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Em nossa próxima visita à Santiago, uma coisa é certa: vamos nos hospedar na Providência. Foi o bairro com o qual mais nos identificamos, provavelmente porque reúne bares, restaurantes, áreas verdes e boa oferta de serviços, tudo isso sem a muvuca do Centro, mas com fácil acesso a outras regiões da cidade.
Uma de nossas descobertas por lá foi o Del Cocinero, agradável bistrô comandado pelo Cristián, um chileno que trocou a vida de executivo em uma companhia de aviação pelo seu verdadeiro projeto de vida, esse pequeno restaurante que serve pratos muito bem elaborados.
Quando chegamos tocava música brasileira no som ambiente, e não era só para agradar os muitos brasileiros que circulavam pela cidade. Tem a ver, na verdade, com o gosto musical do proprietário, que morou no Rio de Janeiro e fala muito bem o português.
Vendo o cardápio – disponível em espanhol, português e inglês –, logo decidimos começar pelo Ceviche del Cocinero, um ceviche de salmão com cebola roxa, abacate e fundos de alcachofra cozidos no limão, azeite e pimenta preta (4.800 pesos, algo como R$ 18). Por ser feita com salmão, essa versão foi a menos convencional que provamos do prato peruano adotado pelos chilenos. Estava excelente!
Provamos na companhia do Viña Sutil Limited Release Carmenére, do qual tínhamos uma boa expectativa não totalmente confirmada (11.500 pesos chilenos, em torno de R$ 43,50).
Na hora dos principais, a Débora escolheu aquele que seria o destaque da noite: Charlotte d’Agneu aux Aubergines (7.850 pesos/R$ 30). Trata-se de uma perna de cordeiro cozida e temperada com mel, manjericão e outras especiarias, servida com lâminas de berinjela, pimentão, abobrinha e cebola. Absolutamente sensacional, vale ir até lá só pra provar esse prato.
Eu pedi Pollo Relleno (6.800 pesos/R$ 25,70), um ótimo frango recheado de aspargos e amêndoas, servido com risoto.
Outro destaque do Del Cocinero é a carta de sobremesas. Tanto que acabamos pedindo três! Primeiro, a Débora foi de Crème Brulée con Arandános (blueberry) – 2.600 pesos/R$ 10. Estava bom, mas esperávamos um sabor mais acentuado de blueberry. Eu fui numa receita mais básica e gostei bastante: Flan de leche casero (2.200 pesos/R$ 8,50). Antes de pedir a conta, ainda dividimos um Helado de arroz con leche (2.600/R$ 10), um sorvete que, sem dúvida nenhuma, foi a sobremesa da noite.
Uma de nossas descobertas por lá foi o Del Cocinero, agradável bistrô comandado pelo Cristián, um chileno que trocou a vida de executivo em uma companhia de aviação pelo seu verdadeiro projeto de vida, esse pequeno restaurante que serve pratos muito bem elaborados.
Quando chegamos tocava música brasileira no som ambiente, e não era só para agradar os muitos brasileiros que circulavam pela cidade. Tem a ver, na verdade, com o gosto musical do proprietário, que morou no Rio de Janeiro e fala muito bem o português.
Vendo o cardápio – disponível em espanhol, português e inglês –, logo decidimos começar pelo Ceviche del Cocinero, um ceviche de salmão com cebola roxa, abacate e fundos de alcachofra cozidos no limão, azeite e pimenta preta (4.800 pesos, algo como R$ 18). Por ser feita com salmão, essa versão foi a menos convencional que provamos do prato peruano adotado pelos chilenos. Estava excelente!
Provamos na companhia do Viña Sutil Limited Release Carmenére, do qual tínhamos uma boa expectativa não totalmente confirmada (11.500 pesos chilenos, em torno de R$ 43,50).
Na hora dos principais, a Débora escolheu aquele que seria o destaque da noite: Charlotte d’Agneu aux Aubergines (7.850 pesos/R$ 30). Trata-se de uma perna de cordeiro cozida e temperada com mel, manjericão e outras especiarias, servida com lâminas de berinjela, pimentão, abobrinha e cebola. Absolutamente sensacional, vale ir até lá só pra provar esse prato.
Eu pedi Pollo Relleno (6.800 pesos/R$ 25,70), um ótimo frango recheado de aspargos e amêndoas, servido com risoto.
Outro destaque do Del Cocinero é a carta de sobremesas. Tanto que acabamos pedindo três! Primeiro, a Débora foi de Crème Brulée con Arandános (blueberry) – 2.600 pesos/R$ 10. Estava bom, mas esperávamos um sabor mais acentuado de blueberry. Eu fui numa receita mais básica e gostei bastante: Flan de leche casero (2.200 pesos/R$ 8,50). Antes de pedir a conta, ainda dividimos um Helado de arroz con leche (2.600/R$ 10), um sorvete que, sem dúvida nenhuma, foi a sobremesa da noite.
Bom para: Ir com amigos, Ir com crianças, Casais, Jantar, Almoçar, Vinho, Comer muito, Reuniões de negócios, Famílias
Dica: O restaurante fica em uma rua bem extensa, cuja numeração é um pouco confusa – tanto que o taxista se confundiu quando nos levou. Para evitar problemas no trajeto, sugerimos imprimir o mapa disponível na seção “como llegar” do site do restaura
Preço
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$$$
Ambiente
Comida
Atendimento
Bebida
De vários pontos de Santiago é possível avistar a estátua branca da Virgen de la Imaculada Concepción. Ela fica no topo do Cerro San Cristóbal, um morro reflorestado no início do século passado e que hoje é uma das principais áreas verdes da cidade, situado na região do Parque Metropolitano.
Lá em cima, um mirante permite observar Santiago a partir de uma altura de mais de 800 metros. Para chegar há duas opções: uma estrada que contorna o morro, ou o funicular – antes existia também um teleférico, mas hoje está desativado. Claro que pagamos os 1.750 pesos por pessoa (cerca de R$ 6,70) para subir de funicular. O sistema é meio velhinho, chacoalha um pouco e faz uns barulhos estranhos. Quem sofre com medo de altura pode se assustar, mas o percurso é rápido. Antes de chegar ao topo, há apenas uma parada para quem vai ao zoológico, onde a entrada é cobrada à parte.
Além de avistar boa parte da organização da cidade, é interessante prestar atenção, lá do alto, na Cordilheira dos Andes emoldurando Santiago. Impossível, porém, não se impressionar com a imensa camada de poluição que cobre a capital chilena. Assustador até para paulistanos como nós.
No mirante há umas poucas lanchonetes simplezinhas, vendendo empanadas pouco atrativas. Por ser um dos principais pontos turísticos da cidade, merecia um cuidado maior. Mas dá pra tomar um Mote con Huesillos (700 pesos, em torno de R$ 2,65), a bebida típica chilena, servida gelada e feita com pêssego desidratado (huesillos) e grãos de trigo (mote). De tão doce, é praticamente um sobremesa! Não chega a ser deliciosa, mas pode ser considerada boa e, principalmente, bem refrescante. Nos dias quentes, cai muito bem.
Subindo mais algumas escadas, chega-se ao santuário da Virgem, um amplo espaço para realização de missas a céu aberto (e bem perto do céu!).
Prefira visitar o Cerro San Cristóbal durante a semana, quanda as filas do funicular não são tão grandes e o mirante não fica tão lotado – aos domingos, dezenas de ciclistas se encontram por lá. E, se der sorte de pegar tempo aberto, tente ficar para ver o pôr-do-sol.
Brincando de Chef – www.brincandodechef.com.br
Lá em cima, um mirante permite observar Santiago a partir de uma altura de mais de 800 metros. Para chegar há duas opções: uma estrada que contorna o morro, ou o funicular – antes existia também um teleférico, mas hoje está desativado. Claro que pagamos os 1.750 pesos por pessoa (cerca de R$ 6,70) para subir de funicular. O sistema é meio velhinho, chacoalha um pouco e faz uns barulhos estranhos. Quem sofre com medo de altura pode se assustar, mas o percurso é rápido. Antes de chegar ao topo, há apenas uma parada para quem vai ao zoológico, onde a entrada é cobrada à parte.
Além de avistar boa parte da organização da cidade, é interessante prestar atenção, lá do alto, na Cordilheira dos Andes emoldurando Santiago. Impossível, porém, não se impressionar com a imensa camada de poluição que cobre a capital chilena. Assustador até para paulistanos como nós.
No mirante há umas poucas lanchonetes simplezinhas, vendendo empanadas pouco atrativas. Por ser um dos principais pontos turísticos da cidade, merecia um cuidado maior. Mas dá pra tomar um Mote con Huesillos (700 pesos, em torno de R$ 2,65), a bebida típica chilena, servida gelada e feita com pêssego desidratado (huesillos) e grãos de trigo (mote). De tão doce, é praticamente um sobremesa! Não chega a ser deliciosa, mas pode ser considerada boa e, principalmente, bem refrescante. Nos dias quentes, cai muito bem.
Subindo mais algumas escadas, chega-se ao santuário da Virgem, um amplo espaço para realização de missas a céu aberto (e bem perto do céu!).
Prefira visitar o Cerro San Cristóbal durante a semana, quanda as filas do funicular não são tão grandes e o mirante não fica tão lotado – aos domingos, dezenas de ciclistas se encontram por lá. E, se der sorte de pegar tempo aberto, tente ficar para ver o pôr-do-sol.
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Bom para: Ir com amigos, Ir com crianças, Casais, Gastar pouco
Dica: Aproveitando que você já estará no bairro da Bellavista, uma dica é conciliar o passeio no Cerro San Cristóbal com a visita à La Chascona, a casa de Pablo Neruda em Santiago, localizada a apenas alguns quarteirões da entrada do funicular.
Preço
$
$
AHORA me dejen tranquilo.
Ahora se acostumbren sin mí.
Yo voy a cerrar los ojos
Y sólo quiero cinco cosas,
cinco raices preferidas.
Una es el amor sin fin.
Lo segundo es ver el otoño.
No puedo ser sin que las hojas
vuelen y vuelvan a la tierra.
Lo tercero es el grave invierno,
la lluvia que amé, la caricia
del fuego en el frío silvestre.
En cuarto lugar el verano
redondo como una sandía.
La quinta cosa son tus ojos,
Matilde mía, bienamada,
no quiero dormir sin tus ojos,
no quiero ser sin que me mires:
yo cambio la primavera
por que tú me sigas mirando.
A Matilde citada nos versos acima foi a terceira mulher de Pablo Neruda, autor do poema. Enquanto ainda eram amantes, o ganhador do prêmio Nobel de literatura construiu uma casa para se encontrar com ela, no bairro atualmente chamado de Bellavista. Na época era um lugar ermo, hoje é uma das áreas mais agradáveis da capital chilena. O imóvel – transformado em museu há 20 anos – leva o nome de La Chascona, que na língua indígena quíchua significa “a descabelada". Lógico que é uma menção ao visual de Matilde, com quem o autor de Vinte Poemas de Amor e uma Canção Desesperada passaria a viver oficialmente em 1955, após divorciar-se da segunda esposa (Delia del Carril).
São três espaços, praticamente três casas, divididas por escadas dentro do mesmo terreno em declive, aos pés do Cerro San Cristóbal. O projeto – em alguns pontos semelhante a um navio – saiu da cabeça do próprio Neruda e foi executado pelo arquiteto catalão Germán Rodríguez Arias.
Dentro de cada ambiente – onde fotos não são permitidas –, uma série de objetos que Neruda colecionava ajudam a revelar a personalidade do poeta. Em uma das paredes, impressiona um quadro em que Matilde foi retratada com duas cabeças, obra do mexicano Diego Rivera, amigo a quem Neruda deu abrigo na casa. Os amantes da literatura brasileira vão gostar de encontrar fotos e outras referências a Jorge Amado e ao poeta amazonense Thiago de Mello, ambos muito próximos do chileno.
Durante o golpe de 11 de setembro de 1973, militares entraram na casa e destruíram diversos objetos em represália ao comunismo engajado de Neruda. Por isso, o que sobrou é uma pequena parte da quantidade de objetos que existia originalmente na casa. Mas é, sem dúvida, uma ótima imersão na história de vida do mais famoso expoente da literatura do Chile, o único país da América Latina a conquistar por duas vezes o Nobel de Literatura (a outra vencedora é Gabriela Mistral).
Ao final dos mais de 40 minutos da visita guiada, vale fazer ulma pausa para o café e, de quebra, comprar alguns exemplares da obra literária do antigo proprietário do imóvel.
Brincando de Chef – www.brincandodechef.com.br
Ahora se acostumbren sin mí.
Yo voy a cerrar los ojos
Y sólo quiero cinco cosas,
cinco raices preferidas.
Una es el amor sin fin.
Lo segundo es ver el otoño.
No puedo ser sin que las hojas
vuelen y vuelvan a la tierra.
Lo tercero es el grave invierno,
la lluvia que amé, la caricia
del fuego en el frío silvestre.
En cuarto lugar el verano
redondo como una sandía.
La quinta cosa son tus ojos,
Matilde mía, bienamada,
no quiero dormir sin tus ojos,
no quiero ser sin que me mires:
yo cambio la primavera
por que tú me sigas mirando.
A Matilde citada nos versos acima foi a terceira mulher de Pablo Neruda, autor do poema. Enquanto ainda eram amantes, o ganhador do prêmio Nobel de literatura construiu uma casa para se encontrar com ela, no bairro atualmente chamado de Bellavista. Na época era um lugar ermo, hoje é uma das áreas mais agradáveis da capital chilena. O imóvel – transformado em museu há 20 anos – leva o nome de La Chascona, que na língua indígena quíchua significa “a descabelada". Lógico que é uma menção ao visual de Matilde, com quem o autor de Vinte Poemas de Amor e uma Canção Desesperada passaria a viver oficialmente em 1955, após divorciar-se da segunda esposa (Delia del Carril).
São três espaços, praticamente três casas, divididas por escadas dentro do mesmo terreno em declive, aos pés do Cerro San Cristóbal. O projeto – em alguns pontos semelhante a um navio – saiu da cabeça do próprio Neruda e foi executado pelo arquiteto catalão Germán Rodríguez Arias.
Dentro de cada ambiente – onde fotos não são permitidas –, uma série de objetos que Neruda colecionava ajudam a revelar a personalidade do poeta. Em uma das paredes, impressiona um quadro em que Matilde foi retratada com duas cabeças, obra do mexicano Diego Rivera, amigo a quem Neruda deu abrigo na casa. Os amantes da literatura brasileira vão gostar de encontrar fotos e outras referências a Jorge Amado e ao poeta amazonense Thiago de Mello, ambos muito próximos do chileno.
Durante o golpe de 11 de setembro de 1973, militares entraram na casa e destruíram diversos objetos em represália ao comunismo engajado de Neruda. Por isso, o que sobrou é uma pequena parte da quantidade de objetos que existia originalmente na casa. Mas é, sem dúvida, uma ótima imersão na história de vida do mais famoso expoente da literatura do Chile, o único país da América Latina a conquistar por duas vezes o Nobel de Literatura (a outra vencedora é Gabriela Mistral).
Ao final dos mais de 40 minutos da visita guiada, vale fazer ulma pausa para o café e, de quebra, comprar alguns exemplares da obra literária do antigo proprietário do imóvel.
Brincando de Chef – www.brincandodechef.com.br
Bom para: Gastar pouco
Dica: Quer saber mais sobre a antiga casa de Neruda em Santiago? Então entre em www.chilexplora.com/tour/lachascona e faça um tour virtual!
Preço
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Ambiente
Atendimento
Um restaurante familiar, cuja proposta é servir cozinha original, e que só abre a cada duas semanas tem todos os requisitos daqueles lugares que a gente adora conhecer. Por isso, nos perguntamos como só fomos saber do Tangerine quando a Priscila, proprietária da casa, mandou um e-mail nos convidando para ir até lá conhecer a proposta!
A Priscila é produtora de TV, por isso só encontra tempo (não sabemos onde) para abrir o restaurante aos sábados e domingos a cada 15 dias. O local? A parte da frente de uma casa em área totalmente residencial na região da Lapa, zona oeste de São Paulo. Um espaço pequeno, mas super aconchegante e com decoração retrô de muito bom gosto. Aliás, assim que começamos a notar todos os detalhes do espaço, imediatamente nos transportamos para a infância na casa das nossas avós. São quadrinhos feitos com bastidores, um varal com pano de prato pendurado, jogo americano feito com retalhos e um pinguim em cima da geladeira vermelha! Pura nostalgia.
No Tangerine toda a família coloca a mão na massa. A cozinha, de onde saem petiscos e pratos caprichados, é comandada pela própria Priscila e pelo irmão dela.
O pai se encarrega de elaborar o delicioso suco de uva natural e também alguns vinhos caseiros, uma tradição da família italiana retomada alguns anos atrás.
Como tudo é feito artesanalmente, claro que o cardápio é enxuto. Ao passar os olhos nas opções da seção Para beliscar, já fica claro que o termo “cozinha original” não é empregado por acaso. Um dos petiscos é um hamburguinho com cheedar e cebola roxa (R$ 18 a porção). Seria algo convencional não fosse um detalhe que faz toda a diferença: um delicioso pão de queijo faz as vezes do pão de hambúrguer! É daquelas sacadas que fazem a gente se perguntar: “como nunca pensei nisso antes?”
Outra ótima ideia resultou em uma repaginada no tradicional sanduíche de pernil. Na versão do Tangerine, a carne desfiada recebe a companhia de queijo brie e recheia uma tapioca que desmancha na boca (R$ 15). Simplesmente sensacional!
Provamos também coxinhas nas versões Tradicional e Thai, essa última recheada com pedacinho de frango ao curry (R$ 15 a porção).
Comemos tanto que quase não aguentamos chegar no prato principal – a casa disponibiliza duas ou três opções que variam, dependendo da semana. A solução foi dividir um Bobó de Camarão bem gostoso (R$ 20). Da próxima vez, porém, vou querer provar o spaghetti à carbonara com abobrinha, feito com massa artesanal.
Na hora da sobremesa, ficamos curiosos para provar o Brigadeiro de Chocolate Branco com limão siciliano, mas, infelizmente, já tinha acabado (por que será, não?!). Então, fomos de Brigadeiro Clássico (R$ 5) acompanhado de um Nespresso.
Se você gosta da ideia de fugir do tradicional e quer aproveitar uma refeição criativa, com sabor de comida caseira, em clima de encontro de amigos, certamente vai adorar esse verdadeiro achado numa cidade onde proliferam restaurantes pretensiosos e sem alma – exatamente o oposto do Tangerine.
A Priscila é produtora de TV, por isso só encontra tempo (não sabemos onde) para abrir o restaurante aos sábados e domingos a cada 15 dias. O local? A parte da frente de uma casa em área totalmente residencial na região da Lapa, zona oeste de São Paulo. Um espaço pequeno, mas super aconchegante e com decoração retrô de muito bom gosto. Aliás, assim que começamos a notar todos os detalhes do espaço, imediatamente nos transportamos para a infância na casa das nossas avós. São quadrinhos feitos com bastidores, um varal com pano de prato pendurado, jogo americano feito com retalhos e um pinguim em cima da geladeira vermelha! Pura nostalgia.
No Tangerine toda a família coloca a mão na massa. A cozinha, de onde saem petiscos e pratos caprichados, é comandada pela própria Priscila e pelo irmão dela.
O pai se encarrega de elaborar o delicioso suco de uva natural e também alguns vinhos caseiros, uma tradição da família italiana retomada alguns anos atrás.
Como tudo é feito artesanalmente, claro que o cardápio é enxuto. Ao passar os olhos nas opções da seção Para beliscar, já fica claro que o termo “cozinha original” não é empregado por acaso. Um dos petiscos é um hamburguinho com cheedar e cebola roxa (R$ 18 a porção). Seria algo convencional não fosse um detalhe que faz toda a diferença: um delicioso pão de queijo faz as vezes do pão de hambúrguer! É daquelas sacadas que fazem a gente se perguntar: “como nunca pensei nisso antes?”
Outra ótima ideia resultou em uma repaginada no tradicional sanduíche de pernil. Na versão do Tangerine, a carne desfiada recebe a companhia de queijo brie e recheia uma tapioca que desmancha na boca (R$ 15). Simplesmente sensacional!
Provamos também coxinhas nas versões Tradicional e Thai, essa última recheada com pedacinho de frango ao curry (R$ 15 a porção).
Comemos tanto que quase não aguentamos chegar no prato principal – a casa disponibiliza duas ou três opções que variam, dependendo da semana. A solução foi dividir um Bobó de Camarão bem gostoso (R$ 20). Da próxima vez, porém, vou querer provar o spaghetti à carbonara com abobrinha, feito com massa artesanal.
Na hora da sobremesa, ficamos curiosos para provar o Brigadeiro de Chocolate Branco com limão siciliano, mas, infelizmente, já tinha acabado (por que será, não?!). Então, fomos de Brigadeiro Clássico (R$ 5) acompanhado de um Nespresso.
Se você gosta da ideia de fugir do tradicional e quer aproveitar uma refeição criativa, com sabor de comida caseira, em clima de encontro de amigos, certamente vai adorar esse verdadeiro achado numa cidade onde proliferam restaurantes pretensiosos e sem alma – exatamente o oposto do Tangerine.
Bom para: Ir com amigos, Ir com crianças, Casais, Almoçar, Comer muito, Happy hour, Famílias
Dica: Para ser incluído no mailing do Tangerine e ficar sabendo sobre as datas que o local irá abrir, é só escrever para tangerineoriginal@gmail.com
Preço
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Ambiente
Comida
Atendimento
Bebida
Recentemente conhecemos o Gràcia, um bar super bacana cuja decoração e menu são inspirados na cidade de Barcelona.
O espaço é dividido em vários lounges bastante agradáveis e com música alta no som ambiente. Nota-se, em todos os espaços, referências à cultura catalã, seja por meio de imagens do burro adotado como símbolo daquela região, pelo mapa do metrô de Barcelona pintado na parede ou no grafite separatista que avisa (em inglês!): “Catalunha não é Espanha.”
A capital da Catalunha também inspira todo o cardápio, a começar por parte do texto escrito no idioma catalão!
De cara, nos impressionamos com as diversas opções de sangria. Ao todo são vinte e duas diferentes versões da bebida, mesclando vinho tinto, branco, rosé e espumante, até apresentações mais ousadas, que levam conhaque, tequila, frutas tropicias e sucos exóticos.
Nós provamos a l’Arc de Sant Martí Vic (R$ 48 com 500ml/ R$ 81 com 1 litro), mistura de vinho frisante rosé, morango, ameixa, pêssego, abacaxi, maçã-verde, uva, kiwi, suco de laranja, suco de limão e conhaque. Apesar de ser um pouco forte, gostamos da variedade de ingredientes.
Como não poderia deixar de ser, o menu conta com boas opções de Tapas, os tradicionais aperitivos quentes ou frios, facilmente encontrados nos bares espanhóis.
Quem opta pela degustação de tapas pode eleger 2 sabores (4 unidades por R$ 16) ou 4 sabores (8 unidades por R$ 29), dentre todas as opções disponíveis.
Bacallá Gratinat Brandad (fatia de pão coberta com brandada de bacalhau gratinada), L’Escorça amb Crema de Formatge Roquefort i gelea (fatia de pão coberta com creme de queijo roquefort e geleia de frutas vermelhas), Pa Torrat amb Brie i Mel (fatia de pão coberta com queijo brie e mel) e Pinxo de Pollastre amb Safra i Pebrots (espetinho de frango ao açafrão e pimentões com vinagrete catalão) foram as nossas escolhas. Nenhuma delas estava ruim, mas, sinceramente, também não empolgaram.
Delicioso mesmo estava o Gambetes a la Graella i Risotto d’Espàrrecs (R$ 35) – camarões grelhados envoltos em jamón espanhol montados sobre risoto de aspargos. É um prato bastante saboroso e perfeitamente executado. Impossível não elogiar os camarões graúdos e cozidos no ponto certo.
Crema Catalana (R$ 14) e Churros com doce de leite e sorvete de creme (R$ 16) finalizaram o nosso jantar ambientado no melhor estilo catalão.
Achamos o creme um pouco sem graça, mas a porção de churros não fez feio!
E depois de respirar Barcelona por tantas horas, decidimos que a cidade precisa estar no roteiro da nossa próxima viagem.
O espaço é dividido em vários lounges bastante agradáveis e com música alta no som ambiente. Nota-se, em todos os espaços, referências à cultura catalã, seja por meio de imagens do burro adotado como símbolo daquela região, pelo mapa do metrô de Barcelona pintado na parede ou no grafite separatista que avisa (em inglês!): “Catalunha não é Espanha.”
A capital da Catalunha também inspira todo o cardápio, a começar por parte do texto escrito no idioma catalão!
De cara, nos impressionamos com as diversas opções de sangria. Ao todo são vinte e duas diferentes versões da bebida, mesclando vinho tinto, branco, rosé e espumante, até apresentações mais ousadas, que levam conhaque, tequila, frutas tropicias e sucos exóticos.
Nós provamos a l’Arc de Sant Martí Vic (R$ 48 com 500ml/ R$ 81 com 1 litro), mistura de vinho frisante rosé, morango, ameixa, pêssego, abacaxi, maçã-verde, uva, kiwi, suco de laranja, suco de limão e conhaque. Apesar de ser um pouco forte, gostamos da variedade de ingredientes.
Como não poderia deixar de ser, o menu conta com boas opções de Tapas, os tradicionais aperitivos quentes ou frios, facilmente encontrados nos bares espanhóis.
Quem opta pela degustação de tapas pode eleger 2 sabores (4 unidades por R$ 16) ou 4 sabores (8 unidades por R$ 29), dentre todas as opções disponíveis.
Bacallá Gratinat Brandad (fatia de pão coberta com brandada de bacalhau gratinada), L’Escorça amb Crema de Formatge Roquefort i gelea (fatia de pão coberta com creme de queijo roquefort e geleia de frutas vermelhas), Pa Torrat amb Brie i Mel (fatia de pão coberta com queijo brie e mel) e Pinxo de Pollastre amb Safra i Pebrots (espetinho de frango ao açafrão e pimentões com vinagrete catalão) foram as nossas escolhas. Nenhuma delas estava ruim, mas, sinceramente, também não empolgaram.
Delicioso mesmo estava o Gambetes a la Graella i Risotto d’Espàrrecs (R$ 35) – camarões grelhados envoltos em jamón espanhol montados sobre risoto de aspargos. É um prato bastante saboroso e perfeitamente executado. Impossível não elogiar os camarões graúdos e cozidos no ponto certo.
Crema Catalana (R$ 14) e Churros com doce de leite e sorvete de creme (R$ 16) finalizaram o nosso jantar ambientado no melhor estilo catalão.
Achamos o creme um pouco sem graça, mas a porção de churros não fez feio!
E depois de respirar Barcelona por tantas horas, decidimos que a cidade precisa estar no roteiro da nossa próxima viagem.
Bom para: Ir com amigos, Casais, Vinho, Happy hour, Drinques, Paquerar
Dica: Aos sábados, no almoço, a casa serve Paella Marinera (R$ 66 para 2 pessoas/ R$ 112 para 4 pessoas) e Paella Catalã (R$ 59 para 2 pessoas/R$ 99 para 4 pessoas).
Preço
$$$$
$$$$
Ambiente
Comida
Público
Atendimento
Bebida
No caminho até o Canvas, logo pensei, com um certo preconceito: "estou indo a um restaurante de hotel". Claro que não é uma regra, mas, pra mim, restaurantes de hotel costumam ter atmosfera fria, sem alma. Justamente por isso não é o tipo de local que costumo frequentar assiduamente. Ao chegar no 1º andar do Hilton São Paulo Morumbi, porém, percebi que aquela experiência seria diferente.
Com projeto arquitetônico do argentino Daniel Piana, o ambiente do Canvas não tem nada de sisudo, pelo contrário, é muito agradável! Piso vazado na área superior e belos quadros distribuídos pelo salão (à venda, inclusive) dão um certo clima de galeria de arte. E é essa a temática transferida para um menu artístico inspirado no pintor francês Henri Matisse, servido no jantar de segunda a sexta. Por R$ 75, o cardápio especial inclui entrada, prato principal e sobremesa, tudo preparado sob o comando do talentoso chef ítalo-holandês Jan Erik Fois, que atuou em conceituados restaurantes de Londres antes de iniciar, há 10 anos, sua carreira no Hilton.
Meu marido e eu ainda olhávamos o cardápio promocional quando chegou à mesa o couvert (R$ 12). Trata-se de uma ótima seleção de pães artesanais, manteiga caseira e tartar de salmão, de filet mignon e de tomate. Foi um começo criativo e muito saboroso!
Como gostamos de tudo do cardápio promocional, nada melhor do que escolher uma opção para cada um de nós, já que o menu artístico oferece duas alternativas de escolha para cada etapa de refeição. Dessa forma, nós dois pudemos provar de tudo.
A entrada escolhida por mim foi o Carpaccio de Peixe Prego com frutas. É um prato bem leve e muito gostoso.
A outra opção é mais consistente: Terrine de Costela de Boi com palmito e mandioquinha. Gosto de costela, mas não como tão frequentemente por considerar um prato muito gorduroso. Essa apresentação em forma de terrine, porém, é a medida perfeita para saborear aquela carne muito bem temperada desmanchando na boca.
Na sequência, fomos servidos de Namorado à Provençal. Novamente o chef acertou a mão! Além do ótimo pescado, vale elogiar os legumes do acompanhamento, sobretudo o tomate confitado. Simplesmente divino!
Para o marido, mais um prato com carne: Ossobuco com Risoto. Ele é fanático por comida italiana e não desperdiçou a oportunidade de provar esses dois clássicos em uma mesmo prato. Gostou demais da combinação da vitela com o arroz arbóreo cozida no tempo certo e finamente temperado!
Naquela noite, experimentamos também o Ravióli de Rabada (isso mesmo, rabada!). A iguaria não faz parte do menu artístico mas integra o cardápio regular da casa e, sem medo de errar, digo que foi uma das massas mais gostosas que provei nos últimos anos.
E por falar em cardápio regular, o design dele foi feito por um colaborador do Canvas. E mais legal que isso é saber que ele também é um jogo super bacana!
De volta ao menu que homenageia Matisse, chegava a hora da sobremesa. A Delícia de Chocolate, uma espécie de torta mousse com ótima textura, servida com calda de pistache e um figo in natura é a pedida certa para os chocólatras de plantão.
Apesar de adorar chocolate, dessa vez escolhi Mini Bolo de Abacaxi com sorvete de coco e, assim, finalizei a refeição com um gostinho de festa de aniversário.
Para quem não dispensa um bom vinho, o Canvas conta com uma boa carta de rótulos que permanecem acondicionados na lindíssima adega climatizada. Mas o que chamou minha atenção foi a ampla variedade de drinks, com destaque para as combinações entre espumante e frutas ou os de vodca Ciroc (aquela feita à base de uvas) com uma série de ingredientes.
Provamos uma mistura de espumante com purê de maçã-verde (R$ 30), e também um drink mais forte, o Sand Dunes (R$ 42), que combina vodka Ciroc, geleia de pimenta e cherry brand. A lista de drinks é ótima para fugir das bebidas tradicionais, mas os preços não são baixos.
Fiquei com uma impressão bastante positiva também do atendimento prestado pela equipe do Canvas. E pelo que percebi, senti o mesmo nas outras mesas do salão, que por sinal, estava bastante movimentado naquela noite de segunda-feira. Boa parte do público do hotel é formada por estrangeiros que visitam São Paulo a negócios, e o atendimento em inglês, por parte dos garçons, funciona muito bem.
Na saída, inspirada pela noite dedicada às artes (plásticas e gastronômicas), me animei para brincar um pouco com a tinta guache na tela de pintura, disponível para os clientes desenharem ou deixarem recados.
Com projeto arquitetônico do argentino Daniel Piana, o ambiente do Canvas não tem nada de sisudo, pelo contrário, é muito agradável! Piso vazado na área superior e belos quadros distribuídos pelo salão (à venda, inclusive) dão um certo clima de galeria de arte. E é essa a temática transferida para um menu artístico inspirado no pintor francês Henri Matisse, servido no jantar de segunda a sexta. Por R$ 75, o cardápio especial inclui entrada, prato principal e sobremesa, tudo preparado sob o comando do talentoso chef ítalo-holandês Jan Erik Fois, que atuou em conceituados restaurantes de Londres antes de iniciar, há 10 anos, sua carreira no Hilton.
Meu marido e eu ainda olhávamos o cardápio promocional quando chegou à mesa o couvert (R$ 12). Trata-se de uma ótima seleção de pães artesanais, manteiga caseira e tartar de salmão, de filet mignon e de tomate. Foi um começo criativo e muito saboroso!
Como gostamos de tudo do cardápio promocional, nada melhor do que escolher uma opção para cada um de nós, já que o menu artístico oferece duas alternativas de escolha para cada etapa de refeição. Dessa forma, nós dois pudemos provar de tudo.
A entrada escolhida por mim foi o Carpaccio de Peixe Prego com frutas. É um prato bem leve e muito gostoso.
A outra opção é mais consistente: Terrine de Costela de Boi com palmito e mandioquinha. Gosto de costela, mas não como tão frequentemente por considerar um prato muito gorduroso. Essa apresentação em forma de terrine, porém, é a medida perfeita para saborear aquela carne muito bem temperada desmanchando na boca.
Na sequência, fomos servidos de Namorado à Provençal. Novamente o chef acertou a mão! Além do ótimo pescado, vale elogiar os legumes do acompanhamento, sobretudo o tomate confitado. Simplesmente divino!
Para o marido, mais um prato com carne: Ossobuco com Risoto. Ele é fanático por comida italiana e não desperdiçou a oportunidade de provar esses dois clássicos em uma mesmo prato. Gostou demais da combinação da vitela com o arroz arbóreo cozida no tempo certo e finamente temperado!
Naquela noite, experimentamos também o Ravióli de Rabada (isso mesmo, rabada!). A iguaria não faz parte do menu artístico mas integra o cardápio regular da casa e, sem medo de errar, digo que foi uma das massas mais gostosas que provei nos últimos anos.
E por falar em cardápio regular, o design dele foi feito por um colaborador do Canvas. E mais legal que isso é saber que ele também é um jogo super bacana!
De volta ao menu que homenageia Matisse, chegava a hora da sobremesa. A Delícia de Chocolate, uma espécie de torta mousse com ótima textura, servida com calda de pistache e um figo in natura é a pedida certa para os chocólatras de plantão.
Apesar de adorar chocolate, dessa vez escolhi Mini Bolo de Abacaxi com sorvete de coco e, assim, finalizei a refeição com um gostinho de festa de aniversário.
Para quem não dispensa um bom vinho, o Canvas conta com uma boa carta de rótulos que permanecem acondicionados na lindíssima adega climatizada. Mas o que chamou minha atenção foi a ampla variedade de drinks, com destaque para as combinações entre espumante e frutas ou os de vodca Ciroc (aquela feita à base de uvas) com uma série de ingredientes.
Provamos uma mistura de espumante com purê de maçã-verde (R$ 30), e também um drink mais forte, o Sand Dunes (R$ 42), que combina vodka Ciroc, geleia de pimenta e cherry brand. A lista de drinks é ótima para fugir das bebidas tradicionais, mas os preços não são baixos.
Fiquei com uma impressão bastante positiva também do atendimento prestado pela equipe do Canvas. E pelo que percebi, senti o mesmo nas outras mesas do salão, que por sinal, estava bastante movimentado naquela noite de segunda-feira. Boa parte do público do hotel é formada por estrangeiros que visitam São Paulo a negócios, e o atendimento em inglês, por parte dos garçons, funciona muito bem.
Na saída, inspirada pela noite dedicada às artes (plásticas e gastronômicas), me animei para brincar um pouco com a tinta guache na tela de pintura, disponível para os clientes desenharem ou deixarem recados.
Bom para: Ir com amigos, Casais, Jantar, Almoçar, Tomar café-da-manhã, Vinho, Reuniões de negócios, Happy hour
Preço
$$$
$$$
Ambiente
Comida
Atendimento
Bebida
Deveria ter conhecido o Opereta no último evento do Kekanto, mas não foi possível. Chegamos por volta das 21h30 e a rua estava lotada. Procuramos algum a vaga e não encontramos, também não vimos estacionamento.
Perguntamos para a recepcionista se tinha algum valet ou estacionamento próximo e ela, com muita má vontade, fez pouco caso e disse que tinha que parar na rua mesmo.
Impossível, pois além da falta de vaga, a rua tinha uns caras estranhos abordando as pessoas e ficamos com receio de caminhar muitas quadras naquele local.
Além disso, achamos o lugar feio e vimos que estava lotado e as pessoas estavam amontoadas.
Achamos que a melhor decisão seria ir embora e pelos comentários dos colegas que estiveram, realmente não nos enganamos com as primeiras péssimas impressões.
Perguntamos para a recepcionista se tinha algum valet ou estacionamento próximo e ela, com muita má vontade, fez pouco caso e disse que tinha que parar na rua mesmo.
Impossível, pois além da falta de vaga, a rua tinha uns caras estranhos abordando as pessoas e ficamos com receio de caminhar muitas quadras naquele local.
Além disso, achamos o lugar feio e vimos que estava lotado e as pessoas estavam amontoadas.
Achamos que a melhor decisão seria ir embora e pelos comentários dos colegas que estiveram, realmente não nos enganamos com as primeiras péssimas impressões.
A Confeitaria Colombo é um daqueles lugares que encantam mais pela sua história e beleza da construção no estilo Art Nouveau do que pelos produtos que oferece. É mais ponto turístico do que café/confeitaria. Pelo menos foi essa nossa impressão ao visitarmos o histórico endereço no centro do Rio de Janeiro.
Cristaleiras, enormes espelhos, mesas e balcões de mármore compõem uma ambientação que transmite uma certa sensação de “túnel do tempo”.
Em seus 117 anos, a Colombo acumulou entre os frequentadores uma verdadeira seleção de personagens históricos da nossa cultura e política, entre os quais o escritor Machado de Assis, o poeta e jornalista Olavo Bilac e o ex-presidente Getúlio Vargas, só para citar alguns nomes.
Em nossa visita, demos uma boa volta pelo imponente salão, reparamos nos detalhes e tiramos muitas fotos. Talvez seja realmente isso o melhor a fazer na Colombo, porque a comida deixa muito a desejar. Recusamos o almoço no andar de cima por considerar o preço muito alto. Petiscamos, então, Empada de camarão (R$ 5), Quiche de ricota com espinafre (R$ 7,80) e Bolinho de aipim com carne (R$ 4,20). Nada de mais, comemos salgados muito melhores em lugares simplezinhos por aí.
Estava com mais fome do que a Débora e por isso pedi também Omelete com salada e, ao provar, percebi que da cozinha de casa já saíram produções mais caprichadas…
Ainda provamos tartelete de frutas frescas (R$ 5,50) que, assim como a Colombo, atrai pelo visual, mas não pelo sabor.
Sugestão do chef: Caso, ao visitar a Colombo, você sair desapontado com a sobremesa (como a gente), reforce a dose de glicose com o delicioso Apfelstrudel do Deli 43 – Pavelka, um café simpático localizado bem em frente.
Brincando de Chef – www.brincandodechef.com.br
Cristaleiras, enormes espelhos, mesas e balcões de mármore compõem uma ambientação que transmite uma certa sensação de “túnel do tempo”.
Em seus 117 anos, a Colombo acumulou entre os frequentadores uma verdadeira seleção de personagens históricos da nossa cultura e política, entre os quais o escritor Machado de Assis, o poeta e jornalista Olavo Bilac e o ex-presidente Getúlio Vargas, só para citar alguns nomes.
Em nossa visita, demos uma boa volta pelo imponente salão, reparamos nos detalhes e tiramos muitas fotos. Talvez seja realmente isso o melhor a fazer na Colombo, porque a comida deixa muito a desejar. Recusamos o almoço no andar de cima por considerar o preço muito alto. Petiscamos, então, Empada de camarão (R$ 5), Quiche de ricota com espinafre (R$ 7,80) e Bolinho de aipim com carne (R$ 4,20). Nada de mais, comemos salgados muito melhores em lugares simplezinhos por aí.
Estava com mais fome do que a Débora e por isso pedi também Omelete com salada e, ao provar, percebi que da cozinha de casa já saíram produções mais caprichadas…
Ainda provamos tartelete de frutas frescas (R$ 5,50) que, assim como a Colombo, atrai pelo visual, mas não pelo sabor.
Sugestão do chef: Caso, ao visitar a Colombo, você sair desapontado com a sobremesa (como a gente), reforce a dose de glicose com o delicioso Apfelstrudel do Deli 43 – Pavelka, um café simpático localizado bem em frente.
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Bom para: Ir com amigos, Ir com crianças, Casais, Almoçar, Tomar café-da-manhã, Almoço rápido, Gastar pouco
Preço
$$
$$
Ambiente
Comida
Atendimento
Bebida
A Confeitaria Colombo é um daqueles lugares que encantam mais pela sua história e beleza da construção no estilo Art Nouveau do que pelos produtos que oferece. É mais ponto turístico do que café/confeitaria. Pelo menos foi essa nossa impressão ao visitarmos o histórico endereço no centro do Rio de Janeiro.
Cristaleiras, enormes espelhos, mesas e balcões de mármore compõem uma ambientação que transmite uma certa sensação de “túnel do tempo”.
Em seus 117 anos, a Colombo acumulou entre os frequentadores uma verdadeira seleção de personagens históricos da nossa cultura e política, entre os quais o escritor Machado de Assis, o poeta e jornalista Olavo Bilac e o ex-presidente Getúlio Vargas, só para citar alguns nomes.
Em nossa visita, demos uma boa volta pelo imponente salão, reparamos nos detalhes e tiramos muitas fotos. Talvez seja realmente isso o melhor a fazer na Colombo, porque a comida deixa muito a desejar. Recusamos o almoço no andar de cima por considerar o preço muito alto. Petiscamos, então, Empada de camarão (R$ 5), Quiche de ricota com espinafre (R$ 7,80) e Bolinho de aipim com carne (R$ 4,20). Nada de mais, comemos salgados muito melhores em lugares simplezinhos por aí.
Estava com mais fome do que a Débora e por isso pedi também Omelete com salada e, ao provar, percebi que da cozinha de casa já saíram produções mais caprichadas…
Ainda provamos tartelete de frutas frescas (R$ 5,50) que, assim como a Colombo, atrai pelo visual, mas não pelo sabor.
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Cristaleiras, enormes espelhos, mesas e balcões de mármore compõem uma ambientação que transmite uma certa sensação de “túnel do tempo”.
Em seus 117 anos, a Colombo acumulou entre os frequentadores uma verdadeira seleção de personagens históricos da nossa cultura e política, entre os quais o escritor Machado de Assis, o poeta e jornalista Olavo Bilac e o ex-presidente Getúlio Vargas, só para citar alguns nomes.
Em nossa visita, demos uma boa volta pelo imponente salão, reparamos nos detalhes e tiramos muitas fotos. Talvez seja realmente isso o melhor a fazer na Colombo, porque a comida deixa muito a desejar. Recusamos o almoço no andar de cima por considerar o preço muito alto. Petiscamos, então, Empada de camarão (R$ 5), Quiche de ricota com espinafre (R$ 7,80) e Bolinho de aipim com carne (R$ 4,20). Nada de mais, comemos salgados muito melhores em lugares simplezinhos por aí.
Estava com mais fome do que a Débora e por isso pedi também Omelete com salada e, ao provar, percebi que da cozinha de casa já saíram produções mais caprichadas…
Ainda provamos tartelete de frutas frescas (R$ 5,50) que, assim como a Colombo, atrai pelo visual, mas não pelo sabor.
Brincando de Chef – www.brincandodechef.com.br
Dica: Caso, ao visitar a Colombo, você sair desapontado com a sobremesa (como a gente), reforce a dose de glicose com o delicioso Apfelstrudel do Deli 43 – Pavelka, um café simpático localizado bem em frente.
Preço
$
$
O último dia de nossa curta passagem pelo Rio foi uma segunda-feira. Bom para subir ao Pão de Açúcar sem enfrentar as filas do fim de semana.
No Morro da Urca – a primeira parada do bondinho –, a vista já é espetacular. Fica fácil entender o porquê de a capital carioca ser considerada uma das cidades mais lindas do mundo. Passamos um tempão observando do alto as ruas, os prédios pequenos e árvores daquele bairro que, segundo moradores, é um dos mais tranquilos do Rio. Nos divertimos também prestando atenção na habilidade dos pilotos durante os pousos na estreita pista do Santos Dumont, que parece terminar no mar. Impossível não se impressionar também com a incrível obra de engenharia que é a Ponte Rio-Niterói.
Antes de pegar o outro trecho do teleférico e finalmente chegar ao Pão de Açúcar, paramos para comer uma ótima salada de frutas no República das Frutas. É só escolher o tamanho e selecionar suas preferidas entre umas 20 variedades de frutas frescas.
No Morro da Urca – a primeira parada do bondinho –, a vista já é espetacular. Fica fácil entender o porquê de a capital carioca ser considerada uma das cidades mais lindas do mundo. Passamos um tempão observando do alto as ruas, os prédios pequenos e árvores daquele bairro que, segundo moradores, é um dos mais tranquilos do Rio. Nos divertimos também prestando atenção na habilidade dos pilotos durante os pousos na estreita pista do Santos Dumont, que parece terminar no mar. Impossível não se impressionar também com a incrível obra de engenharia que é a Ponte Rio-Niterói.
Antes de pegar o outro trecho do teleférico e finalmente chegar ao Pão de Açúcar, paramos para comer uma ótima salada de frutas no República das Frutas. É só escolher o tamanho e selecionar suas preferidas entre umas 20 variedades de frutas frescas.
Preço
$$
$$
Ambiente
Comida
Atendimento
Bebida
O último dia de nossa curta passagem pelo Rio foi uma segunda-feira. Bom para subir ao Pão de Açúcar sem enfrentar as filas do fim de semana.
No Morro da Urca – a primeira parada do bondinho –, a vista já é espetacular. Fica fácil entender o porquê de a capital carioca ser considerada uma das cidades mais lindas do mundo. Passamos um tempão observando do alto as ruas, os prédios pequenos e árvores daquele bairro que, segundo moradores, é um dos mais tranquilos do Rio. Nos divertimos também prestando atenção na habilidade dos pilotos durante os pousos na estreita pista do Santos Dumont, que parece terminar no mar. Impossível não se impressionar também com a incrível obra de engenharia que é a Ponte Rio-Niterói.
Antes de pegar o outro trecho do teleférico e finalmente chegar ao Pão de Açúcar, paramos para comer uma ótima salada de frutas no República das Frutas. É só escolher o tamanho e selecionar suas preferidas entre umas 20 variedades de frutas frescas.
No topo do “Sugar Loaf”, a 396 metros do chão, são tantos os atrativos da visão panorâmica que fica difícil definir onde fixar o olhar: baía de Guanabara, Copacabana, Morro do Corcovado e outras belezas. As fotos explicam melhor o que é ver a cidade daquele ponto.
Falta uma boa opção gastronômica lá em cima, e me refiro a algo simples mesmo. Até há uma lanchonete, mas serve salgados de aparência desanimadora.
Depois de descer, paramos na Sorvete Brasil, localizada ao lado da entrada da estação do bondinho, onde provamos sorvetes deliciosos de nozes com baba-de-moça, chocolate branco com cookies, amora e chocolate com passas ao vinho do Porto. Cada copinho com duas bolas custou R$ 10,50. Além dessa unidade, a ótima sorveteria mantém lojas em locais como Ipanema, Barra da Tijuca e Niterói.
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No Morro da Urca – a primeira parada do bondinho –, a vista já é espetacular. Fica fácil entender o porquê de a capital carioca ser considerada uma das cidades mais lindas do mundo. Passamos um tempão observando do alto as ruas, os prédios pequenos e árvores daquele bairro que, segundo moradores, é um dos mais tranquilos do Rio. Nos divertimos também prestando atenção na habilidade dos pilotos durante os pousos na estreita pista do Santos Dumont, que parece terminar no mar. Impossível não se impressionar também com a incrível obra de engenharia que é a Ponte Rio-Niterói.
Antes de pegar o outro trecho do teleférico e finalmente chegar ao Pão de Açúcar, paramos para comer uma ótima salada de frutas no República das Frutas. É só escolher o tamanho e selecionar suas preferidas entre umas 20 variedades de frutas frescas.
No topo do “Sugar Loaf”, a 396 metros do chão, são tantos os atrativos da visão panorâmica que fica difícil definir onde fixar o olhar: baía de Guanabara, Copacabana, Morro do Corcovado e outras belezas. As fotos explicam melhor o que é ver a cidade daquele ponto.
Falta uma boa opção gastronômica lá em cima, e me refiro a algo simples mesmo. Até há uma lanchonete, mas serve salgados de aparência desanimadora.
Depois de descer, paramos na Sorvete Brasil, localizada ao lado da entrada da estação do bondinho, onde provamos sorvetes deliciosos de nozes com baba-de-moça, chocolate branco com cookies, amora e chocolate com passas ao vinho do Porto. Cada copinho com duas bolas custou R$ 10,50. Além dessa unidade, a ótima sorveteria mantém lojas em locais como Ipanema, Barra da Tijuca e Niterói.
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Bom para: Ir com amigos, Ir com crianças, Casais, Gastar pouco
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$$
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O último dia de nossa curta passagem pelo Rio foi uma segunda-feira. Bom para subir ao Pão de Açúcar sem enfrentar as filas do fim de semana.
No Morro da Urca – a primeira parada do bondinho –, a vista já é espetacular. Fica fácil entender o porquê de a capital carioca ser considerada uma das cidades mais lindas do mundo. Passamos um tempão observando do alto as ruas, os prédios pequenos e árvores daquele bairro que, segundo moradores, é um dos mais tranquilos do Rio. Nos divertimos também prestando atenção na habilidade dos pilotos durante os pousos na estreita pista do Santos Dumont, que parece terminar no mar. Impossível não se impressionar também com a incrível obra de engenharia que é a Ponte Rio-Niterói.
Antes de pegar o outro trecho do teleférico e finalmente chegar ao Pão de Açúcar, paramos para comer uma ótima salada de frutas no República das Frutas. É só escolher o tamanho e selecionar suas preferidas entre umas 20 variedades de frutas frescas.
No topo do “Sugar Loaf”, a 396 metros do chão, são tantos os atrativos da visão panorâmica que fica difícil definir onde fixar o olhar: baía de Guanabara, Copacabana, Morro do Corcovado e outras belezas. As fotos explicam melhor o que é ver a cidade daquele ponto.
Falta uma boa opção gastronômica lá em cima, e me refiro a algo simples mesmo. Até há uma lanchonete, mas serve salgados de aparência desanimadora.
Depois de descer, paramos na Sorvete Brasil, localizada ao lado da entrada da estação do bondinho, onde provamos sorvetes deliciosos de nozes com baba-de-moça, chocolate branco com cookies, amora e chocolate com passas ao vinho do Porto. Cada copinho com duas bolas custou R$ 10,50. Além dessa unidade, a ótima sorveteria mantém lojas em locais como Ipanema, Barra da Tijuca e Niterói.
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No Morro da Urca – a primeira parada do bondinho –, a vista já é espetacular. Fica fácil entender o porquê de a capital carioca ser considerada uma das cidades mais lindas do mundo. Passamos um tempão observando do alto as ruas, os prédios pequenos e árvores daquele bairro que, segundo moradores, é um dos mais tranquilos do Rio. Nos divertimos também prestando atenção na habilidade dos pilotos durante os pousos na estreita pista do Santos Dumont, que parece terminar no mar. Impossível não se impressionar também com a incrível obra de engenharia que é a Ponte Rio-Niterói.
Antes de pegar o outro trecho do teleférico e finalmente chegar ao Pão de Açúcar, paramos para comer uma ótima salada de frutas no República das Frutas. É só escolher o tamanho e selecionar suas preferidas entre umas 20 variedades de frutas frescas.
No topo do “Sugar Loaf”, a 396 metros do chão, são tantos os atrativos da visão panorâmica que fica difícil definir onde fixar o olhar: baía de Guanabara, Copacabana, Morro do Corcovado e outras belezas. As fotos explicam melhor o que é ver a cidade daquele ponto.
Falta uma boa opção gastronômica lá em cima, e me refiro a algo simples mesmo. Até há uma lanchonete, mas serve salgados de aparência desanimadora.
Depois de descer, paramos na Sorvete Brasil, localizada ao lado da entrada da estação do bondinho, onde provamos sorvetes deliciosos de nozes com baba-de-moça, chocolate branco com cookies, amora e chocolate com passas ao vinho do Porto. Cada copinho com duas bolas custou R$ 10,50. Além dessa unidade, a ótima sorveteria mantém lojas em locais como Ipanema, Barra da Tijuca e Niterói.
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Bom para: Ir com amigos, Ir com crianças, Casais
Preço
$$$$
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Nossa programação para o almoço era explorar o boêmio bairro de Santa Teresa e encontrar um lugar bacana por lá. Pena que pelo fato do passeio no Cristo ter atrasado muito, não sobrou tempo para andar com calma, pois participaríamos de um evento no final da tarde.
Escolhemos o Santa Arte, restaurante de comida brasileira com cardápio enxuto. Não foi o nosso preferido, mas era o único sem fila de espera.
O Fernando pediu Filé de Peixe ao Camarão com arroz de Alho Poró (R$ 29). A comida estava saborosa, mas achamos a porção pequena, com mais arroz que peixe.
Eu fui de Moqueca de Filé de Peixe com Camarão (R$ 29). O peixe estava praticamente idêntico ao pedido pelo Fernando, ganhando apenas um pouco de caldo e o acompanhamento de pirão. Estava bom, mas longe de ser uma moqueca de verdade.
Pertinho do Santa Arte encontramos um café super simpático, dentro de um casarão. É o Cafecito, onde entramos para provar o sorvete da marca carioca Sorvete Brasil. Aprovamos com louvor os dois sabores que escolhemos: figo com nozes e tangerina (2 bolas R$ 10,50).
Nos despedimos de Santa Teresa com a promessa de voltar em breve sem ter hora para ir embora.
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Escolhemos o Santa Arte, restaurante de comida brasileira com cardápio enxuto. Não foi o nosso preferido, mas era o único sem fila de espera.
O Fernando pediu Filé de Peixe ao Camarão com arroz de Alho Poró (R$ 29). A comida estava saborosa, mas achamos a porção pequena, com mais arroz que peixe.
Eu fui de Moqueca de Filé de Peixe com Camarão (R$ 29). O peixe estava praticamente idêntico ao pedido pelo Fernando, ganhando apenas um pouco de caldo e o acompanhamento de pirão. Estava bom, mas longe de ser uma moqueca de verdade.
Pertinho do Santa Arte encontramos um café super simpático, dentro de um casarão. É o Cafecito, onde entramos para provar o sorvete da marca carioca Sorvete Brasil. Aprovamos com louvor os dois sabores que escolhemos: figo com nozes e tangerina (2 bolas R$ 10,50).
Nos despedimos de Santa Teresa com a promessa de voltar em breve sem ter hora para ir embora.
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Preço
$$
$$
Ambiente
Comida
Atendimento
A segunda manhã no Rio de Janeiro começou na Estação do Cosme Velho, ponto de partida do Trem do Corcovado, cujo destino é o topo do morro onde fica o monumento do Cristo Redentor.
Chegamos à bilheteria por volta das 9:30hs, porém o próximo ingresso disponível era para embarque apenas às 11:30. Aproveitamos o intervalo e caminhamos alguns quarteirões para visitar os casarões em estilo neocolonial do pitoresco Largo do Boticário.
Algumas casas do largo estão abandonadas e foram tomadas por sem-tetos. Outras ficam em uma parte fechada e mais reservada, sendo que em uma delas funciona um hotel boutique.
De volta à Estação do Cosme Velho, embarcamos no trem. O percurso pela centenária Estrada de Ferro do Corcovado dura em torno de 20 minutos. Pela janela, os passageiros apreciam a vegetação da mata atlântica do Parque Nacional da Tijuca. Se você for um turista de sorte, pode ser que um grupo de sambistas anime o seu vagão!
No final do trajeto estávamos aos pés do Redentor. Ver a estátua do Cristo tão de perto foi emocionante! E a vista lá do alto é incrível, sem dúvida a mais linda que já contemplamos até hoje. Tudo foi perfeito e inesquecível, mesmo com o calor de quarenta graus e com a multidão de turistas.
Nossa programação para o almoço era explorar o boêmio bairro de Santa Teresa e encontrar um lugar bacana por lá. Pena que pelo fato do passeio no Cristo ter atrasado muito, não sobrou tempo para andar com calma, pois participaríamos de um evento no final da tarde.
Escolhemos o Santa Arte, restaurante de comida brasileira com cardápio enxuto. Não foi o nosso preferido, mas era o único sem fila de espera.
O Fernando pediu Filé de Peixe ao Camarão com arroz de Alho Poró (R$ 29). A comida estava saborosa, mas achamos a porção pequena, com mais arroz que peixe.
Eu fui de Moqueca de Filé de Peixe com Camarão (R$ 29). O peixe estava praticamente idêntico ao pedido pelo Fernando, ganhando apenas um pouco de caldo e o acompanhamento de pirão. Estava bom, mas longe de ser uma moqueca de verdade.
Pertinho do Santa Arte encontramos um café super simpático, dentro de um casarão. É o Cafecito, onde entramos para provar o sorvete da marca carioca Sorvete Brasil. Aprovamos com louvor os dois sabores que escolhemos: figo com nozes e tangerina (2 bolas R$ 10,50).
Nos despedimos de Santa Teresa com a promessa de voltar em breve sem ter hora para ir embora.
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Chegamos à bilheteria por volta das 9:30hs, porém o próximo ingresso disponível era para embarque apenas às 11:30. Aproveitamos o intervalo e caminhamos alguns quarteirões para visitar os casarões em estilo neocolonial do pitoresco Largo do Boticário.
Algumas casas do largo estão abandonadas e foram tomadas por sem-tetos. Outras ficam em uma parte fechada e mais reservada, sendo que em uma delas funciona um hotel boutique.
De volta à Estação do Cosme Velho, embarcamos no trem. O percurso pela centenária Estrada de Ferro do Corcovado dura em torno de 20 minutos. Pela janela, os passageiros apreciam a vegetação da mata atlântica do Parque Nacional da Tijuca. Se você for um turista de sorte, pode ser que um grupo de sambistas anime o seu vagão!
No final do trajeto estávamos aos pés do Redentor. Ver a estátua do Cristo tão de perto foi emocionante! E a vista lá do alto é incrível, sem dúvida a mais linda que já contemplamos até hoje. Tudo foi perfeito e inesquecível, mesmo com o calor de quarenta graus e com a multidão de turistas.
Nossa programação para o almoço era explorar o boêmio bairro de Santa Teresa e encontrar um lugar bacana por lá. Pena que pelo fato do passeio no Cristo ter atrasado muito, não sobrou tempo para andar com calma, pois participaríamos de um evento no final da tarde.
Escolhemos o Santa Arte, restaurante de comida brasileira com cardápio enxuto. Não foi o nosso preferido, mas era o único sem fila de espera.
O Fernando pediu Filé de Peixe ao Camarão com arroz de Alho Poró (R$ 29). A comida estava saborosa, mas achamos a porção pequena, com mais arroz que peixe.
Eu fui de Moqueca de Filé de Peixe com Camarão (R$ 29). O peixe estava praticamente idêntico ao pedido pelo Fernando, ganhando apenas um pouco de caldo e o acompanhamento de pirão. Estava bom, mas longe de ser uma moqueca de verdade.
Pertinho do Santa Arte encontramos um café super simpático, dentro de um casarão. É o Cafecito, onde entramos para provar o sorvete da marca carioca Sorvete Brasil. Aprovamos com louvor os dois sabores que escolhemos: figo com nozes e tangerina (2 bolas R$ 10,50).
Nos despedimos de Santa Teresa com a promessa de voltar em breve sem ter hora para ir embora.
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A segunda manhã no Rio de Janeiro começou na Estação do Cosme Velho, ponto de partida do Trem do Corcovado, cujo destino é o topo do morro onde fica o monumento do Cristo Redentor.
Chegamos à bilheteria por volta das 9:30hs, porém o próximo ingresso disponível era para embarque apenas às 11:30. Aproveitamos o intervalo e caminhamos alguns quarteirões para visitar os casarões em estilo neocolonial do pitoresco Largo do Boticário.
Algumas casas do largo estão abandonadas e foram tomadas por sem-tetos. Outras ficam em uma parte fechada e mais reservada, sendo que em uma delas funciona um hotel boutique.
De volta à Estação do Cosme Velho, embarcamos no trem. O percurso pela centenária Estrada de Ferro do Corcovado dura em torno de 20 minutos. Pela janela, os passageiros apreciam a vegetação da mata atlântica do Parque Nacional da Tijuca. Se você for um turista de sorte, pode ser que um grupo de sambistas anime o seu vagão!
No final do trajeto estávamos aos pés do Redentor. Ver a estátua do Cristo tão de perto foi emocionante! E a vista lá do alto é incrível, sem dúvida a mais linda que já contemplamos até hoje. Tudo foi perfeito e inesquecível, mesmo com o calor de quarenta graus e com a multidão de turistas.
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Algumas casas do largo estão abandonadas e foram tomadas por sem-tetos. Outras ficam em uma parte fechada e mais reservada, sendo que em uma delas funciona um hotel boutique.
De volta à Estação do Cosme Velho, embarcamos no trem. O percurso pela centenária Estrada de Ferro do Corcovado dura em torno de 20 minutos. Pela janela, os passageiros apreciam a vegetação da mata atlântica do Parque Nacional da Tijuca. Se você for um turista de sorte, pode ser que um grupo de sambistas anime o seu vagão!
No final do trajeto estávamos aos pés do Redentor. Ver a estátua do Cristo tão de perto foi emocionante! E a vista lá do alto é incrível, sem dúvida a mais linda que já contemplamos até hoje. Tudo foi perfeito e inesquecível, mesmo com o calor de quarenta graus e com a multidão de turistas.
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