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Imagem Homem - Shopping Market Place   23-04-2012
Ultimamente tenho visto diversas reportagens sobre profissões e empregos que, antes relegados ao malfadado grupo de trabalhos de segundo escalão, ascenderam ao status de ocupações promissoras, bem vistas e bem remuneradas. Em especial, chamou-me a atenção a profissão de cabeleireiro que, aliás, nem precisa ser famoso para ganhar melhor que um bancário, por exemplo, com a vantagem adicional de sofrer infinitamente menos com doenças ocupacionais ou relacionadas ao trabalho como estresse e depressão.
Perdoem-me o preâmbulo maçante acima, mas é que enquanto escrevo tento encontrar uma justificativa, uma explicação divina, para o assalto que sofri há alguns dias atrás, na Imagem Homem do Shopping Market Place. Moro em Curitiba e confesso que, neste momento, me sinto um provinciano! Oitenta reais por um corte de cabelo que ficou ruim, pior do que o que faria o barbeiro perto de minha casa. Talvez os paulistanos mais sabichosos que por ventura leiam esta resenha (Ok! Antes um desabafo!) estejam agora me chamando de besta: “O que é que esse cara estava esperando, afinal de contas?! Pagou o preço por cortar o cabelo na Imagem Homem... ou no Shopping...”, sei lá!
Por favor, me deem um desconto! – já que o salão não o fez! Em Curitiba, salão de beleza de shopping center é mais caro do que na boca da calçada, mas ainda assim um corte de cabelo masculino nem nos sonhos mais cálidos do barbeiro chega a oitenta reais – à exceção dos notoriamente exclusivos, VIPs, que então custam bem mais que isso, mas estes, de tão requintados, nem ficam nos shoppings, e se hoje houver algum dentro de um desses, aqui na “capitar”, é coisa recente.
Oitenta reais, gente! Quando a recepcionista-secretária-balconista-caixa me cobrou o corte, creio que fiquei pálido, já que me olhou com ar preocupado. “O senhor está bem? Ei! Moço! O senhor está bem?” Acordei de meu estupor, paguei a conta, trocamos agradecimentos, e parti, humilhado, dividido entre a sensação de vítima que fora assaltada e de culpado, por não ter perguntado o preço antes e por ganhar tão pouco a ponto de esquentar a cabeça com um corte de cabelo... (lágrimas!)

Obs: coloquei a nota do atendimento como sendo bom, mas isto por que foram atenciosos e educados, ofereceram-me revista, água, cafezinho... Entretanto o corte, que era o que mais interessava, ficou ruim!



Atendimento
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Sheila A.:
Desabafo de uma pessoa indignada...rsrs
Enviado há 4 semanas, 1 dia

Enviado
via iPhone
Arouca Grill   22-04-2012
Não me canso de me admirar com o que um conceito é capaz de fazer na mente das pessoas!

Passando alguns dias em São Paulo, no ap. de minha namorada durante as minhas férias, me assustei, mais uma vez, com os preços praticados nesta cidade (não me acostumo a eles!) e após almoçar em alguns lugares um tanto caros (mas que até então imaginei padrão, por assim dizer), fiquei conjecturando como um santo pode aqui passar o mês com um vale-refeição que às vezes não chega a quatrocentos reais mensais...

Até que um belo dia, entre às treze e quatorze horas, período de pico dos restaurantes, buscando um lugar para almoçar que não estivesse abarrotado de gente, decidi, mui espertamente, fazer um lanche em uma panificadora tradicional e referência aqui na região. Apenas um lanche, pois sabia que o almoço lá é muito caro. Qual não foi a minha surpresa ao chegar e constatar que havia uma fila de espera de mortos de fome esperando para sentar e fazerem os seus pedidos. Fila de espera numa panificadora... para almoçar! Não pude acreditar nem aceitar participar dessa procissão. Segui alguns passos adiante e resolvi entrar num restaurante de fachada azul, não muito bonito nem por dentro, nem por fora, com uma triste pintura emoldurada de uma rês em uma das paredes, mas com várias mesas vazias e sem fila no buffet, por quilo, diga-se de passagem. Este, aliás, delicioso! Simples, mas sortido! Várias sobremesas, saladas, carnes, frutos do mar e, nesse dia, feijoada.

Enquanto almoçava, não quis ver o valor da minha refeição, já que não queria estragar o meu apetite me aborrecendo de antemão com “os cobres” a menos pesando no meu bolso! Apenas quando me dirigi ao caixa foi que consultei a comanda e, então, não pude deixar de estampar um sorriso em meu rosto! A comida, além de gostosa, era barata! E se a panificadora da esquina estava cheia, enquanto o restaurante, em comparação, estava vazio, devia-se a uma simples questão de imagem e conceito... Pessoal, me perdoem a referência fácil e ordinária, mas falando em conceito, não tinha uma campanha de refrigerante que apregoava, “imagem não é nada, blablabla é tudo?” Pois então!
Bom para: Almoçar, Comer muito, Almoço rápido, Gastar pouco



Preço
$
Ambiente
Comida
Atendimento
Bebida

Rua XV de Novembro (Rua das Flores)   24-12-2011
Alguem mais esperto e viajado que eu ja disse certa vez algo sobre as voltas que precisamos dar pelo mundo para valorizarmos a nossa casa ou o lugar em que vivemos...
Por educacao, nao direi onde estou agora, enquanto escrevo esta resenha, basta saber que estou no Estado de Sao Paulo e que hoje visitei um calcadao no centro da cidade, com muito comercio, movimento, autofalantes, promocoes, pobreza, bebados, doencas, sujeira... Tudo aquilo que tambem encontramos no calcadao da XV em Curitiba, mas de um jeito mais deprimente, pela falta do charme e da beleza da Rua das Flores de nossa Capial. Quem a conhece sabe do que estou falando e se nao sabe deveria dar um pulinho em... Deixa pra la!



(2) .  •  Comentar
Lais Domingues:
Longa vida à Rua das Flores ;)
Enviado em 26/12/11

Estofaria Bar   25-11-2011
Ótimo lugar para um happy hour em um fim de tarde ensolarado de verão! Ainda que porventura não haja espaço na varanda da casa, esta é muito bem arejada e iluminada, garantindo a todos os clientes algumas horas agradáveis com os amigos. Ambiente decorado com cadeiras, sofás e poltronas com diferentes... estofados, é claro! Os preços não fogem do convencional e os “estofadinhos” são petiscos obrigatórios.
Bom para: Ir com amigos, Vinho, Happy hour, Drinques

Dica: Estofadinho de carne seca.


Preço
$$
Ambiente
Comida
Público
Atendimento
Bebida

Restaurante Quallita   14-11-2011
Sou um pouco nojento com as coisas! O que faz de mim um cara muito limpinho e seletivo com as coisas! Comidas inclusive!
Por exemplo, não há santo que me faça comer maionese de restaurante, principalmente se for um “buffet por quilo”, encima do qual todos respiram e espirram suas partículas invisiveis de saliva! Sei que e loucura, afinal, pela logica, a premissa e a mesma para todos os demais itens do cardapio... Mas as manias são assim, irracionais mesmo!
Sobre o restaurante em questao, não como a sua maionese, nem as saladas verdes (não por não gostar, mas por achar – crer – que elas não foram bem lavadas! Ainda que pela aparencia nada as desabone), nem o peixe (quase sempre frito, po! Sem falar dos espinhos, que sempre acho que estao la – como aquela pessoa com TOC que no paroxismo de sua doença enxerga os microbios nas maos que acabou de lavar na agua super quente ate acabar o sabonete!) e nem a sobremesa... Bem... essa eu como as vezes, mas evito para não engordar! De resto, não poupo o garfo!
E então, algum coitado mais lentinho lendo isso pode me perguntar.. você e doente ou não confia na higiene do restaurante? Sou doente mesmo, fio! Ainda que la o cheiro seja as vezes um pouco esquisito, ainda que as vezes encontre um ou dois graos de arroz na cadeira, agua na bandeja (eles lavam as bandejas e vez por outra não as secam bem antes de repo-las! Concentro-me nessa ideia e sigo em frente pela patria – e tambem pela economia do meu bolso), ainda que os espelhos das paredes tenham marcas de desgaste, que as paredes estejam um pouco encardidas, que não entre luz do Sol e que uma parte da cozinha, não sei se onde preparam a comida ou onde lavam a louça, fique ao lado dos “toilletes”, ainda assim, confio na higiene do restaurante! Pelo menos, nunca tive uma intoxicação alimentar por almoçar la!
E por que almoço la? Alem da mencionada economia, alem da patria, pelo OTIMO atendimento! Os atendentes são simpáticos e prestativos, conhecem e se adaptam as suas preferencias, conseguem criar com o cliente assiduo um vinculo, sem no entanto invadir o seu espaço vital e as gerentes sempre te chamam pelo nome, o que para alguns pode parecer pouco, mas para mim não é!
Sou doido por um bom atendimento!
Bom para: Almoçar, Almoço rápido, Gastar pouco



Preço
$
(1) .  •  Comentar
Sheila A.:
TOC...apenas isto...kkkkk!!! To rindo demais com sua resenha!
Enviado em 15/11/11
Fabiane Beatrice:
HAHAHAHHA... depois de ler isso dá muito medo de sair pra comer fora em qualquer lugar que tenha buffet!! =O
Enviado em 15/11/11
Lais Domingues:
Rodrigo, vc pode montar uma campanha "Não ao buffet" hahahahahahah. Parabéns pelo texto, está ótimo!
Enviado em 16/11/11
Edimara Oliveira:
Marmitinha da mamãe para o Rodrigo!!!
Enviado em 20/1/12

Cantina e Pizzaria Baviera   07-11-2011
Eu confesso! Nunca dei nada pra esse lugar!
Há anos passo por frente a esse restaurante e, pela sua localização, seu aspecto externo e sua placa encardida e brilhante de neon, sempre pensei tratar-se de um restaurante pé-sujo... Minha opinião mudou drasticamente na virada de Sábado para Domingo, momentos após decidirmos (eu, minha namorada e um amigo) que não tínhamos pique pra assistir a mais um show da Virada Cultural de Curitiba (no caso, da banda Teatro Mágico), após um dia inteiro zanzando pela cidade.
Meu amigo disse: “Cara! Aí tem uma Sopa de Cebola... É muuuiiito boa! Muito boa!”. E começou a babar ali mesmo na rua! – “Vamos ver qual é, então!” – eu disse, sem ainda botar muita fé... Ainda bem que eu não disse nada de ruim, pois morderia a língua e, então, não poderia saborear adequadamente a tal sopa que é, realmente, muito boa!
Muito boa também as pizzas que pedimos (temos o defeito de ter os olhos maiores que as nossas barrigas!), em especial a Mussarela de Búfala com Tomate Seco. O atendimento é ótimo e o ambiente tem um quê de medieval, dando a impressão de que, a qualquer momento, hobbits entrarão no recinto, tocando flautas e fazendo aquela algazarra!
Nota 10, ainda que o preço seja um pouco salgado, mas também não é de outro mundo!
Bom para: Ir com amigos, Casais, Jantar



Preço
$$$
(1) .  •  Comentar
Sheila A.:
O que é esta sopa de cebolaaaa..Mto bommmm! Nossa, e pós VIRADA CULTURAL, então? Fala sério! =)
Enviado em 8/11/11
PEDRO JOSE MEDEIROS:
eu nunca participei desses locais,mas na verdade è assim prato tipicos e cultura sempre andou lado-lado então pelo local que é bem anéxo ao largo da ordem teem aver com um pouco de historia,com serteza tem aver tambem com perildo revoluciario e tr4opeiros que muitas das veses tinha comer comida as pressas par fase seu trajeto de viagens e as comidas tinha que ser feito as pressas para não ched=gar nos lugares atrasado
Enviado em 15/11/11

O Jardineiro   25-10-2011
Ainda que lugar comum, ainda que óbvio, é inevitável exclamar: “Como é bom ser bem atendido!”.
Sendo a educação coisa rara, quando a encontramos nos surpreendemos e festejamos; e se for como dizem, que um cliente satisfeito compartilha sua experiência com três pessoas, mas um insatisfeito compartilha com dez, quero agora fugir um pouco a essa regra uma vez que, aqui no Kekanto, talvez mais que três venham a saber da minha satisfação com O Jardineiro!
Sua fachada é de uma beleza quase idílica e o seu amplo interior é ricamente decorado, sem deixar de ser simples, no melhor sentido do termo. Quando nos sentamos (eu e minha namorada), logo ficamos intrigados com uma porção de cartas de baralho grudadas no teto... Questionado, o garçom nos explicou que havia um mágico que se apresentava na casa, de mesa em mesa, e nos perguntou se queríamos que o chamasse... Com certeza!
Fizemos nossos pedidos e aguardamos o ilusionista, que ao aparecer nos entreteve e nos encantou por quase dez minutos com as suas habilidades de prestidigitador. Ao fim, uma carta com os nossos nomes também foi parar naquele teto! Muito legal!
As bebidas foram rapidamente entregues, mas o jantar estava demorando, e o garçom, sem ser interpelado, veio nos explicar que a demora se devia à complexidade no preparo de determinados pratos de nosso pedido... Verdade ou não (quão complicada é uma picanha na chapa?), sua sensibilidade e timing nos “ganhou”! Ficamos lá, conversando, tentando desvendar os segredos do mágico e, quando menos esperávamos, lá estava o nosso pedido sendo cortesmente servido! “BenzaDeus!” Quanta comida! Não foi à toa que demorou! Culpa nossa: perguntamos ao garçom se aquele item do cardápio servia a duas pessoas e ele nos respondeu que daria para três, até! Comentário que, então, passou ao largo de nossos ouvidos! É o que dá chegar com muita fome ao restaurante!
Mas enfim! Comemos, nos divertimos, o preço pago foi justo e saímos muito satisfeitos! Eu (quem sou eu, afinal? Apenas um cliente feliz!) recomendo!
Bom para: Ir com amigos, Casais, Jantar, Almoçar, Comer muito, Reuniões de negócios, Happy hour, Cerveja, Drinques, Famílias

Dica: O mágico faz suas apresentações toda Sexta-Feira.


Ambiente
Comida
Público
Atendimento
Bebida
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Sheila A.:
E vc até descobriu um dos truques do mágico, né?
Enviado em 26/10/11
Rodrigo G. T.:
Pois é! Mas fiquei quieto (não queria estragar a brincadeira!!!).
Enviado em 26/10/11

Mustang Sally   14-10-2011
O pior eu digo já: na primeira vez em que fui ao Mustang Sally não fui bem atendido. Aliás, nem cheguei a ser atendido. Indignado, eu e minha namorada de então nos levantamos e fomos embora.
Ficamos imaginando se o motivo de nossa “invisibilidade” era por eu estar trajando uma camiseta regata... Ora! Era verão e se a casa tinha ou tem restrições quanto às regatas, deveríamos ter sido informados já na entrada, o que não aconteceu. Deixaram-nos entrar e simplesmente fomos ignorados!
Os anos se passaram, a namorada mudou, o trabalho mudou e, diante de um convite dos colegas de trabalho para um happy hour no Mustang, hesitei... Foi então que me disseram que das 17h às 20h alguns itens do cardápio eram pela metade do preço e que ao pedir determinados drinks a casa dava mais um (o famoso double drink). Pensei: tanta coisa mudou, quem sabe lá não mudaram também? Então tá! Vamos!
Dessa vez, fomos bem atendidos e eu pude, finalmente, apreciar o cardápio do local, que é muito bom. Já é hora de dizer: isso é o melhor! A decoração toda inspirada na cultura pop norte-americana também é muito bonita e diferente do que vemos por aqui.
A má impressão da primeira vez se desfez e, generoso (e humilde também!), os justifiquei: “Daquela vez, os garçons não estavam num bom dia!” Ok! Achar que TODOS eles estavam tendo um dia ruim é um pouco demais, mas tudo bem...
Enfim, por esses dias estive lá novamente e o atendimento... tchan tchan tchan... tchan... Deixou a desejar! A casa nem estava cheia, mas estava na cara que o primeiro garçom que nos atendeu já estava de saco cheio! Depois que a casa começou a encher, então... Melhor nem falar! Ao menos, dessa vez, fomos atendidos, a comida continua muito boa e a decoração muito bonita! Não houve grosserias, mas como cliente não me senti especial, como todo cliente gosta de se sentir! E é isso aí! “Pronto! Falei”!
Ah! Não vi acesso para cadeirantes e os banheiros ficam no segundo andar... Alguém sabe dizer se estou enganado?
Bom para: Ir com amigos, Casais, Happy hour, Cerveja, Drinques



Preço
$$$
Ambiente
Comida
Público
Atendimento
Bebida
(2) .  •  Comentar
Rubens Burgel:
Cadeirantes não tem vez em quase nenhum lugar desta cidade... principalmente nas vagas deles nos shoppings e mercados.
Enviado em 15/10/11
Sheila A.:
"Os anos se passaram, a namorada mudou, o trabalho mudou"...ainda bem que as coisas mudam, não é mesmo?! rsrsrs
Enviado em 15/10/11

Bar do Alemão   07-10-2011
Guten Appetit!
Se não o mais tradicional, talvez o mais famoso bar da cidade!
Instalado no Largo da Ordem, o local é ponto de encontro obrigatório para um happy hour, um almoço ou um jantar, ou para quem não gosta ou não está afim de ir para a “balada”.
“Hoje, só quero sentar com os amigos, beber e conversar!” – Nos dias em que tais sentimentos predominam, dificilmente quem mora em Curitiba deixou de cogitar o Bar do Alemão!
O cardápio é variado e possui as suas “estrelas”, como o “Bratwurst”, o “Bockwurst” (calma, é comida sim!) e o Submarino, nome muito apropriado, diga-se de passagem, uma vez que bastam quatro ou cinco desses “chopes com Steinhaeger” para você sair de lá bem molhado!
O que deixa um pouco a desejar é o atendimento, porém não por incompetência ou má vontade dos garçons, mas simplesmente porque lá o movimento é tão grande, que o atendimento acaba sendo meio demorado mesmo. Ainda assim, compensa! Chegue cedo, quando a casa ainda não está lotada, e você será bem atendido!
E por último, mas não menos importante, o bar tem o charme de se localizar no centro histórico, com a Feirinha do Largo aos domingos e toda sorte de pessoas interessantes (malucos!) nos demais dias! Eu adoro!
Bom para: Ir com amigos, Casais, Jantar, Almoçar, Happy hour, Cerveja, Famílias

Dica: Submarino, é claro! O chope black da Brahma também é muito bem servido lá!


Preço
$$
Ambiente
Comida
Público
Atendimento
Bebida
(2) .  •  Comentar
Sheila A.:
Batemos cartão, né?
Enviado em 7/10/11
Rubens Burgel:
Nos vemos dia 20 lá então???
Enviado em 10/10/11
Rodrigo G. T.:
Com certeza, Rubens!
Enviado em 14/10/11

Empório São Francisco   10-09-2011
Let’s rock!
Inaugurado em 22 de Agosto de 1997... Tinha eu 16 anos e não morava em Curitiba. Tímido rapaz do interior, foi no ano seguinte, já na faculdade, que tive o prazer de conhecer o único, inigualável, o nascido-como-um-clássico, Empório São Francisco! E, de lá pra cá, não acredito ter passado intervalos maiores que três ou quatro meses sem curtir esse bar.
São 14 anos de história e histórias. Há 13 anos fazendo parte da minha vida. Foram muitas risadas, algumas lágrimas e eventos memoráveis, como um show inteiro da saudosa Relespublica em homenagem ao The Who! Lembro-me que o Nasi, ex-vocalista da Ira!, também passou por lá. Fazendo parte da minha vida e me influenciando muito também: descobri uma nova perspectiva sobre Roberto Carlos vendo e ouvindo, maravilhado, a banda Syd Vinícius interpretando “As Curvas da Estrada de Santos” no palco do Empório. Simplesmente genial! Aliás, banda curitibana que se preze, passou ou ainda está por lá. Além das mencionadas acima, Sexofone, Trio Quintina, Stereo 33 (com as incríveis voz e garganta de Zé Travagin), dentre outras, consagraram-se na esquina da Presidente Carlos Cavalcanti com a João Manoel.
Por outro lado, lá dentro, a sensação de sufocamento era uma constante, fazendo a gente refletir sobre a relação custo/benefício do lugar, porém, com o sucesso veio a grana e as consequentes melhorias nos sistemas de exaustão e de ar-condicionado. E agora, com a Lei Antifumo, não há do que reclamar. Em dias normais, chegando tarde, pega-se fila e o jeito é ficar de pé, coisa sem importância alguma, já que lá se vai mesmo é pra agitar (dançar, balançar ou o mais próximo disso que o curitibano consiga fazer!!).
Maldades à parte, vale muito a pena conhecer e valorizar aquele que é, sem dúvida, o mais profícuo celeiro musical de nossa cidade. Ah! Já ia me esquecendo! Com a adoção do sistema de cartões pré-pagos, evita-se fila na saída e ainda, com sorte, na próxima ida você tem a agradável surpresa de já possuir créditos suficientes para o couvert artístico! Ter crédito no bar: não tem preço!!
Bom para: Ir com amigos, Dançar, Paquerar

Dica: Vá de Táxi!! rsrs


Preço
$$
Ambiente
Comida
Público
Atendimento
Bebida

Itiban Comic Shop   26-06-2011
“ENQUANTO ISSO, NA SALA DA JUSTIÇA...”

Eu sou mesmo um tapado! Sempre gostei de quadrinhos e, ainda assim, fui aos poucos abandonando essa mídia! Quando criança, era com os gibis da Turma da Mônica que eu passava boa parte do meu tempo ocioso. Por fora, essa criança foi crescendo e a casca pré-adolescente que começou a encobri-la já não admitia mais gibis, mas achou nela uma brecha para as HQs (termo que o meu orgulho adolescente podia aceitar) de heróis fantásticos que até então conhecia apenas superficialmente: Homem-Aranha, Wolverine, Demolidor, Hulk, Super-Homem, Batman etc.

O interesse por essas revistas ilustradas ou “graphic novels” com estórias que, a despeito da ação rápida e intensa, são capazes de abordar assuntos seríssimos como preconceito racial, “bulling” (termo que sequer existia então) e inclusão social, foi diminuindo até praticamente deixar de existir. Praticamente, mas não totalmente, sendo que até hoje eu me denuncio ao me flagrar lendo avidamente uma notícia na internet acerca da nova saga de determinado herói a ser lançada, ou indo, às vezes sozinho, ao cinema para assistir a um novo filme de super-heróis.

Acontece que, por esses dias, passei por uma vitrine na qual estavam expostos livros com capas muito chamativas, de brilho e cores chocantes, desenhos hora agressivos, hora de uma delicadeza desconcertante. Entrei e o que encontrei não foi uma livraria, um sebo ou uma banca, mas antes uma sombra (muito viva!) daquela criança... Estando em férias e sem rígidos compromissos para o dia, lá fiquei por cerca de hora e meia, matando a saudades dos meus heróis, descobrindo outros, ficando perplexo ao saber que o Homem-Aranha vai morrer – calma! Em apenas uma de suas sagas! Certamente o ressuscitarão! Mais do que simples quadrinhos, encontrei obras de arte muito inspiradoras, seja pela beleza dos traços, seja pela profundidade da narrativa ou pela seriedade do tema. Encontrei, por exemplo, uma HQ brasileira (pena não lembrar o título ou o nome dos autores) que era um conto sobre um “serial killer” de mulheres. E encontrei, ainda, coisas muito inusitadas, como, por exemplo, quadrinhos cujos heróis são os membros da banda KISS (o título era esse mesmo), uma série intitulada Piratas do Tietê (só o título já é uma comédia!) e uma HQ curitibana intitulada O Gralha. Sim, meus caros! Curitiba também tem o seu Super-Herói! Segundo o dono dessa “comic shop”, um tiozão rock n’ roll muito estilozo e pioneiro na cidade (a loja existe desde 1989) que ainda vende jogos de RPG, card games, algumas (poucas) camisetas descoladas dentre outras coisas, “O Gralha” não foi pra frente por desentendimento entre o pessoal que o produzia. Mas acredita que ele vai voltar...

Enfim, não podia sair de lá sem alguma coisa, e acabei comprando uma obra-prima de Will Eisner, O Sonhador, e uma “graphic magazine”, FRONT, com o título Sonho... Tremendo ato-falho! Pois foi assim mesmo que saí de lá, sonhando!

Dica: Deixe o seu filho ler gibi!! Hehe / Não se empolgue: reserve o dinheiro do leite das crianças!


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Sheila A.:
E foram horas e horas lá dentro, não é mesmo?
Enviado em 4/7/11

A Pamphylia   12-06-2011
PAMPHYLIA=FAMÍLIA

Lembro como se fosse hoje: assistimos ou íamos assistir à peça Michelangelo, protagonizada por Stênio Garcia, e meus tios disseram: “Vamos jantar na Pamphylia! Um restaurante especializado em sopas...”

“Sopas?!” Pensei. Fui, mas fui a contragosto. “Sopa a gente toma em casa!” - esbravejei dentro de mim! Tinha 13 ou 14 anos e, já no restaurante, minha alegria foi imensa ao saber que além de sopas, serviam também pizzas. As quais avidamente comi!

Na minha memória, ficou um sabor incrível e a lembrança de um lugar quentinho e muito aconchegante...

Como disse acima, tinha então 13 ou 14 anos e, assim, não trabalhava e não faço ideia de quanto deu a conta, mas pensei com os meus botões: “Um lugar assim, em plena avenida Batel, deve de ser caro!” Qual foi a minha surpresa, pouco mais de 15 anos depois, no afã de lá levar a minha namorada que há pouco mora em Curitiba e ainda não conhece os lugares mais tradicionais da cidade - apesar de conhecer mais da cidade do que eu mesmo, creio! - e descobrir que não só não era tão caro como imaginava, mas ainda por cima aceitavam vale refeição! Ah! Os garçons são rápidos, atenciosos e têm um ótimo timing.

Ela (minha namorada) adora sopas e tomei uma para acompanhar. Outra surpresa! Deixei de acreditar que sopa a gente só toma em casa! Adorei também! Voltamos noutro dia e, dessa vez, a pedida foi pizza - somos gulosos, quatro sabores em uma pizza beeemmm grande - e vinho tinto. Quase tive um flashback como o do crítico de culinária do filme “Ratatouille”! Uhummmmmm!!! Que delícia! Aumentada pelo ambiente cuidadosamente decorado, inclusive, com fotos de famosos globais que por lá passaram, como Pedro Cardoso e Tonico Pereira, da série semanal “A Grande Família”. Aliás, talvez não seja coincidência que família rime com Pamphilia, sendo este um lugar perfeito para a todos reunir!
Bom para: Ir com amigos, Ir com crianças, Casais, Jantar, Almoçar, Apreciadores de vinho, Comer muito, Reuniões de negócios, Gastar pouco

Dica: Estacionamento conveniado do outro lado da rua; sopa eslava!


Preço
$
Ambiente
Comida
Atendimento
Bebida
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Felipe Khouri Hilgenberg:
Muito bom mesmo! E as fotos do Coppola jantando lá impõe respeito, né!
Enviado em 26/6/11
Fabiane Beatrice:
Humm.. temos que ir lá tb, só enrolamos..
Enviado em 4/10/11
Rubens Burgel:
A pamphylia é muito família mesmo... almoço de domingo lá é quase impossível por conta de tanta gente que faz fila nos estreito corredor... mas não tem quem não goste dos pratos bem servidos e do ambiente aconchegante.
Enviado em 10/10/11



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