte aos rodízios, o Mori não decepciona e o serviço é rápido. Da próxima vez vou pedir doses menores de cream cheese, mas certamente voltarei com mais amigos do trabalho ao vizinho japa.
Nas mesas, que ficam nos andares superiores do sobrado, o rodízio com sushi sai pelo preço amigo de R$ 32, por pessoa, no almoço, durante a semana. Neste esquema de almoço executivo, o festival (sushi + sashimi) custa R$ 35. Nos outros dias e horários o rodízio à mesa custa R$ 40 e o festival sai por R$ 43. As duas opções incluem sunomono (saladinha de pepino agridoce), shimeji na manteiga, tempurá de legumes, guioza, temaki à escolha do freguês e yakisakana (peixe grelhado). No festival, além dos sushis, geralmente de atum e salmão, os sashimis têm variações como peixe prego e finas fatias de polvo.
Mas a atração do local é o rodízio completo no balcão, instalado no que seria a garagem da casa. Por R$ 45 no almoço e R$ 55 no jantar, o sushiman prepara e serve as iguarias sob demanda, em um balcão inclinado de fórmica preta. O serviço dura até você largar o hashi, incluindo porções de pequenos camarões empanados, sashimi de salmão e anéis de lula com shoyu e limão, sushis fritos com molho tarê e versões com frutas, para quem aprecia essas combinações tropicais.
Na primeira visita provei o festival à mesa, mas o legal do balcão é que o sushiman já vai sacando suas preferências. Na última sexta-feira, por exemplo, o rapaz que nos atendia preparou um saboroso enrolado de salmão com fatias de polvo. Os pontos desfavoráveis foram cream cheese em excesso e o tempero exagerado do salmão com lulas, nadando no shoyu – o salmão temperado (Kaisen Salada) do Sushi Hiroshi, em Santana, é imbatível.
Embora eu ainda prefira comida japonesa à la carte aos rodízios, o Mori não decepciona e o serviço é rápido. Da próxima vez vou pedir doses menores de cream cheese, mas certamente voltarei com mais amigos do trabalho ao vizinho japa.
Bom para: Ir com amigos, Casais, Jantar, Comer muito, Almoço rápido, Gastar pouco
Dica: O Mori não faz reservas em Perdizes – somente na filial de Moema, que tem um salão maior. A casa aceita cartões e ticket refeição, mas se você pagar em dinheiro vivo ganha 10% de desconto.
Preço
$$
$$
Ambiente
Comida
Atendimento
Bebida
A terapia da mão na massa
Preparar massas caseiras e transformá-las em capeletti, tortelli ou ravioli é uma deliciosa arte, além de ser uma ótima terapia. Este foi meu principal aprendizado após participar do curso “La Vera Pasta“, no Orbacco Espaço Gastronômico.
“A tavola non si invecchia” (“Na mesa não se envelhece”) é o lema da casa, no bairro do Sumarezinho, onde o simpático casal Luis Felipe Calmon e Adriana Ferreira exercem a paixão pela culinária. Os cursos oferecidos em um salão amplo, no andar superior, incluem harmonização de azeites, vinhos, preparação de risotos, massas etc.
Descobri o local entre uma busca e outra, e gostei muito da ideia de fazer um curso prático de massas. O Fábio, que não é muito chegado em experimentos culinários, também se animou com a proposta.
Em uma grande bancada de granito, Luis demonstra todo o processo de preparação da massa, incluindo detalhes sobre os ingredientes – farinha branca, farinha de sêmola de trigo, azeite e muitos ovos -, o descanso da massa, que pode até ser congelada, e a manipulação.
A aula tem pitadas de história sobre a origem do macarrão, trazido pelos árabes à Itália, detalhes dos formatos das massas, os molhos mais apropriados para cada formato e outras curiosidades. Se não der para anotar tudo, não se preocupe. Cada aluno leva para casa um DVD com alguns slides contendo informações, imagens e receitas.
Depois da apresentação, a turma vai para a bancada abrir a massa no cilindro da casa. O acessório também tem história: veio na bagagem da ‘nonna’ italiana em 1947 para o Brasil. Depois partimos para as dobraduras de massas recheadas. As minhas ficaram meio tortas, tadinhas, mas o Fábio já pegou o jeito de primeira e ganhou elogios dos professores. Fiquei bem contente ao descobrir que tenho um ‘designer’ de massas em casa.
Ao fim do aprendizado, enquanto tiramos dúvidas e trocamos dicas, Luis prepara um delicioso jantar com três tipos de massas caseiras, incluindo uma taça de vinho e água.
O menu começa com um reconfortante tortelli in brodo – massa recheada com uma proporção clássica de carnes de frango, boi e mortadela. Na sequência, meu molho favorito, alla carbonara, envolve o tonarelli – massa similar ao spaghetti, com perfil quadrado, cortada diretamente no cilindro para macarrão.
O gran finalle foi o tagliatelli alla Norma. Esta receita siciliana simples e surpreendente leva molho de tomates, berinjela frita em cubinhos, e ricota defumada. O sabor da ricota defumada, que lembra um pouco o bacon, é uma ótima opção para agradar carnívoros e vegetarianos.
O valor da experiência também é muito agradável. O curso feito no fim de novembrou custou R$ 110 para duas pessoas – creio que não chega ao preço de um jantar simples, sem curso, em uma cantina paulistana.
Enquanto dobrávamos as massas, Adriana passou uma importante lição de casa: “Reúna os amigos ou a família em volta de uma mesa de massas e fique batendo papo enquanto dobra os capelettis, raviolis etc. para o jantar ou almoço de domingo. É uma verdadeira terapia.”
(Post publicado originalmente no blog Braun Café em 21 de janeiro de 2012)
Preparar massas caseiras e transformá-las em capeletti, tortelli ou ravioli é uma deliciosa arte, além de ser uma ótima terapia. Este foi meu principal aprendizado após participar do curso “La Vera Pasta“, no Orbacco Espaço Gastronômico.
“A tavola non si invecchia” (“Na mesa não se envelhece”) é o lema da casa, no bairro do Sumarezinho, onde o simpático casal Luis Felipe Calmon e Adriana Ferreira exercem a paixão pela culinária. Os cursos oferecidos em um salão amplo, no andar superior, incluem harmonização de azeites, vinhos, preparação de risotos, massas etc.
Descobri o local entre uma busca e outra, e gostei muito da ideia de fazer um curso prático de massas. O Fábio, que não é muito chegado em experimentos culinários, também se animou com a proposta.
Em uma grande bancada de granito, Luis demonstra todo o processo de preparação da massa, incluindo detalhes sobre os ingredientes – farinha branca, farinha de sêmola de trigo, azeite e muitos ovos -, o descanso da massa, que pode até ser congelada, e a manipulação.
A aula tem pitadas de história sobre a origem do macarrão, trazido pelos árabes à Itália, detalhes dos formatos das massas, os molhos mais apropriados para cada formato e outras curiosidades. Se não der para anotar tudo, não se preocupe. Cada aluno leva para casa um DVD com alguns slides contendo informações, imagens e receitas.
Depois da apresentação, a turma vai para a bancada abrir a massa no cilindro da casa. O acessório também tem história: veio na bagagem da ‘nonna’ italiana em 1947 para o Brasil. Depois partimos para as dobraduras de massas recheadas. As minhas ficaram meio tortas, tadinhas, mas o Fábio já pegou o jeito de primeira e ganhou elogios dos professores. Fiquei bem contente ao descobrir que tenho um ‘designer’ de massas em casa.
Ao fim do aprendizado, enquanto tiramos dúvidas e trocamos dicas, Luis prepara um delicioso jantar com três tipos de massas caseiras, incluindo uma taça de vinho e água.
O menu começa com um reconfortante tortelli in brodo – massa recheada com uma proporção clássica de carnes de frango, boi e mortadela. Na sequência, meu molho favorito, alla carbonara, envolve o tonarelli – massa similar ao spaghetti, com perfil quadrado, cortada diretamente no cilindro para macarrão.
O gran finalle foi o tagliatelli alla Norma. Esta receita siciliana simples e surpreendente leva molho de tomates, berinjela frita em cubinhos, e ricota defumada. O sabor da ricota defumada, que lembra um pouco o bacon, é uma ótima opção para agradar carnívoros e vegetarianos.
O valor da experiência também é muito agradável. O curso feito no fim de novembrou custou R$ 110 para duas pessoas – creio que não chega ao preço de um jantar simples, sem curso, em uma cantina paulistana.
Enquanto dobrávamos as massas, Adriana passou uma importante lição de casa: “Reúna os amigos ou a família em volta de uma mesa de massas e fique batendo papo enquanto dobra os capelettis, raviolis etc. para o jantar ou almoço de domingo. É uma verdadeira terapia.”
(Post publicado originalmente no blog Braun Café em 21 de janeiro de 2012)
Bom para: Ir com amigos, Jantar, Gastar pouco
Dica: Quem se animou a preparar ‘la vera pasta’ em casa deve se preparar para investir em uma máquina para macarrão (R$ 199 na M. Dragonetti). Para o molho de tomates, a dica do professor Luis é usar um passador de legumes. Outro acessório importante, e
Preço
$$$
$$$
Ambiente
Comida
Atendimento
Bebida
Spago traz surpresas saborosas e bom preço
Por @_montinho
Foi sem entender direito o que estava acontecendo (afinal eu nem nasci!) que eu acabei provando as delícias do Spago, recém-aberto restaurante do chef Carlos Bertolazzi (@cabertolazzi), proprietário do Zena Caffé. Meus pais, o Alê e a Fabi, são comilões reconhecidos e já andaram colaborando com o Braun Café no passado, bem antes da minha existência. Aí resolvi assumir a responsabilidade e escrever minha primeira crítica culinária.
Meus pais me levaram lá na primeira sexta-feira do ano, dia 6 de janeiro, quando a cidade ainda estava vazia. Estranhamente, também o restaurante tinha a maioria das mesas desocupadas – uma prova de que ainda tem muita gente para descobrir e experimentar o Spago, que mistura a cozinha italiana com influências norte-americanas em um grande e aconchegante salão no Itaim.
De entrada, comemos uma berinjela à milanesa que estava ótima. A porção é pequena, o que à primeira vista decepciona, mas saborosa, servida com um molho sensacional. Tão bom que:
1) Nem deu tempo do meu pai tirar fotos, já que eu e a mamãe não deixamos;
2) Depois de finalizada a entrada, eles pediram um pãozinho para limpar aquela maravilha vermelha – e ganharam uma porção extra de molho! Essa gentileza contou pontos…
Na hora do prato principal, o cardápio enxuto não ajuda muito na escolha – tudo parece bom. Ao todo, o Spago oferece umas sete ou oito opções de massa, outras cinco de carne ou frango e três especialidades. Uma das estrelas das massas, pelos comentários espalhados pela internet e em guias de São Paulo, é o Spaguetti and meatballs, prato que entrega o que a casa promete: pratos saborosos, simples e a preços atraentes (R$ 29).
Mamãe e eu resolvemos experimentar a Saltimboca com spaguetti na manteiga (as carnes têm outras opções de acompanhamento, como purê de batatas, risoto à parmigiana, legumes na manteiga e salada). De novo fomos rápidos demais e papai perdeu a foto… Se ele tivesse conseguido, vocês veriam dois belos filés com sálvia na medida e generosas fatias de presunto parma, acompanhados por uma porção justa de massa al dente. Tudo isso por R$ 34. Adoramos!
Já o papai optou por uma das especialidades da casa, o frango a scarpariello, um franguinho de leite assado servido com purê de batatas cremosíssimo, cebolas caramelizadas e um molho de linguiça picante (R$ 32). Pode ser uma surpresa pra muitos (pra mim tudo é novo e foi!), mas os sabores se complementam na medida. Papai fez questão de chupar o ossinho pra não deixar sobrar nada.
Já quase nos finalmente dos pratos principais o @cabertolazzi chegou ao restaurante e veio dar um “oi”. Figura simpática e boa de papo, o chef queria saber se os pratos estavam bons e se tudo o mais estava OK, contou um pouco da história do restaurante e saiu deixando uma frase no ar que me fez dar duas voltinhas na barriga da mamãe: “Não deixem de provar as sobremesas”.
Eu não tenho nem 15 semanas de vida uterina ainda, mas não ia deixar passar uma recomendação dessas, afinal, sou filho de dois comilões assumidos. Logo, partimos para uma pannacotta com calda de frutas vermelhas. MINHANOSSASENHORA! Ainda bem que meus pais aceitaram a dica do Bertolazzi!
Começando pela apresentação lúdica e charmosa – dois potinhos separados que trazem a calda e a pannacotta –, a sobremesa é um arraso. Leve, saborosa com ou sem a calda, é uma pannacotta que precisa ser provada. Eu já avisei: assim que nascer e passar da fase da amamentação e das papinhas, quero voltar lá pra comer uma sozinho(a)!
No caminho pra casa, ouvi do papai e da mamãe o veredito: valeu muito a visita ao Spago. Segundo o Bertolazzi, o almoço tem sido bem disputado, mas o jantar ainda é uma tranquilidade. Com preços justos, um ambiente realmente aconchegante e pratos simples e saborosos sem perder a sofisticação, essa paz não vai durar muito…
Ah, a mamãe se encantou com a decoração do salão, que conta com grandes lustres com fotos de crianças se deliciando com macarronada. Acho que é vontade de me conhecer. Em julho estarei na área.
*@_montinho é um bebê pra lá de simpático e comilão, filho da @fabianamonte e do @alescaglia. Em julho, ele sairá da barriga da mamãe pra conhecer pessoalmente as maravilhas que a culinária oferece. Até lá, seus pais se encarregam de apresentar essas delícias para ele. O @brauncafe agradece a bella dica deste verdadeiro baby gourmet!
(Post publicado originalmente no blog Braun Café em 14 de janeiro de 2012)
Por @_montinho
Foi sem entender direito o que estava acontecendo (afinal eu nem nasci!) que eu acabei provando as delícias do Spago, recém-aberto restaurante do chef Carlos Bertolazzi (@cabertolazzi), proprietário do Zena Caffé. Meus pais, o Alê e a Fabi, são comilões reconhecidos e já andaram colaborando com o Braun Café no passado, bem antes da minha existência. Aí resolvi assumir a responsabilidade e escrever minha primeira crítica culinária.
Meus pais me levaram lá na primeira sexta-feira do ano, dia 6 de janeiro, quando a cidade ainda estava vazia. Estranhamente, também o restaurante tinha a maioria das mesas desocupadas – uma prova de que ainda tem muita gente para descobrir e experimentar o Spago, que mistura a cozinha italiana com influências norte-americanas em um grande e aconchegante salão no Itaim.
De entrada, comemos uma berinjela à milanesa que estava ótima. A porção é pequena, o que à primeira vista decepciona, mas saborosa, servida com um molho sensacional. Tão bom que:
1) Nem deu tempo do meu pai tirar fotos, já que eu e a mamãe não deixamos;
2) Depois de finalizada a entrada, eles pediram um pãozinho para limpar aquela maravilha vermelha – e ganharam uma porção extra de molho! Essa gentileza contou pontos…
Na hora do prato principal, o cardápio enxuto não ajuda muito na escolha – tudo parece bom. Ao todo, o Spago oferece umas sete ou oito opções de massa, outras cinco de carne ou frango e três especialidades. Uma das estrelas das massas, pelos comentários espalhados pela internet e em guias de São Paulo, é o Spaguetti and meatballs, prato que entrega o que a casa promete: pratos saborosos, simples e a preços atraentes (R$ 29).
Mamãe e eu resolvemos experimentar a Saltimboca com spaguetti na manteiga (as carnes têm outras opções de acompanhamento, como purê de batatas, risoto à parmigiana, legumes na manteiga e salada). De novo fomos rápidos demais e papai perdeu a foto… Se ele tivesse conseguido, vocês veriam dois belos filés com sálvia na medida e generosas fatias de presunto parma, acompanhados por uma porção justa de massa al dente. Tudo isso por R$ 34. Adoramos!
Já o papai optou por uma das especialidades da casa, o frango a scarpariello, um franguinho de leite assado servido com purê de batatas cremosíssimo, cebolas caramelizadas e um molho de linguiça picante (R$ 32). Pode ser uma surpresa pra muitos (pra mim tudo é novo e foi!), mas os sabores se complementam na medida. Papai fez questão de chupar o ossinho pra não deixar sobrar nada.
Já quase nos finalmente dos pratos principais o @cabertolazzi chegou ao restaurante e veio dar um “oi”. Figura simpática e boa de papo, o chef queria saber se os pratos estavam bons e se tudo o mais estava OK, contou um pouco da história do restaurante e saiu deixando uma frase no ar que me fez dar duas voltinhas na barriga da mamãe: “Não deixem de provar as sobremesas”.
Eu não tenho nem 15 semanas de vida uterina ainda, mas não ia deixar passar uma recomendação dessas, afinal, sou filho de dois comilões assumidos. Logo, partimos para uma pannacotta com calda de frutas vermelhas. MINHANOSSASENHORA! Ainda bem que meus pais aceitaram a dica do Bertolazzi!
Começando pela apresentação lúdica e charmosa – dois potinhos separados que trazem a calda e a pannacotta –, a sobremesa é um arraso. Leve, saborosa com ou sem a calda, é uma pannacotta que precisa ser provada. Eu já avisei: assim que nascer e passar da fase da amamentação e das papinhas, quero voltar lá pra comer uma sozinho(a)!
No caminho pra casa, ouvi do papai e da mamãe o veredito: valeu muito a visita ao Spago. Segundo o Bertolazzi, o almoço tem sido bem disputado, mas o jantar ainda é uma tranquilidade. Com preços justos, um ambiente realmente aconchegante e pratos simples e saborosos sem perder a sofisticação, essa paz não vai durar muito…
Ah, a mamãe se encantou com a decoração do salão, que conta com grandes lustres com fotos de crianças se deliciando com macarronada. Acho que é vontade de me conhecer. Em julho estarei na área.
*@_montinho é um bebê pra lá de simpático e comilão, filho da @fabianamonte e do @alescaglia. Em julho, ele sairá da barriga da mamãe pra conhecer pessoalmente as maravilhas que a culinária oferece. Até lá, seus pais se encarregam de apresentar essas delícias para ele. O @brauncafe agradece a bella dica deste verdadeiro baby gourmet!
(Post publicado originalmente no blog Braun Café em 14 de janeiro de 2012)
Bom para: Ir com amigos, Ir com crianças, Jantar, Almoçar, Famílias, Almoço rápido, Gastar pouco
Dica: Fun page: https://www.facebook.com/PastificioSpago
Preço
$$$
$$$
Ambiente
Comida
Atendimento
Bebida
(2)
.
•
Comentar
Mauro Renzi Ferreira:
Melhor resenha até hoje! Desejo muita saúde a essa 3ª pessoa! Hehe ; )
Enviado há 2 semanas, 1 dia
O restaurante Nama Baru abriu as portas para a culinária tailandesa no ano passado, na Avenida Pompéia. A casa trabalha somente com almoço (Terça a sexta das 11h30 às 16h. Sábado e Domingo das 12h às 16h) e oferece menu executivo por R$ 23 durante a semana (entrada, prato principal e sobremesa).
Já ouvi elogios ao clássico pad thai. O preço do prato individual varia de acordo com a carne: vegetariano (R$ 25), frango (R$ 28) ou camarão (R$ 38). Dê uma espiada no cardápio do Nama Baru: http://www.namabaru.com.br/links/menu_NamaBaru.pdf
Já ouvi elogios ao clássico pad thai. O preço do prato individual varia de acordo com a carne: vegetariano (R$ 25), frango (R$ 28) ou camarão (R$ 38). Dê uma espiada no cardápio do Nama Baru: http://www.namabaru.com.br/links/menu_NamaBaru.pdf
Bom para: Ir com amigos, Casais, Almoçar, Vegetarianos
Preço
$$$
$$$
Ambiente
Comida
Atendimento
Bebida
Perdizes na Tailândia
O Braun Café entra em 2012 com sabores da Tailândia. A dica da vez é o Namga, mais conhecido em Perdizes como Tele-Thai. Em meados de 2011, o delivery ganhou novo endereço e um salão aconchegante para acolher até 50 pessoas em busca de comida tailandesa de qualidade a preços razoáveis.
Em um jantar com amigos, na segunda-feira, a casa estava bem movimentada. O garçom muito atencioso nos ajudou na escolha da entrada: Pópia-Tot. Estes “rolinhos primavera tailandeses” bem crocantes são recheados de macarrão de arroz, frango, vegetais e hortelã (R$ 16), acompanhando molho agridoce levemente picante. Começamos bem.
Para beber optamos por um refrescante suco de tangerina e pedimos bis, mas ainda quero provar os drinks da casa na próxima visita.
A recomendação para o prato principal foi unânime entre os amigos Giedre e Fábio: curry tailandês e arroz de coco para acompanhar. Se você acha que curry é sempre igual, melhor rever seus conceitos. O mesmo vale para o acompanhamento: Kao Plaw Katí (arroz de jasmim cozido em calda de leite de coco com raspas de coco queimado por cima).
Os preços do cozido variam de acordo com a carne ou se a opção é vegetariana. Como estávamos em três pessoas, pedimos o Keng Massaman (curry ligeiramente adocicado, servido com cenoura, cebola, batata e castanha de caju) nas versões de frango (R$ 34) e filé mignon (R$ 38). Para acompanhar, duas porções do sensacional arroz de coco (R$ 9 cada).
Felizes e satisfeitos tomamos um chá de jasmim de cortesia e fechamos a conta em R$ 50 por pessoa. Valeu muito a pena pela qualidade da comida, do serviço e, é claro, pela companhia dos amigos.
(Post publicado originalmente no blog Braun Café em 8 de janeiro de 2012)
O Braun Café entra em 2012 com sabores da Tailândia. A dica da vez é o Namga, mais conhecido em Perdizes como Tele-Thai. Em meados de 2011, o delivery ganhou novo endereço e um salão aconchegante para acolher até 50 pessoas em busca de comida tailandesa de qualidade a preços razoáveis.
Em um jantar com amigos, na segunda-feira, a casa estava bem movimentada. O garçom muito atencioso nos ajudou na escolha da entrada: Pópia-Tot. Estes “rolinhos primavera tailandeses” bem crocantes são recheados de macarrão de arroz, frango, vegetais e hortelã (R$ 16), acompanhando molho agridoce levemente picante. Começamos bem.
Para beber optamos por um refrescante suco de tangerina e pedimos bis, mas ainda quero provar os drinks da casa na próxima visita.
A recomendação para o prato principal foi unânime entre os amigos Giedre e Fábio: curry tailandês e arroz de coco para acompanhar. Se você acha que curry é sempre igual, melhor rever seus conceitos. O mesmo vale para o acompanhamento: Kao Plaw Katí (arroz de jasmim cozido em calda de leite de coco com raspas de coco queimado por cima).
Os preços do cozido variam de acordo com a carne ou se a opção é vegetariana. Como estávamos em três pessoas, pedimos o Keng Massaman (curry ligeiramente adocicado, servido com cenoura, cebola, batata e castanha de caju) nas versões de frango (R$ 34) e filé mignon (R$ 38). Para acompanhar, duas porções do sensacional arroz de coco (R$ 9 cada).
Felizes e satisfeitos tomamos um chá de jasmim de cortesia e fechamos a conta em R$ 50 por pessoa. Valeu muito a pena pela qualidade da comida, do serviço e, é claro, pela companhia dos amigos.
(Post publicado originalmente no blog Braun Café em 8 de janeiro de 2012)
Bom para: Ir com amigos, Casais, Jantar, Almoçar, Vegetarianos, Reuniões de negócios, Famílias, Gastar pouco
Preço
$$$
$$$
Ambiente
Comida
Atendimento
Bebida
Jantar à italiana
O Zino Adega e Restaurante é um lugar que vale ter em mente quando se trata de comida italiana preparada com dedicação, bons vinhos e serviço atencioso, seja para um jantar romântico ou almoço descontraído.
O cardápio segue a linha dos restaurantes da Itália, com algumas sutilezas da nossa culinária como o risoto de castanha do Pará, que acompanha a respeitável coxa e sobrecoxa de frango ao molho de laranja, ou os deliciosos pãezinhos de tapioca com queijo servidos no couvert. Veja todas as fotos dos pratos do Zino Adega no Flickr do Braun Café.
As entradas incluem embutidos cortados na hora e brusquetas. Dá pra ficar só nas porções, batendo papo e bebericando uma taça de vinho, por exemplo. Em uma tarde ensolarada, além do salão de dois ambientes, é possível se acomodar nas mesinhas com guarda-sol em um pequeno deck na frente da casa ou no quintal onde encontra-se uma bela mesa para seis pessoas à sombra de uma caramboleira.
A adega oferece rótulos do mundo todo, também serviços em taças de 100 ml, 200 ml ou no decanter (500 ml). A escolha foi meia garrafa do toscano Centine (R$ 42), que acompanhou muito bem a refeição.
Nesta primeira visita ao restaurante – recomendado pelo amigo Edgar Kanamaru -, o jantar a dois começou com o couvert da casa (R$ 7,50 por pessoa), que inclui dois pãezinhos de tapioca com queijo, fatias de pão caseiro integral, manteiga com sálvia e dois acompanhamentos do dia – saborosos cogumelos grelhados com parmesão e tapenade (pasta de azeitonas pretas). O Fábio, que não é muito chegado a massas integrais ou tapioca, sentiu falta do pão italiano tradicional, mas adorou a manteiga com sálvia.
A escolha do prato principal foi mais complicada entre tentadoras opções de massas, risotos, polentas e carnes. O atencioso e simpático garçom Matias nos orientou e contou algumas curiosidades. Aos sábados, por exemplo, há um prato ‘só daquele dia’, que nunca se repete, e o molho à bolonhesa é servido somente aos domingos para seguir uma tradição, além de incentivar a escolha de outros sabores pelos clientes, nos outros dias.
Os olhos pararam no cardápio de carnes. Fábio optou por um alto e suculento bife ancho e trocou o acompanhamento de salada por spaghetti à carbonara (R$ 43,80 com acompanhamento de massa ou risoto). Quando o grande filé imponente chegou à mesa entendemos porque a sugestão de acompanhamento é salada.
Minha escolha foi uma generosa coxa e sobrecoxa de frango, no ponto certo, ao molho de laranja, acompanhada de um leve risoto de castanha do Pará e parmesão (R$ 37,50). Ufa… confesso que foi difícil encarar o prato todo, embora estivesse delicioso.
Na próxima visita pretendo adotar outra estratégia, começando com a porção de brusquetas e talvez dividindo um prato principal de carne. Assim sobra espaço para provar o Pudim da Cacá [de requeijão com calda de frutas vermelhas] que o Edgar até fotografou para o Braun Café.
(Post publicado originalmente no blog Braun Café em 11 de dezembro de 2011)
O Zino Adega e Restaurante é um lugar que vale ter em mente quando se trata de comida italiana preparada com dedicação, bons vinhos e serviço atencioso, seja para um jantar romântico ou almoço descontraído.
O cardápio segue a linha dos restaurantes da Itália, com algumas sutilezas da nossa culinária como o risoto de castanha do Pará, que acompanha a respeitável coxa e sobrecoxa de frango ao molho de laranja, ou os deliciosos pãezinhos de tapioca com queijo servidos no couvert. Veja todas as fotos dos pratos do Zino Adega no Flickr do Braun Café.
As entradas incluem embutidos cortados na hora e brusquetas. Dá pra ficar só nas porções, batendo papo e bebericando uma taça de vinho, por exemplo. Em uma tarde ensolarada, além do salão de dois ambientes, é possível se acomodar nas mesinhas com guarda-sol em um pequeno deck na frente da casa ou no quintal onde encontra-se uma bela mesa para seis pessoas à sombra de uma caramboleira.
A adega oferece rótulos do mundo todo, também serviços em taças de 100 ml, 200 ml ou no decanter (500 ml). A escolha foi meia garrafa do toscano Centine (R$ 42), que acompanhou muito bem a refeição.
Nesta primeira visita ao restaurante – recomendado pelo amigo Edgar Kanamaru -, o jantar a dois começou com o couvert da casa (R$ 7,50 por pessoa), que inclui dois pãezinhos de tapioca com queijo, fatias de pão caseiro integral, manteiga com sálvia e dois acompanhamentos do dia – saborosos cogumelos grelhados com parmesão e tapenade (pasta de azeitonas pretas). O Fábio, que não é muito chegado a massas integrais ou tapioca, sentiu falta do pão italiano tradicional, mas adorou a manteiga com sálvia.
A escolha do prato principal foi mais complicada entre tentadoras opções de massas, risotos, polentas e carnes. O atencioso e simpático garçom Matias nos orientou e contou algumas curiosidades. Aos sábados, por exemplo, há um prato ‘só daquele dia’, que nunca se repete, e o molho à bolonhesa é servido somente aos domingos para seguir uma tradição, além de incentivar a escolha de outros sabores pelos clientes, nos outros dias.
Os olhos pararam no cardápio de carnes. Fábio optou por um alto e suculento bife ancho e trocou o acompanhamento de salada por spaghetti à carbonara (R$ 43,80 com acompanhamento de massa ou risoto). Quando o grande filé imponente chegou à mesa entendemos porque a sugestão de acompanhamento é salada.
Minha escolha foi uma generosa coxa e sobrecoxa de frango, no ponto certo, ao molho de laranja, acompanhada de um leve risoto de castanha do Pará e parmesão (R$ 37,50). Ufa… confesso que foi difícil encarar o prato todo, embora estivesse delicioso.
Na próxima visita pretendo adotar outra estratégia, começando com a porção de brusquetas e talvez dividindo um prato principal de carne. Assim sobra espaço para provar o Pudim da Cacá [de requeijão com calda de frutas vermelhas] que o Edgar até fotografou para o Braun Café.
(Post publicado originalmente no blog Braun Café em 11 de dezembro de 2011)
Bom para: Casais, Jantar, Almoçar, Vinho
Preço
$$$
$$$
Ambiente
Comida
Atendimento
Bebida
A sabedoria da Coruja
Para quem aprecia cervejas especiais, recomendo a Cerveja Coruja, de Porto Alegre. Experimentei a pielsen artesanal no Ciao Vino & Birra, mas ainda quero provar a ‘Cerveja Viva‘, destaque da cervejaria.
A bebida não-pasteurizada vem engarrafada em um lindo vidro que lembra um medicamento das antigas boticas. E a mensagem no rótulo deste ‘santo remédio’ resume tudo o que desejo dizer neste toast: “Beba com sabedoria“.
A cerveja (R$ 18) acompanhou os paninis de rosbife com queijo (R$ 23) e Ciao! (R$ 26), recheado de suculentos polpettinis bem temperados, molho de tomate e queijo.
(Post publicado originalmente no blog Braun Café em 27 de novembro de 2011)
Para quem aprecia cervejas especiais, recomendo a Cerveja Coruja, de Porto Alegre. Experimentei a pielsen artesanal no Ciao Vino & Birra, mas ainda quero provar a ‘Cerveja Viva‘, destaque da cervejaria.
A bebida não-pasteurizada vem engarrafada em um lindo vidro que lembra um medicamento das antigas boticas. E a mensagem no rótulo deste ‘santo remédio’ resume tudo o que desejo dizer neste toast: “Beba com sabedoria“.
A cerveja (R$ 18) acompanhou os paninis de rosbife com queijo (R$ 23) e Ciao! (R$ 26), recheado de suculentos polpettinis bem temperados, molho de tomate e queijo.
(Post publicado originalmente no blog Braun Café em 27 de novembro de 2011)
Bom para: Ir com amigos, Casais, Vinho, Happy hour, Cerveja
Preço
$$$
$$$
Ambiente
Comida
Público
Atendimento
Bebida
(2)
.
•
Comentar
rafael assad luz:
gosto muito de paninis, comia muito na Casa do Pão de Queijo na minha cidade, agora preciso experimentar esses deste bar
Enviado em 28/11/11
Vânia M.G.:
Adorei a dica! :)
Enviado em 8/12/11
Goles de sabedoria
Se você aprecia cervejas anote este nome: Honey Dew (‘orvalho de mel’, em português). Esta dourada e refrescante cerveja orgânica da inglesa Fuller’s, com um toque de mel, é uma das mais saborosas que já provei.
A descoberta aconteceu no RhinoPub onde tive a alegria de conhecer os blogueiros da turma do Kekanto, rede social de indicação de restaurantes, bares e serviços da qual o Braun Café também é parceiro.
O pub, que oferece uma respeitosa carta de cervejas especiais, era o local perfeito para novas degustações. Depois de meio pint de Guinness, para matar a saudade, pedi uma dica aos queridos Vânia e Gustavo, que comandam o blog Cia dos Botecos. Eles gostam tanto de cerveja que bateram o recorde do Boteco Bohemia – visitaram os 31 bares da extinta competição em um mês. A resposta foi ‘Honey Dew’.
O aroma de mel é marcante e impressiona, mas o sabor adocicado é bem leve e não rouba o paladar da ‘golden ale’ bem equilibrada, com 5% de teor alcoólico. A harmonização recomendada não podia ser melhor: peixes, frutos do mar ou massas como meu adorado Spaghetti a Carbornara, que já provei com a preciosa Tripel Karmeliet em ‘As carmelitas e o carbonara‘.
Tive a sorte de provar a Honey Dew beliscando crocantes lulas à dorê da porção London Eye Calamari (R$ 27) com um pouco de limão. Perfeito. Uma fatia de limão na borda do copo ou da garrafa também é recomendada na degustação da cerveja com mel – ainda por cima é saudável.
A garrafa de 500 ml da Honey Dew sai por R$ 24 no Rhino Pub, mas a cerveja importada pela Boxer do Brasil também é vendida em empórios, onde o preço deve ser um pouco mais baixo. Outra boa notícia é que, em julho deste ano, a distribuidora lançou as versões em ‘chope’ dos rótulos Honey Dew e London Pride - cerveja ale saborosa e frutada.
Na versão brasileira temos a Colorado Appia, de Ribeirão Preto (SP), com toque de mel de flor de laranjeira, que sai pela metade do preço da importada. A turma dos cervejeiros já me alertou que a Honey Dew é a melhor da categoria, mas é sempre bom ter uma opção acessível.
Outra dica do pessoal, também da Fuller’s, é a Golden Pride, que encontrei na Adega Tutoia e levei de presente ao amigo Pedro. Esta ‘strong ale’ é bem encorpada e intensa. Acho que o Pedro gostou. Eu fico mais na cerveja com ‘orvalho de mel’.
(Post publicado originalmente no blog Braun Café em 27 de novembro de 2011)
Se você aprecia cervejas anote este nome: Honey Dew (‘orvalho de mel’, em português). Esta dourada e refrescante cerveja orgânica da inglesa Fuller’s, com um toque de mel, é uma das mais saborosas que já provei.
A descoberta aconteceu no RhinoPub onde tive a alegria de conhecer os blogueiros da turma do Kekanto, rede social de indicação de restaurantes, bares e serviços da qual o Braun Café também é parceiro.
O pub, que oferece uma respeitosa carta de cervejas especiais, era o local perfeito para novas degustações. Depois de meio pint de Guinness, para matar a saudade, pedi uma dica aos queridos Vânia e Gustavo, que comandam o blog Cia dos Botecos. Eles gostam tanto de cerveja que bateram o recorde do Boteco Bohemia – visitaram os 31 bares da extinta competição em um mês. A resposta foi ‘Honey Dew’.
O aroma de mel é marcante e impressiona, mas o sabor adocicado é bem leve e não rouba o paladar da ‘golden ale’ bem equilibrada, com 5% de teor alcoólico. A harmonização recomendada não podia ser melhor: peixes, frutos do mar ou massas como meu adorado Spaghetti a Carbornara, que já provei com a preciosa Tripel Karmeliet em ‘As carmelitas e o carbonara‘.
Tive a sorte de provar a Honey Dew beliscando crocantes lulas à dorê da porção London Eye Calamari (R$ 27) com um pouco de limão. Perfeito. Uma fatia de limão na borda do copo ou da garrafa também é recomendada na degustação da cerveja com mel – ainda por cima é saudável.
A garrafa de 500 ml da Honey Dew sai por R$ 24 no Rhino Pub, mas a cerveja importada pela Boxer do Brasil também é vendida em empórios, onde o preço deve ser um pouco mais baixo. Outra boa notícia é que, em julho deste ano, a distribuidora lançou as versões em ‘chope’ dos rótulos Honey Dew e London Pride - cerveja ale saborosa e frutada.
Na versão brasileira temos a Colorado Appia, de Ribeirão Preto (SP), com toque de mel de flor de laranjeira, que sai pela metade do preço da importada. A turma dos cervejeiros já me alertou que a Honey Dew é a melhor da categoria, mas é sempre bom ter uma opção acessível.
Outra dica do pessoal, também da Fuller’s, é a Golden Pride, que encontrei na Adega Tutoia e levei de presente ao amigo Pedro. Esta ‘strong ale’ é bem encorpada e intensa. Acho que o Pedro gostou. Eu fico mais na cerveja com ‘orvalho de mel’.
(Post publicado originalmente no blog Braun Café em 27 de novembro de 2011)
Bom para: Ir com amigos, Happy hour, Cerveja, Drinques, Paquerar, Assistir Futebol
Preço
$$$
$$$
Ambiente
Comida
Público
Atendimento
Bebida
(4)
.
•
Comentar
Vânia M.G.:
Adorei o post!! :)
Enviado em 28/11/11
rafael assad luz:
a honey dew é boa mesmo, apecar de a ter achado fraco, mas gostei, é diferente, talvez "exótica", kkkk
Enviado em 28/11/11
Recebeu 64 cliques em "Gostei"
Carregando...

