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Estive por lá num almoço de domingo, em que a casa estava bem movimentada, mas sem espera.
O almoço foi gostoso, mas gostei mais das entradas.
As esfihas são gigantes e bem temperadas. A de queijo com bastrma era uma delícia mas muito salgada. A de carne com alho achei divina! O babaganuch estava uma delícia, bem molhadinho e temperado. De sobremesa, recomendo o halawi, doce de gergelim.
O serviço achei um pouco lento, deixou um pouco a desejar.
Em algum outro post disseram que o restaurante não possui estacionamento, mas ele tem convênio com um estacionamento no número 4 da mesma rua.
O almoço foi gostoso, mas gostei mais das entradas.
As esfihas são gigantes e bem temperadas. A de queijo com bastrma era uma delícia mas muito salgada. A de carne com alho achei divina! O babaganuch estava uma delícia, bem molhadinho e temperado. De sobremesa, recomendo o halawi, doce de gergelim.
O serviço achei um pouco lento, deixou um pouco a desejar.
Em algum outro post disseram que o restaurante não possui estacionamento, mas ele tem convênio com um estacionamento no número 4 da mesma rua.
Bom para: Almoçar, Comer muito, Famílias
Dica: Esfiha de carne com alho
Preço
$$
$$
Ambiente
Comida
Atendimento
Bebida
Se trata de um bar / restaurante, com barra mesmo, assim, indefinido. Serve perfeitamente para ambos os propósitos, para almoços de família, para jantares românticos e para happy hours com os amigos.
Quando cheguei lá, numa terça às 20h para um aniversário, uma grande família japonesa já jantava. Enquanto estive lá, passaram alguns casais e pequenos grupos de amigos, mas em geral a casa estava vazia. Um dos sócios nos disse que de quinta e sexta a casa costuma encher, assim como aos fins de semana.
Fiquei apaixonada pela proposta, pelo cardápio, pela comida, pelo ambiente, pelo atendimento...
O cardápio vem impresso no jogo americano, de maneira simples. É completo e cheio de delicias, mas focamos nossos esforços nas porções: destaque para a patate firenze (batatinhas cobertas com fonduta de queijo e bacon, R$23) e para o suppli di 4 formaggi e capelli d’angelo (bolinho de 4 queijos com cabelo de anjo, derretendo na boca, R$21), que adoramos!
Me disseram também que as massas são ótimas, assim como as bruschettas, cujas porções são um pouco grandes.
De sobremesa, pedimos o brigadeiro di nocciola (brigadeiro de Nutella, que vem num copinho americano com cookies e sorvete de creme, R$15). Eu não sou fã de doces muito doces, e até fui contra quando minhas amigas pediram. Mas a-m-e-i esse doce e voltaria lá só pra comê-lo de novo.
Além das comidas, a casa tem uma ótima carta de vinhos e cervejas. Provamos cervejas variadas de diversos países sem gastar muito. No site dá pra ver a carta de vinhos e cervejas completa: http://www.ciaovinoebirra.com.br/cardapio/. Recomendo a cerveja Leffe blond (R$10), da Bélgica, que é uma das mais baratas e muito gostosa.
O ambiente é simples, bem decorado, com bem italiano e cheio de garrafas penduradas.
O atendimento é informal e muito simpático, e também achei um gesto muito agradável o fato de servirem água à vontade.
Quero voltar lá o quanto antes!
Quando cheguei lá, numa terça às 20h para um aniversário, uma grande família japonesa já jantava. Enquanto estive lá, passaram alguns casais e pequenos grupos de amigos, mas em geral a casa estava vazia. Um dos sócios nos disse que de quinta e sexta a casa costuma encher, assim como aos fins de semana.
Fiquei apaixonada pela proposta, pelo cardápio, pela comida, pelo ambiente, pelo atendimento...
O cardápio vem impresso no jogo americano, de maneira simples. É completo e cheio de delicias, mas focamos nossos esforços nas porções: destaque para a patate firenze (batatinhas cobertas com fonduta de queijo e bacon, R$23) e para o suppli di 4 formaggi e capelli d’angelo (bolinho de 4 queijos com cabelo de anjo, derretendo na boca, R$21), que adoramos!
Me disseram também que as massas são ótimas, assim como as bruschettas, cujas porções são um pouco grandes.
De sobremesa, pedimos o brigadeiro di nocciola (brigadeiro de Nutella, que vem num copinho americano com cookies e sorvete de creme, R$15). Eu não sou fã de doces muito doces, e até fui contra quando minhas amigas pediram. Mas a-m-e-i esse doce e voltaria lá só pra comê-lo de novo.
Além das comidas, a casa tem uma ótima carta de vinhos e cervejas. Provamos cervejas variadas de diversos países sem gastar muito. No site dá pra ver a carta de vinhos e cervejas completa: http://www.ciaovinoebirra.com.br/cardapio/. Recomendo a cerveja Leffe blond (R$10), da Bélgica, que é uma das mais baratas e muito gostosa.
O ambiente é simples, bem decorado, com bem italiano e cheio de garrafas penduradas.
O atendimento é informal e muito simpático, e também achei um gesto muito agradável o fato de servirem água à vontade.
Quero voltar lá o quanto antes!
Bom para: Ir com amigos, Casais, Vinho, Happy hour, Cerveja, Drinques, Assistir Futebol
Dica: peça o brigadeiro di nocciola
Preço
$$
$$
Ambiente
Comida
Público
Atendimento
Bebida
(1)
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Rubens Burgel:
Parece ótmo mesmo... preciso conhecer este brigadeiro di nocciola... Deve sermaravilhoso.
Enviado em 5/3/12
Estive no Tribunal mais de uma vez para tentar uma conseguir uma mesa de final de semana, sem sucesso (tem que chegar cedo, ou fica em pé na calçada com os fumantes).
Finalmente consegui sentar, quando fui numa quinta feira para um happy hour. O bar estava movimentado, mas não lotado. A partir de umas 19:30 não vi mais mesas vazias.
O que eu mais gostei no bar foi o ambiente, típico dos barzinhos do mesmo gênero da Vila Madalena, mas perfeito para um fim de tarde de verão, com teto solar (vide foto). Além disso, o bar é bem animado.
Tomamos cerveja de garrafa e pedimos algumas porções.
As que mais gostei foram a calabresa acebolada (vem com pão) e a bruschetta (bem temperada, com gostinho de alho!).
Já as porções de frango empanado e de fritas não tinham nada de especial. As fritas estavam um pouco sem graça e levemente queimadas, e o frango não estava crocante.
O bar não possui vallet e é um pouco difícil parar o carro bem em frente, mas dando umas voltas no fórum sempre acabei achando vagas na rua mesmo.
Finalmente consegui sentar, quando fui numa quinta feira para um happy hour. O bar estava movimentado, mas não lotado. A partir de umas 19:30 não vi mais mesas vazias.
O que eu mais gostei no bar foi o ambiente, típico dos barzinhos do mesmo gênero da Vila Madalena, mas perfeito para um fim de tarde de verão, com teto solar (vide foto). Além disso, o bar é bem animado.
Tomamos cerveja de garrafa e pedimos algumas porções.
As que mais gostei foram a calabresa acebolada (vem com pão) e a bruschetta (bem temperada, com gostinho de alho!).
Já as porções de frango empanado e de fritas não tinham nada de especial. As fritas estavam um pouco sem graça e levemente queimadas, e o frango não estava crocante.
O bar não possui vallet e é um pouco difícil parar o carro bem em frente, mas dando umas voltas no fórum sempre acabei achando vagas na rua mesmo.
Bom para: Ir com amigos, Happy hour, Cerveja
Dica: Chegar cedo!
Preço
$$
$$
Ambiente
Comida
Público
Atendimento
Bebida
O Victor já descreveu muito bem nossa experiência no Crepon, por isso serei breve. Apenas quero ressaltar alguns pontos que ele não colocou:
- A comida, embora fosse muito gostosa, era simples. Os crepes salgados acompanhavam uma saladinha bem pequena e um pouco ressecada.
- O atendimeto era MUITO demorado e confuso. Ficamos num ambiente externo, e nunca nenhuma garçonete olhava para nós lá. Demoramos muito pra ser atendidos e a comida demorou muito pra chegar.
- Tivemos um pequeno incidente em que o atendimento se mostrou realmente fraco: eu derrubei um copo de cerveja. Tudo bem, o erro foi meu, mas eu esperava ser tratada como cliente, e que eles limpassem tudo e ficasse tudo bem. Mas não foi bem assim: o Victor teve que se levantar para chamar a garçonete e pedir para ela limpar (porque ela nunca olhava para nós, e eu estava com a perna quebrada e não podia levantar). Ela demorou um tempão e chegou com um paninho pequeno, que usou para enxugar apenas a mesa. A minha mão, a minha perna, a minha cadeira, e o chão em que eu estava pisando (de sandália), continuaram molhados! E ela foi embora como se tivesse feito um ótimo serviço!!! Chamamos ela novamente e pedimos um guardanapo (assim eu mesma poderia me limpar). Demorou um bom tempo e a garçonete foi ao banheiro, voltando com uma (e apenas uma) folha de papel toalha dobradinha na mão. Como assim, eles não têm guardanapos em um restaurante??? Tive que me virar pra me limpar com apenas uma folha. Mesmo com a perna quebrada, mudei de lugar, para parar de pisar na poça.
- Embora não fosse muito caro, achei um pouco ruim a relação custo x benefício. Um crepe custava cerca de 20 e poucos reais. Juntando com bebida e sobremesa, nossa conta deu 53 reais por pessoa, o que eu considero caro para uma refeição de apenas crepes.
- A comida, embora fosse muito gostosa, era simples. Os crepes salgados acompanhavam uma saladinha bem pequena e um pouco ressecada.
- O atendimeto era MUITO demorado e confuso. Ficamos num ambiente externo, e nunca nenhuma garçonete olhava para nós lá. Demoramos muito pra ser atendidos e a comida demorou muito pra chegar.
- Tivemos um pequeno incidente em que o atendimento se mostrou realmente fraco: eu derrubei um copo de cerveja. Tudo bem, o erro foi meu, mas eu esperava ser tratada como cliente, e que eles limpassem tudo e ficasse tudo bem. Mas não foi bem assim: o Victor teve que se levantar para chamar a garçonete e pedir para ela limpar (porque ela nunca olhava para nós, e eu estava com a perna quebrada e não podia levantar). Ela demorou um tempão e chegou com um paninho pequeno, que usou para enxugar apenas a mesa. A minha mão, a minha perna, a minha cadeira, e o chão em que eu estava pisando (de sandália), continuaram molhados! E ela foi embora como se tivesse feito um ótimo serviço!!! Chamamos ela novamente e pedimos um guardanapo (assim eu mesma poderia me limpar). Demorou um bom tempo e a garçonete foi ao banheiro, voltando com uma (e apenas uma) folha de papel toalha dobradinha na mão. Como assim, eles não têm guardanapos em um restaurante??? Tive que me virar pra me limpar com apenas uma folha. Mesmo com a perna quebrada, mudei de lugar, para parar de pisar na poça.
- Embora não fosse muito caro, achei um pouco ruim a relação custo x benefício. Um crepe custava cerca de 20 e poucos reais. Juntando com bebida e sobremesa, nossa conta deu 53 reais por pessoa, o que eu considero caro para uma refeição de apenas crepes.
Bom para: Casais
Preço
$$$
$$$
Ambiente
Comida
Público
Atendimento
Bebida
(3)
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Mauro Renzi Ferreira:
Nossa! R$53,00 por pessoa pra se comer crepes, não vira!
Enviado há 2 semanas, 1 dia
Fui almoçar no Basilicum num domigo chuvoso com meus pais.
Achei o ambiente bem agradável, especialmente o lado de dentro, onde havia uma decoração bonita. Como a casa estava um pouco cheia, tivemos que ficar do lado de fora, numa espécie de varanda na calçada (com toldo em cima). Seria agradável num dia ensolarado, mas como estava um pouco frio, não foi tanto. Além disso a calçada é um pouco íngreme, o que fazia com que ficássemos sentados um pouco tortos.
De entrada, pedimos uma porção de bruschettas, que estavam muito gostosas, embora um pouco salgadas. Os pratos principais eram, aparentemente, assados ao forno, o que dá um aspecto bonito e saboroso (e eram todos servidos numa espécie de prato fundo que eu acho muito legal também).
Como prato principal, pedi linguini com almôndegas, molho de tomate e queijo de cabra. Não tinha como dar arrado, afinal sou louca por todos os ingredientes do prato. Porém, o molho era salgadíssimo, o que acabou estragando um pouco o prato como um todo. Meu pai pediu um risoto de abóbora que de abóbora não tinha nada além da cor, e cuja carne desfiada estava sem gosto e fibrosa. Por fim, minha mãe pediu uma lasanha vegetariana que vinha com algumas nozes que, segundo ela, não tinham nada a ver com o prato e o estragavam um pouco. Além disso, a lasanha tinha muito queijo, o que deixava o prato (novamente) salgado.
Para beber, meus pais pediram água e refrigerantem, que estavam ok, e eu pedi limonada siciliana, que estava ultra forte e veio sem açúcar. Eu, que não gosto de suco muito doce, coloquei 5 (!) saquinhos de açúcar no suco e ele continuou quase intragável. Coloquei também um pouco de água e tomei, como rmédio (ainda estava bem forte e azedo).
O restaurante não é muito caro, mas achei bem caro considerando a qualidade da comida (e do serviço, que era um pouco demorado): a conta deu cerca de 50 reais por pessoa.
Nenhum de nós ficou com vontade de voltar.
Achei o ambiente bem agradável, especialmente o lado de dentro, onde havia uma decoração bonita. Como a casa estava um pouco cheia, tivemos que ficar do lado de fora, numa espécie de varanda na calçada (com toldo em cima). Seria agradável num dia ensolarado, mas como estava um pouco frio, não foi tanto. Além disso a calçada é um pouco íngreme, o que fazia com que ficássemos sentados um pouco tortos.
De entrada, pedimos uma porção de bruschettas, que estavam muito gostosas, embora um pouco salgadas. Os pratos principais eram, aparentemente, assados ao forno, o que dá um aspecto bonito e saboroso (e eram todos servidos numa espécie de prato fundo que eu acho muito legal também).
Como prato principal, pedi linguini com almôndegas, molho de tomate e queijo de cabra. Não tinha como dar arrado, afinal sou louca por todos os ingredientes do prato. Porém, o molho era salgadíssimo, o que acabou estragando um pouco o prato como um todo. Meu pai pediu um risoto de abóbora que de abóbora não tinha nada além da cor, e cuja carne desfiada estava sem gosto e fibrosa. Por fim, minha mãe pediu uma lasanha vegetariana que vinha com algumas nozes que, segundo ela, não tinham nada a ver com o prato e o estragavam um pouco. Além disso, a lasanha tinha muito queijo, o que deixava o prato (novamente) salgado.
Para beber, meus pais pediram água e refrigerantem, que estavam ok, e eu pedi limonada siciliana, que estava ultra forte e veio sem açúcar. Eu, que não gosto de suco muito doce, coloquei 5 (!) saquinhos de açúcar no suco e ele continuou quase intragável. Coloquei também um pouco de água e tomei, como rmédio (ainda estava bem forte e azedo).
O restaurante não é muito caro, mas achei bem caro considerando a qualidade da comida (e do serviço, que era um pouco demorado): a conta deu cerca de 50 reais por pessoa.
Nenhum de nós ficou com vontade de voltar.
Bom para: Famílias
Preço
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Ambiente
Comida
Atendimento
Bebida
Estive no Mexicaníssimo para o encontro dos Elites. Confesso que nunca tinha ouvido falar do local, mas quando soube que o encontro seria lá fiquei empolgada, afinal sou fã de comida mexicana.
O restaurante não tem vallet, mas há vagas na rua e alguns estacionamentos por perto, na rua Casa do Ator.
O ambiente do restaurante é pequeno, simples e acolhedor, com toalhas de mesa coloridas, decoração alegra e clima de boteco. Ficamos numa pesa pequena que ficava em uma espécie de corredor. Essas mesas eram um pouco apertadas, acho que em geral deveriam servir para apenas 2 pessoas de cada vez.
A comida foi chegando por partes, numa boa velicidade (a mesa não ficou apinhada de comida e também não esperamos demias pelo próximo prato). Primeiro chegou uma porção de nachos com guacamole e chili beans. Eu sou muito fã de guacamole e adorei tudo. Só achei a guacamole levemente sem sal (mas muito bem apimentada). A seguir chegaram algumas flautas de frango, gostosas, e, logo após, algumas tostadas de carne, que para mim foram o ponto alto da noite. As tostadas eram pequenas, como um petisco, e muiiiito saborosas! Colocaram na nossa mesa uma pedra vulcânica com molcajete, uma mistura de carne, frango e legumes. Eu não gosto muito de frituras que ficam acontecendo em cima da mesa e deixam a roupa de todo mundo com cheiro de gordura. Além disso, não como frango junto com carne e pimentão me faz mal. Em resumo, não gostei nem um pouco deste prato, e nem acho que eu seja a pessoa certa para avaliá-lo... Nos trouxeram também algumas quesadillas, que estavam bem gostosas e quentinhas. Por fim, quando todos já estavam satisfeitos, trouxeram ainda alguns tacos de carne desfiada, que também estavam bem gostosos.
Enfim, o que mais me deixou admirada no Mexicaníssimo foi que, apesar de estarmos em um grupo bem grande, com a casa cheia e bagunçada (como era um evento, tinha gente pra lá e pra cá, música, tequila, etc), eles souberam administrar bem a chegada da comida, que chegava sempre quentinha na mesa. Além disso não tivemos que esperar muito pelos próximos pratos, o que, infelizmente, é comum em rodízios. A comida era de boa qualidade, o atendimento bom e o ambiente alegre.
Como não paguei a conta, não posso avaliar a relação custo x benefício. Porém, considerando apenas o benefício, eu voltaria lá com certeza.
O restaurante não tem vallet, mas há vagas na rua e alguns estacionamentos por perto, na rua Casa do Ator.
O ambiente do restaurante é pequeno, simples e acolhedor, com toalhas de mesa coloridas, decoração alegra e clima de boteco. Ficamos numa pesa pequena que ficava em uma espécie de corredor. Essas mesas eram um pouco apertadas, acho que em geral deveriam servir para apenas 2 pessoas de cada vez.
A comida foi chegando por partes, numa boa velicidade (a mesa não ficou apinhada de comida e também não esperamos demias pelo próximo prato). Primeiro chegou uma porção de nachos com guacamole e chili beans. Eu sou muito fã de guacamole e adorei tudo. Só achei a guacamole levemente sem sal (mas muito bem apimentada). A seguir chegaram algumas flautas de frango, gostosas, e, logo após, algumas tostadas de carne, que para mim foram o ponto alto da noite. As tostadas eram pequenas, como um petisco, e muiiiito saborosas! Colocaram na nossa mesa uma pedra vulcânica com molcajete, uma mistura de carne, frango e legumes. Eu não gosto muito de frituras que ficam acontecendo em cima da mesa e deixam a roupa de todo mundo com cheiro de gordura. Além disso, não como frango junto com carne e pimentão me faz mal. Em resumo, não gostei nem um pouco deste prato, e nem acho que eu seja a pessoa certa para avaliá-lo... Nos trouxeram também algumas quesadillas, que estavam bem gostosas e quentinhas. Por fim, quando todos já estavam satisfeitos, trouxeram ainda alguns tacos de carne desfiada, que também estavam bem gostosos.
Enfim, o que mais me deixou admirada no Mexicaníssimo foi que, apesar de estarmos em um grupo bem grande, com a casa cheia e bagunçada (como era um evento, tinha gente pra lá e pra cá, música, tequila, etc), eles souberam administrar bem a chegada da comida, que chegava sempre quentinha na mesa. Além disso não tivemos que esperar muito pelos próximos pratos, o que, infelizmente, é comum em rodízios. A comida era de boa qualidade, o atendimento bom e o ambiente alegre.
Como não paguei a conta, não posso avaliar a relação custo x benefício. Porém, considerando apenas o benefício, eu voltaria lá com certeza.
Apenas uma ressalva à minha resenha anterior, que eu mantenho: o serviço não é lá dos melhores. Fui á algumas vezes à noite, e, apesar de o serviço não ter sido ruim, também não fazia jus à qualidade do restaurante como um todo.
Porém estive lá num domingo para o almoço. Já era tarde, umas 17h, e o serviço foi péssimo: garçom de mau humor, que errou nosso pedido de bebidas e fazia cara feia toda vez que pedíamos algo (como açúcar para o suco, mais molho para a carne, etc). Além disso tudo demorou.
No almoço a quantidade servida de carne é menor, mas suficiente.
Porém estive lá num domingo para o almoço. Já era tarde, umas 17h, e o serviço foi péssimo: garçom de mau humor, que errou nosso pedido de bebidas e fazia cara feia toda vez que pedíamos algo (como açúcar para o suco, mais molho para a carne, etc). Além disso tudo demorou.
No almoço a quantidade servida de carne é menor, mas suficiente.
Dica: O suco vem em jarra, dá pra servir mais de uma pessoa (e eles não avisam isso)
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Vânia M.G.:
Garçom de mau humor...ninguém merece..... Será que o gerente não vê isso?
Enviado em 26/6/11
tania aparecida r.silva:
Enviado em 1/8/11
Rubens Burgel:
Eu nem voltava mais... e mandava 3 na avaliação!
Enviado em 22/8/11
Adriana Adriano : ):
Por isso esse cantinho serve...para expormos nossas necessidades, assim quem sabe algum gerente aposta mais em seus funcionários. Não adianta a casa ser boa e o atendimento ruim...ao menos esta é a minha opinião. Sou exigente em relação à atendimento e todos nós deveríamos ser. Abs
Enviado em 11/1/12
Estive no Bierboxx no último encontro do Kekanto, onde estiveram presentes o pessoal do Kekanto, alguns Kekanto Elites e alguns blogueiros.
A primeira coisa que eu gostei foi a localização. A casa fica em entre Pinheiros e a Vila Madalena, na rua Fradique Coutinho, entre a Cardeal e a Inácio. Ou seja, no início da região onde ficam os bares, mas num lugar um pouco mais tranquilo. Tanto é que o local funciona numa casa muito agradável que provavelmente já serviu como residência.
Essa foi minha segunda boa impressão, o da casa bonitinha e bem cuidada, além de arejada, com varanda e quintal abertos, que provavelmente são ótimos para dias quentes (não era o caso).
A decoração era bonita, agradável e moderna. Havia diversos quadros e frases na parede a respeito de cerveja.
Depois de uma breve introdução no andar de baixo, subimos todos para uma sala no andar superior, provavelmente utilizada para cursos e palestras. No nosso caso, era uma degustação, mas foi um pouco como um curso também. O sommelier Leandro Viu deu uma aula sobre a produção e as características de diversos tipos de cerveja, nos mostrou alguns ingredientes, além de nos ensinar a degustar uma cerveja e analisar aquelas que degustamos. Ele foi super prestativo e respondeu infinitas perguntas do grupo. Pra mim, esta foi uma esperiência muito diferente de qualquer outra que já tinha vivido, e muito interessante. Com certeza a partir de agora experimentarei cervejas com outro olhar. Além disso, algumas delas era muito saborosas (ok, todas eram, mas duas delas eram beeem amargas).
Depois da degustação, descemos todos novamente ao andar térreo, um pouco mais alegres, onde estava rolando um som, outra ótima impressão. A banda era boa, tocava rock de boa qualidade, animado e sem deixar o clima pesado. Experimentei alguns petiscos, todos ótimos: a bruscheta, o pastel (que era de gorgonzola ou algum outro queijo mto diferente e gostoso) e as polpetas com molho.
Em resumo, achei o Bierboxx ótimo, pretendo voltar e recomento principalmente por ser um lugar realmente especializado em cervejas e possuir uma grande variedade de rótulos.
Quanto ao pessoal do Kekanto, só tenho a agradecer! Foi ótima a iniciativa!
A primeira coisa que eu gostei foi a localização. A casa fica em entre Pinheiros e a Vila Madalena, na rua Fradique Coutinho, entre a Cardeal e a Inácio. Ou seja, no início da região onde ficam os bares, mas num lugar um pouco mais tranquilo. Tanto é que o local funciona numa casa muito agradável que provavelmente já serviu como residência.
Essa foi minha segunda boa impressão, o da casa bonitinha e bem cuidada, além de arejada, com varanda e quintal abertos, que provavelmente são ótimos para dias quentes (não era o caso).
A decoração era bonita, agradável e moderna. Havia diversos quadros e frases na parede a respeito de cerveja.
Depois de uma breve introdução no andar de baixo, subimos todos para uma sala no andar superior, provavelmente utilizada para cursos e palestras. No nosso caso, era uma degustação, mas foi um pouco como um curso também. O sommelier Leandro Viu deu uma aula sobre a produção e as características de diversos tipos de cerveja, nos mostrou alguns ingredientes, além de nos ensinar a degustar uma cerveja e analisar aquelas que degustamos. Ele foi super prestativo e respondeu infinitas perguntas do grupo. Pra mim, esta foi uma esperiência muito diferente de qualquer outra que já tinha vivido, e muito interessante. Com certeza a partir de agora experimentarei cervejas com outro olhar. Além disso, algumas delas era muito saborosas (ok, todas eram, mas duas delas eram beeem amargas).
Depois da degustação, descemos todos novamente ao andar térreo, um pouco mais alegres, onde estava rolando um som, outra ótima impressão. A banda era boa, tocava rock de boa qualidade, animado e sem deixar o clima pesado. Experimentei alguns petiscos, todos ótimos: a bruscheta, o pastel (que era de gorgonzola ou algum outro queijo mto diferente e gostoso) e as polpetas com molho.
Em resumo, achei o Bierboxx ótimo, pretendo voltar e recomento principalmente por ser um lugar realmente especializado em cervejas e possuir uma grande variedade de rótulos.
Quanto ao pessoal do Kekanto, só tenho a agradecer! Foi ótima a iniciativa!
Bom para: Ir com amigos, Happy hour, Apreciadores de cerveja
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Resposta do estabelecimento:
Rita... volte sim! E se quiser, damos uma ajudinha para provar ótimas cervejas.. :)
Enviado em 3/6/11
O Papito é um típico restaurante de pf. As especialidades deles são os grelhados e bifes a parmegiana, mas também servem massas, uma feijoada muito completa às quartas-feiras, bacalhau às sextas-feiras e outros pratos diferentes. Um dos meus preferidos é o nhocão ao sugo.
No horário do almoço a casa fica muito cheia. Normalmente é necessário esperar cerca de 15min por uma mesa. Outro ponto fraco do local é que é muito barulhento. Em geral é necessário gritar para conversar com a pessoa do lado.
O serviço é ok, sem nenhuma cordialidade.
Recomendo o local para almoços simples e de preço médio (os pfs custam entre 16 e 26 reais).
No horário do almoço a casa fica muito cheia. Normalmente é necessário esperar cerca de 15min por uma mesa. Outro ponto fraco do local é que é muito barulhento. Em geral é necessário gritar para conversar com a pessoa do lado.
O serviço é ok, sem nenhuma cordialidade.
Recomendo o local para almoços simples e de preço médio (os pfs custam entre 16 e 26 reais).
Estive no Seraphini para o Restaurant Week. Fui a convite de alguns amigos, não conhecia o lugar e fiquei impressionada positivamente. A fachada é super diferente e o ambiente agradável. Há uma espécie de sala de espera que lembra uma biblioteca de casa antiga e chique. O banheiro tem uma iluminação muito peculiar e é lindo. O salão principal, onde fiquei, não tem nada de muito especial, mas é bonito e tem uma iluminação amena agradável. Havia também uma espécie de varanda que não visitei.
O serviço foi ok. Fomos bem atendidos e a comida não demorou muito, mas não foi um serviço ultra cordial ou simpático.
Pedimos couver (cerca de R$ 8 por pessoa). Eu não sou muito chegada em couver, pois em geral é caro e sem graça (muitas vezes, com o mesmo valor, dá pra pedir uma entrada mais interessante). Nesse caso não foi diferente, mas pelo menos era bem servido e saboroso. Havia um potinho com azeite (dos bons) e outros dois com patês, além de uma cestinha cheia de pães e biscoitos salgados.
Pelo menu do RW, pedimos como entrada a bruschetta com antepasto italiano (berinjela), mussarela e agrião. Engraçado que as 8 pessoas da mesa pediram a mesma entrada, pois a outra era salada e parecia ser sem graça. Eu não gostei muito da bruschetta. Esperava mais pra um restaurante italiano refinado como esse. Eu adoro berinjela mas esta não era das melhores.
Como prato principal, pedi brasato glaceado servido com polenta cremosa italiana. Era uma espécie de lagarto com molho madeira e polenta. A carne estava ok, mas a polenta estava ótima! Incrivelmente era o que mais tinha gosto e mais era especial. Tinha pouca consistência, era bem cremosa mesmo, mas acho que essa é a ideia. Gostei muito. De sobremesa. pedi o sorvete de côco, provavelmente fabricado por eles. Era muito muito bom... Com micro pedacinhos de côco, sem ser muito doce nem muito sem gosto! Bem saboroso!!!
Além da comida pedimos vinho (duas garrafas de 100 reais). Acho que foi isso que “estragou” o bom custo-benefício que o Restaurant Week em geral proporciona. A conta deu 92 reais por cabeça. Ao meu ver, salgadíssimo. Fiquei um pouco traumatizada pelo preço alto da conta final. Fizemos uma refeição rápida (pois íamos ao teatro em seguida) e não aproveitamos o suficiente para que eu possa dizer que foi uma “super” refeição de 92 reais. Pelo contrário, foi um jantar gostoso, mas rápido. Nada marcante. Eu voltaria lá para aproveitar melhor o lugar, apreciar mais a decoração e a arquitetura maluca da fachada. Mas temo que “sem querer” a conta fique mais alta que o esperado novamente.
O serviço foi ok. Fomos bem atendidos e a comida não demorou muito, mas não foi um serviço ultra cordial ou simpático.
Pedimos couver (cerca de R$ 8 por pessoa). Eu não sou muito chegada em couver, pois em geral é caro e sem graça (muitas vezes, com o mesmo valor, dá pra pedir uma entrada mais interessante). Nesse caso não foi diferente, mas pelo menos era bem servido e saboroso. Havia um potinho com azeite (dos bons) e outros dois com patês, além de uma cestinha cheia de pães e biscoitos salgados.
Pelo menu do RW, pedimos como entrada a bruschetta com antepasto italiano (berinjela), mussarela e agrião. Engraçado que as 8 pessoas da mesa pediram a mesma entrada, pois a outra era salada e parecia ser sem graça. Eu não gostei muito da bruschetta. Esperava mais pra um restaurante italiano refinado como esse. Eu adoro berinjela mas esta não era das melhores.
Como prato principal, pedi brasato glaceado servido com polenta cremosa italiana. Era uma espécie de lagarto com molho madeira e polenta. A carne estava ok, mas a polenta estava ótima! Incrivelmente era o que mais tinha gosto e mais era especial. Tinha pouca consistência, era bem cremosa mesmo, mas acho que essa é a ideia. Gostei muito. De sobremesa. pedi o sorvete de côco, provavelmente fabricado por eles. Era muito muito bom... Com micro pedacinhos de côco, sem ser muito doce nem muito sem gosto! Bem saboroso!!!
Além da comida pedimos vinho (duas garrafas de 100 reais). Acho que foi isso que “estragou” o bom custo-benefício que o Restaurant Week em geral proporciona. A conta deu 92 reais por cabeça. Ao meu ver, salgadíssimo. Fiquei um pouco traumatizada pelo preço alto da conta final. Fizemos uma refeição rápida (pois íamos ao teatro em seguida) e não aproveitamos o suficiente para que eu possa dizer que foi uma “super” refeição de 92 reais. Pelo contrário, foi um jantar gostoso, mas rápido. Nada marcante. Eu voltaria lá para aproveitar melhor o lugar, apreciar mais a decoração e a arquitetura maluca da fachada. Mas temo que “sem querer” a conta fique mais alta que o esperado novamente.
Bom para: Jantares especiais
Dica: quem quiser ver o menu original com preços, está disponível no site em www.seraphini.com.br/cardapio/menu-a-la-carte. Não parece ser tão caro...
Preço
$$$
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Ambiente
Comida
Atendimento
Bebida
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Allan Panossian Kajimoto:
Uau! 92 por cabeça? Quando fui, eu usei um cupom e curti bastante o lugar!
Enviado em 6/4/11
Assim como os outros Kekanto Elites que já postaram suas resenhas aqui, estive na Brasserie Colette a convite do Kekanto em comemoração pelo seu primeiro aniversário.
Fomos numa segunda-feira à noite (chegamos lá pelas 21h) e a casa estava vazia, acho que em parte por ser segunda, e em parte por o lugar ser novo e ainda estar pouco movimentado.
Sentamos numa mesa comprida numa espécia de varanda, que era fechada. Achei o lugar charmoso, com cadeiras diferentes, porém um pouco apertado: as pessoas que estavam sentadas junto à parede ficavam "presas" e tinham que pedir para as outras saírem se precisassem ir ao banheiro. A casa de modo geral é bonita, antiga, agradável, com iluminação leve. O que mais gostei da decoração foi o banheiro, que fugia do clichê todo branco e clean. Tinha pastilhas verdes, pia de madeira e um quadro legal. Não era nada mega diferente, mas original. Também gostei mais do andar de cima, que era mais aconhegante e escurinho.
Como couver, veio um biscoito de polvilho bem comprido. Achei engraçado e super a cara da chef Ana Soares (by the way minha tia, mas juro que os elogios que eu sempre faço à comida dela não são por causa dos laços sanguíneos), que foi quem preparou o cardápio de lá. Como definiu uma vez a revista da Folha, ela é uma "fantástica fábrica de menus", e realmente o que ela mais faz bem é fugir do óbvio.
De entrada, dividi com a Alice uma porção de pasteis assados, de cogumelos com queijo brie ou Lorraine. Gostei muito dos dois, especialmente do de cogumelos com brie.
Como prato principal pedi um milanesa de frango com ratatouille e rúcula. O frango estava bem bom, o ratatouille (que eu pedi mais por curiosidade, pois nunca tinha comido) estava médio (acho que porque eu não gosto muito de pimentão) e a rúcula estava rúcula. Dos pratos que provei da mesa, o que mais gostei foi o escondidinho de pato (pelo que os garçons falaram, esse era mesmo o prato mais pedido da casa).
De sobremesa, rachei com a Alice e a Tati um creme brulée (concordo que estava meio mole, mas gostei muito da casquinha) e uma torta de maçã (demais!!!).
O atendimento foi ótimo, vários garçons nos serviram e foram muito solícitos, porém prato principal demorou um pouco pra chegar.
Fomos numa segunda-feira à noite (chegamos lá pelas 21h) e a casa estava vazia, acho que em parte por ser segunda, e em parte por o lugar ser novo e ainda estar pouco movimentado.
Sentamos numa mesa comprida numa espécia de varanda, que era fechada. Achei o lugar charmoso, com cadeiras diferentes, porém um pouco apertado: as pessoas que estavam sentadas junto à parede ficavam "presas" e tinham que pedir para as outras saírem se precisassem ir ao banheiro. A casa de modo geral é bonita, antiga, agradável, com iluminação leve. O que mais gostei da decoração foi o banheiro, que fugia do clichê todo branco e clean. Tinha pastilhas verdes, pia de madeira e um quadro legal. Não era nada mega diferente, mas original. Também gostei mais do andar de cima, que era mais aconhegante e escurinho.
Como couver, veio um biscoito de polvilho bem comprido. Achei engraçado e super a cara da chef Ana Soares (by the way minha tia, mas juro que os elogios que eu sempre faço à comida dela não são por causa dos laços sanguíneos), que foi quem preparou o cardápio de lá. Como definiu uma vez a revista da Folha, ela é uma "fantástica fábrica de menus", e realmente o que ela mais faz bem é fugir do óbvio.
De entrada, dividi com a Alice uma porção de pasteis assados, de cogumelos com queijo brie ou Lorraine. Gostei muito dos dois, especialmente do de cogumelos com brie.
Como prato principal pedi um milanesa de frango com ratatouille e rúcula. O frango estava bem bom, o ratatouille (que eu pedi mais por curiosidade, pois nunca tinha comido) estava médio (acho que porque eu não gosto muito de pimentão) e a rúcula estava rúcula. Dos pratos que provei da mesa, o que mais gostei foi o escondidinho de pato (pelo que os garçons falaram, esse era mesmo o prato mais pedido da casa).
De sobremesa, rachei com a Alice e a Tati um creme brulée (concordo que estava meio mole, mas gostei muito da casquinha) e uma torta de maçã (demais!!!).
O atendimento foi ótimo, vários garçons nos serviram e foram muito solícitos, porém prato principal demorou um pouco pra chegar.
Dica: Fique no andar de cima e peça o escondidinho de pato
Ambiente
Comida
Atendimento
Bebida
Fui almoçar com a família no Anita no último domingo. O restarante fica na rua Mato Grosso, em frente ao cemitério da Consolação (a Recoleta paulistana, como diz um amigo meu). Há alguns anos essa rua era um pouco degradada, talvez por causa do grande muro do cemitério. Mas desde o lançamento de um prédio super moderno de laboratórios e clínicas (onde fica o Fleury), a região foi se recuperando e alguns restaurantes mais charmosos abriram por ali, como o AK Delicatessen (que já fechou), o La Frontera, o Antonietta e o Bar Higienópolis. O Anita é um dos restaurantes que pegaram essa onda de valorização da Rua Mato Grosso e se deram bem. Ao meu ver, o local é muito agradável durante o dia; de noite já acho um pouquinho perigoso.
A fachada é de uma casa antiga (que já funcionou como bordel), mas bem cuidada. Olhando por dentro, o clima é o mesmo: casa antiga com decoração bonita e cheia de personalidade. A casa é super bem iluminada durante o dia, por ter uma clarabóia que dá pra uma árvore ao lado da casa. Além disso, a janela da frente estava aberta, com vista para o cemitério (que é super arborizado). As paredes são bem decoradas com papéis de parede estampados. Os estofados das cadeiras e do sofá têm estampas similares. Todas as mesas tinham um cravo vermelho como enfeite (simples e lindo). Ficamos no andar de cima, mas fui ao andar de baixo pra ir ao banheiro e gostei mais. Tem um clima mais de bar e é mais escuro (deve ser o ideal para ficar a noite). Enfim, o ambiente era bonito e aconchegante sem grandes luxos.
O restarante serve comida paulistana clássica, com uma cara mais moderninha. O carro chefe da casa é o frango de televisão (galeto). Pedimos o galeto em três pessoas: ele é cobrado por pessoa (R$31) e vem uma quantidade absurda de frango numa tábua de madeira. Pra acompanhar, vem farofa, batata bolinha e vinagrete de tomates verdes. Pagando à parte, dá para pedir mais acompanhamentos também (R$7,50 cada). Pedimos a cebola frita na manteiga (meio adocicada) e polenta cremosa (cremosa mesmo, tipo um purê). O galeto estava saborosíssimo!!! Muito bom mesmo. E não sou grande fã de frango.
Minha mãe pediu uma massa: linguinni com cogumelos de pimenta em grãos. Vinha com um molhinho branco bem leve e muitos, muitos cogumelos (segundo ela, uma variedade grande deles). Eu gostei, mas achei o gosto de cogumelos bem forte, só serve pra quem é fã deles. Minha mãe amou (sim, ela é fã deles...). Depois que saí de lá, passei a tarde com muita sede, o que indica que a comida estava um pouco salgada (mas não senti isso na hora que eu comi).
O atendimento foi ok, não tenho reclamações nem elogios a fazer.
Adorei conhecer o Anita! Amei a comida e o ambiente, e pretendo voltar. Quem sabe numa terça ou quinta a noite, quando há música ao vivo.
A fachada é de uma casa antiga (que já funcionou como bordel), mas bem cuidada. Olhando por dentro, o clima é o mesmo: casa antiga com decoração bonita e cheia de personalidade. A casa é super bem iluminada durante o dia, por ter uma clarabóia que dá pra uma árvore ao lado da casa. Além disso, a janela da frente estava aberta, com vista para o cemitério (que é super arborizado). As paredes são bem decoradas com papéis de parede estampados. Os estofados das cadeiras e do sofá têm estampas similares. Todas as mesas tinham um cravo vermelho como enfeite (simples e lindo). Ficamos no andar de cima, mas fui ao andar de baixo pra ir ao banheiro e gostei mais. Tem um clima mais de bar e é mais escuro (deve ser o ideal para ficar a noite). Enfim, o ambiente era bonito e aconchegante sem grandes luxos.
O restarante serve comida paulistana clássica, com uma cara mais moderninha. O carro chefe da casa é o frango de televisão (galeto). Pedimos o galeto em três pessoas: ele é cobrado por pessoa (R$31) e vem uma quantidade absurda de frango numa tábua de madeira. Pra acompanhar, vem farofa, batata bolinha e vinagrete de tomates verdes. Pagando à parte, dá para pedir mais acompanhamentos também (R$7,50 cada). Pedimos a cebola frita na manteiga (meio adocicada) e polenta cremosa (cremosa mesmo, tipo um purê). O galeto estava saborosíssimo!!! Muito bom mesmo. E não sou grande fã de frango.
Minha mãe pediu uma massa: linguinni com cogumelos de pimenta em grãos. Vinha com um molhinho branco bem leve e muitos, muitos cogumelos (segundo ela, uma variedade grande deles). Eu gostei, mas achei o gosto de cogumelos bem forte, só serve pra quem é fã deles. Minha mãe amou (sim, ela é fã deles...). Depois que saí de lá, passei a tarde com muita sede, o que indica que a comida estava um pouco salgada (mas não senti isso na hora que eu comi).
O atendimento foi ok, não tenho reclamações nem elogios a fazer.
Adorei conhecer o Anita! Amei a comida e o ambiente, e pretendo voltar. Quem sabe numa terça ou quinta a noite, quando há música ao vivo.
Preço
$$
$$
Ambiente
Comida
Atendimento
Bebida
(2)
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Fernando O.:
A casa era um bordel? E olha que fica em frente ao cemitério!
Enviado em 31/3/11
Samia:
perto do cemitério ou não, deu vontade de conhecer!
Enviado em 21/10/11
Rita DPC:
parece que fechou :(
Enviado em 21/10/11
À procura de uma hamburgueria nova para jantar na terça feira de carnaval, consultamos o Kekanto. Após ler a resenha do Allan e ficar com água na boca, não tivemos dúvida: General Prime Burger! Eu já conhecia a unidade do shopping Market Place e lembrava de lá pela comida muito boa e o atendimento ruim. Assim, fomos para a unidade da Joaquim Floriano.
O restaurante tem serviço de vallet (já começou perdendo para os dois concorrentes mais próximos, o Joakins e o New Dog, que ficam na mesma rua e oferecem estacionamento gratuito), mas paramos o carro na rua. Não é muito fácil achar vagas por lá durante o dia, mas a noite é possível.
O local é bem grande, com pé direito alto e um mezanino. Há um pequeno espaço com sofazinhos para quem estiver na espera (não foi o nosso caso, no dia a casa estava razoavelmente vazia), bem agradável. Porém, a espera não é comum lá, o que é uma vantagem com relação aos já citados Joakins e New Dog, que costumam encher. Depois da pequena “sala de espera”, há um grande bar do lado direito e mesas ao lado esquerdo. Mais ao fundo, há uma parede toda de vidro que dá para a cozinha, de onde pode-se observar a preparação dos lanches. A maior parte das mesas tem sofazinhos (recomendo sentar numa delas, muito mais confortáveis). Pra completar o ambiente quase perfeito, vem o banheiro: é bonito, cheiroso e limpo. Oferece fio dental e enxaguante bucal à vontade. E o melhor de tudo: tem música ambiente!
Sentamos em nossa mesa de sofazinhos e pedimos a entrada: uma porção de batatas fritas “holandesas, incrivelmente crocantes e servidas com maionese da casa”. Essa batata foi premiada recentemente pela revista Época como a melhor batata frita tradicional de São Paulo, então precisávamos experimentar. Segundo o Victor, que já esteve na Holanda, as batatas não tinham muito de holandesas. Ainda assim, eram bem saborosas, tradicionais e a maionese era perfeita (além da mostarda e do ketchup de ótima qualidade). Devoramos rapidinho.
Pedimos também uma Coca, ao que ouvimos “serve Pepsi?”. Primeira decepção. Hamburgueria sem Coca pra mim é como cantina sem molho de tomate. Pedimos então uma Schweppes Citrus, e também ouvimos um não como resposta. Resolvemos pedir sucos: um de maracujá e outro de morango. Vieram conforme pedimos, com açúcar batido, e eram bem saborosos e concentrados. Refrigerantes reprovados, sucos aprovados.
Abrimos o cardápio para escolher os sanduíches e começou a dúvida. Havia uma porção de hambuergues apetitosos no cardápio. Como eu tinha ficado especialmente tocada pela resenha do Allan, fui de Gran Burger BBQ (já muito bem descrito por ele aqui embaixo). O Victor acabou escolhendo o Caprese: burguer de picanha recheado com mussarela de búfala, empanado e crocante, com folhas de rúcula e tomate, servido no pão de hambúrguer tradicional ou ciabatta. Para o sanduíche vir acompanhado de fritas, você paga um pouco a mais. A comida demorou um pouco mais que o normal pra chegar, considerando que a casa estava razoavelmente vazia. Gostei mais do Caprese do que do meu Gran Burguer. Ele era realmente diferente, o hamburguer recheado e empanado era muito bom. O Victor achou que o sanduíche todo estava sem sal e sem gosto. Eu fui obrigada a concordar, e olha que eu gosto de comida sem sal! Enfim, se esse sanduíche fosse mais bem temperado seria perfeito. Como não era, estava nota 6,5. Já o meu sanduíche estava bem gostoso e temperado, porém me parece que faltava molho. Por alguma razão estava seco demais. Enfim, de modo geral a comida era gostosa e de boa qualidade, mas não impressionou. Esperávamos mais.
A conta deu 41 reais por pessoa. Não é um absurdo, mas um pouco cara para um lanche sem sobremesa.
Quanto ao serviço, foi a grande decepção da noite. Todas as vezes que precisamos do garçom, demoraram para nos atender. Mas o que demorou mesmo foi a conta: pedimos três vezes e ainda tivemos que esperar mais ainda pela maquininha do cartão. Além disso tudo, nenhum dos garçons se esforçou pra ser simpático. Para um lugar do nível do GPB, eu esperava mais.
O restaurante tem serviço de vallet (já começou perdendo para os dois concorrentes mais próximos, o Joakins e o New Dog, que ficam na mesma rua e oferecem estacionamento gratuito), mas paramos o carro na rua. Não é muito fácil achar vagas por lá durante o dia, mas a noite é possível.
O local é bem grande, com pé direito alto e um mezanino. Há um pequeno espaço com sofazinhos para quem estiver na espera (não foi o nosso caso, no dia a casa estava razoavelmente vazia), bem agradável. Porém, a espera não é comum lá, o que é uma vantagem com relação aos já citados Joakins e New Dog, que costumam encher. Depois da pequena “sala de espera”, há um grande bar do lado direito e mesas ao lado esquerdo. Mais ao fundo, há uma parede toda de vidro que dá para a cozinha, de onde pode-se observar a preparação dos lanches. A maior parte das mesas tem sofazinhos (recomendo sentar numa delas, muito mais confortáveis). Pra completar o ambiente quase perfeito, vem o banheiro: é bonito, cheiroso e limpo. Oferece fio dental e enxaguante bucal à vontade. E o melhor de tudo: tem música ambiente!
Sentamos em nossa mesa de sofazinhos e pedimos a entrada: uma porção de batatas fritas “holandesas, incrivelmente crocantes e servidas com maionese da casa”. Essa batata foi premiada recentemente pela revista Época como a melhor batata frita tradicional de São Paulo, então precisávamos experimentar. Segundo o Victor, que já esteve na Holanda, as batatas não tinham muito de holandesas. Ainda assim, eram bem saborosas, tradicionais e a maionese era perfeita (além da mostarda e do ketchup de ótima qualidade). Devoramos rapidinho.
Pedimos também uma Coca, ao que ouvimos “serve Pepsi?”. Primeira decepção. Hamburgueria sem Coca pra mim é como cantina sem molho de tomate. Pedimos então uma Schweppes Citrus, e também ouvimos um não como resposta. Resolvemos pedir sucos: um de maracujá e outro de morango. Vieram conforme pedimos, com açúcar batido, e eram bem saborosos e concentrados. Refrigerantes reprovados, sucos aprovados.
Abrimos o cardápio para escolher os sanduíches e começou a dúvida. Havia uma porção de hambuergues apetitosos no cardápio. Como eu tinha ficado especialmente tocada pela resenha do Allan, fui de Gran Burger BBQ (já muito bem descrito por ele aqui embaixo). O Victor acabou escolhendo o Caprese: burguer de picanha recheado com mussarela de búfala, empanado e crocante, com folhas de rúcula e tomate, servido no pão de hambúrguer tradicional ou ciabatta. Para o sanduíche vir acompanhado de fritas, você paga um pouco a mais. A comida demorou um pouco mais que o normal pra chegar, considerando que a casa estava razoavelmente vazia. Gostei mais do Caprese do que do meu Gran Burguer. Ele era realmente diferente, o hamburguer recheado e empanado era muito bom. O Victor achou que o sanduíche todo estava sem sal e sem gosto. Eu fui obrigada a concordar, e olha que eu gosto de comida sem sal! Enfim, se esse sanduíche fosse mais bem temperado seria perfeito. Como não era, estava nota 6,5. Já o meu sanduíche estava bem gostoso e temperado, porém me parece que faltava molho. Por alguma razão estava seco demais. Enfim, de modo geral a comida era gostosa e de boa qualidade, mas não impressionou. Esperávamos mais.
A conta deu 41 reais por pessoa. Não é um absurdo, mas um pouco cara para um lanche sem sobremesa.
Quanto ao serviço, foi a grande decepção da noite. Todas as vezes que precisamos do garçom, demoraram para nos atender. Mas o que demorou mesmo foi a conta: pedimos três vezes e ainda tivemos que esperar mais ainda pela maquininha do cartão. Além disso tudo, nenhum dos garçons se esforçou pra ser simpático. Para um lugar do nível do GPB, eu esperava mais.
Dica: peça o suco de morango e as batatas fritas holandesas
Preço
$$
$$
Ambiente
Comida
Atendimento
Bebida
(3)
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Allan Panossian Kajimoto:
Que pena que vc não curtiu tanto o sanduba =(
Enviado em 17/3/11
juliana morante barrinha:
eu sou promotora e faço extra joaquim floriano,tive oportunidade de conhecer o hanburgue ,adorei
Enviado em 17/3/11
Rubens Burgel:
Que decepção... tinha vontade de experimentar, mas me desanimou.
Enviado em 22/8/11
Marco Origuela:
Não se decepcione Rubens, procure ir em um dia menos concorrido para favorecer o atendimento, mas sinceramente acho que o lanche mereça ser provado!
Enviado em 16/10/11
Adriana Adriano : ):
Indico a St Louis...10!
Enviado em 9/1/12
Essa é uma das praias mais lindas que eu já conheci. Porém eu dei sorte, porque nem sempre ela é assim; uma amiga minha que esteve lá 3 meses antes de mim achou a praia "feia" e sem graça.
A magia de Taipus de Fora está na maré. Nunca deixe de consultá-la antes de visitar esta praia, pois quando a maré está alta, ela se torna "apenas" uma praia de surfistas, cercada de coqueiros lindos). Já nos dias de maré baixa, os corais represam a água, formando uma piscina natural gigantesca, linda e de águas azuis. Nessa piscina é possível ver peixinhos lindos apenas com mergulho livre. Se quiser se programar com antecedência, leve em conta que em épocas de lua cheia e lua nova a maré seca mais.
Para chegar à praia existem várias opções. Para quem está em Itacaré, há passeios diários de jipe para lá, a cerca de 70 reais por pessoa. É um pouco longe e a viagem é cansativa, mas vale a pena e dá pra aproveitar bem o dia. Para quem está em Barra Grande, é possível de táxi, quadriciclo ou até a pé (são cerca de 7 km de distância). Eu não me hospedei Taipus, apenas passei o dia e diria que não vale a pena se hospedar lá, apesar de haver estrutura para isso. Um ou dois dias nessa praia são mais que suficientes (e cansativos!).
Na praia há diversos restaurantes com estrutura (banheiros, chuveiro, guarda-sóis) e comida razoável.
Se puder, leve seu próprio equipamento de mergulho. Senão, alugue na praia mesmo uma máscara, snorkel e um par de nadadeiras (cerca de 20 reais o aluguel do conjunto). Também há aluguel de equipamentos para fotografia subaquática. Antes de ir para a água, não esqueça de se proteger muito bem os ombros com protetor solar, pois é fácil perder a noção do tempo e do sol embaixo d'água.
Por volta das 14h a maré sobe e já não há tanta graça para mergulho. Incrivelmente não muito tempo depois surgem alguns surfistas, a piscina some e o mar fica agitado e cheio de ondas.
A magia de Taipus de Fora está na maré. Nunca deixe de consultá-la antes de visitar esta praia, pois quando a maré está alta, ela se torna "apenas" uma praia de surfistas, cercada de coqueiros lindos). Já nos dias de maré baixa, os corais represam a água, formando uma piscina natural gigantesca, linda e de águas azuis. Nessa piscina é possível ver peixinhos lindos apenas com mergulho livre. Se quiser se programar com antecedência, leve em conta que em épocas de lua cheia e lua nova a maré seca mais.
Para chegar à praia existem várias opções. Para quem está em Itacaré, há passeios diários de jipe para lá, a cerca de 70 reais por pessoa. É um pouco longe e a viagem é cansativa, mas vale a pena e dá pra aproveitar bem o dia. Para quem está em Barra Grande, é possível de táxi, quadriciclo ou até a pé (são cerca de 7 km de distância). Eu não me hospedei Taipus, apenas passei o dia e diria que não vale a pena se hospedar lá, apesar de haver estrutura para isso. Um ou dois dias nessa praia são mais que suficientes (e cansativos!).
Na praia há diversos restaurantes com estrutura (banheiros, chuveiro, guarda-sóis) e comida razoável.
Se puder, leve seu próprio equipamento de mergulho. Senão, alugue na praia mesmo uma máscara, snorkel e um par de nadadeiras (cerca de 20 reais o aluguel do conjunto). Também há aluguel de equipamentos para fotografia subaquática. Antes de ir para a água, não esqueça de se proteger muito bem os ombros com protetor solar, pois é fácil perder a noção do tempo e do sol embaixo d'água.
Por volta das 14h a maré sobe e já não há tanta graça para mergulho. Incrivelmente não muito tempo depois surgem alguns surfistas, a piscina some e o mar fica agitado e cheio de ondas.
Dica: consulte a maré e passe protetor solar
Conhecida por alguns como a melhor sorveteria de Santos ou do litoral sul de SP, essa sorveteria super simples fica de frente para o canal 1, muito próxima da praia. Um dos problemas da localização é a dificuldade de parar o carro. Diversas vezes já fiquei rondando a região por vários minutos acté achar uma vaga.
A sorveteria é pequena e simples. Há uma rampa de entrada, onde ficam bancos para as pessoas tomarem seus sorvetes (ao ar livre). Do lado de dentro, há apenas uma pia e um balcão para fazer o pedido. A lista de sabores fica junto à parede. Não há uma infinidade deles, mas uma boa variedade. O melhor que já provei era o de maracujá, super-híper refrescante! Há também de outras frutas, além de milho, chocolate branco, doce de leite (muito bom)... Todos são caseiros e muito saborosos.
O mais incrível é o tamanho da bola do sorvete, que na verdade são 3 bolas bem servidas ou cerca de um copo de plástico cheio, e que custa apenas R$3,50. O que me deixa triste é que essa "uma" bola é tão grande, que eu nunca aguento pedir mais de um sabor.
A sorveteria é pequena e simples. Há uma rampa de entrada, onde ficam bancos para as pessoas tomarem seus sorvetes (ao ar livre). Do lado de dentro, há apenas uma pia e um balcão para fazer o pedido. A lista de sabores fica junto à parede. Não há uma infinidade deles, mas uma boa variedade. O melhor que já provei era o de maracujá, super-híper refrescante! Há também de outras frutas, além de milho, chocolate branco, doce de leite (muito bom)... Todos são caseiros e muito saborosos.
O mais incrível é o tamanho da bola do sorvete, que na verdade são 3 bolas bem servidas ou cerca de um copo de plástico cheio, e que custa apenas R$3,50. O que me deixa triste é que essa "uma" bola é tão grande, que eu nunca aguento pedir mais de um sabor.
Dica: Se puder, vá a pé
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